Psicopata Americano
Média
3,9
1739 notas

78 Críticas do usuário

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Eder Brito
Eder Brito

48 seguidores 119 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de junho de 2017
Excelente filme, além da bela atuação do Christian Bale é um filme que abre discussão no final sobre a interpretação do filme, coloca uma duvida no ar. Eu honestamente não fiquei com essa duvida, pra mim ficou bem claro o desenrolar do filme se parar pra analisar 5 minutos...nem isso já da pra sacar o que realmente aconteceu. Em fim é um ótimo filme, uma trama muito bem montada de aborda o consumismo entre outros tópicos como o narcisismo. Um show de filme, bela obra.
Eduardo Sperb R.
Eduardo Sperb R.

33 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2013
ótimo filme, quase nenhum clichê.
Mas o melhor é que você assiste com a mesma tensão de abrir um livro, o que dá um ar maravilhoso para tudo, como se Bateman realmente existisse, sendo uma pessoa extremamente doentia e de dupla personalidade
Gabriel B.
Gabriel B.

4 seguidores 41 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de janeiro de 2018
Filmaço. E beeeeeeem punk. Bale faz um cara que aparentemente é um sujeito normal, age normalmente em seu ambiente de trabalho etc... mas depois vemos o quão doentia é a sua mente ao longo do filme.
Inveja, persuasão, vontade de aparecer e "brilhar" sempre mais do que os outros são as características de seu personagem, e claro: A sede de SANGUE.
É um suspense espetacular, pois você nunca sabe o que ele pode fazer depois pois tem alterações de humor (bipolaridade) extremas durante todo o filme mesmo que essas alterações não indiquem um diagnóstico da doença.
Mas é muito bom, recomendo mas claro sempre assistam na faixa etária indicada no filme 16 anos acho, pois é meio perturbador.
Tatiani M.
Tatiani M.

11 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de março de 2014
O filme é uma sátira a sociedade fútil e materialista, principalmente dos anos 90, os personagens são caricatos o que torna os diálogos engraçados, e deixa o filme leve, apesar do tema (os monólogos de Bale são impagáveis). O filme é cheio de referências a cultura pop, como bandas e filmes. E o final surpreendente, nos faz parar para refletir. Muito bom. Não me canso de vê-lo.
Horácio Roque B.
Horácio Roque B.

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5,0
Enviada em 16 de abril de 2013
O filme é uma exposição enigmática do desvio do comportamento, matéria curiosa e muito útil, por certo, aos psícologos e psiquiatras. Deve ser visto e revisto para melhor compreensão. Pena que, ainda, não foi lançado em "bluray".
Sidnei S
Sidnei S

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5,0
Enviada em 20 de julho de 2018
O filme seria bom se fosse sobre um psicopata e não sobre um esquizofrênico. O cara não matou ninguém, pura e simplesmente isso, o que fica claro no final do filme. Assim ele sofre de alucinação paranoica. Não matou ninguém. O cara que ele matou para ficar com o apartamento esta de vigem a Londres. Quem já não sonhou estar matando a própria mãe, quando a realidade esse sonho representa a preocupação da perda, a qual é retratada no sonho como uma destruição. Ele traz os sonhos e alucinações como se fosse sua realidade.
juan stano queiros
juan stano queiros

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5,0
Enviada em 24 de abril de 2024
[spoiler]Na minha visão ele é um homem que se enlouqueceu fanaticamente pelo "sonho americano", e se afundou em um lago de personalidades, pessoas e aparências falsas, que procuram ser perfeitas, aos olhos de quem o vive, o tal sonho americano. Mesmo tendo alcançado o modelo, ele se aprofundou demais, incorporou a essência do modelo do homem "moderno" americano. Ele foi além. Ele alcançou onde não dava mais para avançar, ele alcançou o sonho americano incorporado. Dessa forma, ele perde sua sanidade, e cria um vazio e uma crise existencial devido à frustração de não conseguir criar ligações profundas e verdadeiras com as pessoas, afinal, todos ali não se passam de falsas aparências. A unica pessoa pela qual bateman parece ter mais empatia é a sua secretaria, pois ela é realmente alguém que se mostra verdadeira, e nao parece usar uma mascara social. Eu havia feito pesquisas antes, sobre vazio existencial e transtornos mentais, o vazio vêm principalmente da falta de contentamento com seu ambiente, com seu arredor, com seus amigos e no seu trabalho. Esse descontentamento constante e insuperável cresce, e se torna um transtorno, que fica marcado como hm vazio existencial. Então, patrick pega toda essa angústia e frustração devido a estas situações, e a realmente nunca ter sido realmente acolhido e tratado da forma certa, visto que seus pais se divorciaram, ele converte a sua frustração em raiva. Mas eu achei estranho, pois... no final do filme, é revelado que os crimes nem sequer ocorreram, e foi tudo fruto da cabeça do Patrick, já perturbada. Diante a isso, ele ainda afirma não sentir nada, ainda mais com esse choque absurdo de realidade. Ele é um... sofredor vazio e eterno. Não passa disso. Pode ser que a dor que ele retrata, como nestes momentos em que ele mata alguém, é representada em desenhos, ou em pensamentos acumulados ao talo. Uma prova disso são os desenhos grotescos no caderno dele e a cena do "massacre", onde ele mata várias pessoas, se parecerem muito com um sonho, afinal, na outra cena da escada, como ele acertaria a serra na mulher daquele jeito? Não passa de mental. É tudo da mente frustrada dele. Mas porque ele foca essa agressão em mulheres? Será porque são alvos mais frágeis ou porque são parte de um passado traumático? Será que não é por conta da mãe dele? Será que ele herdou esse psicopatismo do pai, ao ver ele batendo na mãe várias vezes assim causando um divórcio, e a mãe tratando o filho muito mal logo após? Que filme espetacular. [\spoiler]
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