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thiago viana
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18 críticas
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2,0
Enviada em 23 de julho de 2012
Sinceramente não sei quem foi o alienado que vendeu esse filme como uma drama sério. Ele é risonho não funciona como drama pq é extremamente mal desenvolvido e quando tenta algo fica caricato. Menospreza a inteligência do espectador fazendo tudo mastigadinho(a cena que o Bateman usa uma máscara facial enquanto uma narração off diz que ele esconde sua verdadeira personalidade é incrivelmente vexaminosa). A história é truncada, sem ritmo e chata. Parece uma versão B de Dexter. Por incrível que parece funciona bem melhor como comédia(a cena da whitney houston é divertida). E tem ainda uma reviravolta escrota no fim para completar a podridão.
Quando eu soube deste filme, eu ouvi ótimascríticas e até falaram que era o "Clube da luta" do ano 2000. Isto fez com queeu assistisse o filme de imediato! O filme até lembra "Clube da luta", como porexemplo os dois personagens principais são bens sucedidos e mesmo assim tem um vazio nassuas vidas. O começo do filme é muito interessante, com o personagem de Christian Bale(ótimo, por sinal), que faz Patrick Bateman, que começa a matar sem nenhuma razãoaparente qualquer pessoa. O interessante é que ele simplesmente não mata a pessoa, elesempre comenta sobre um cd pop de sucesso antes de matar, pra mim esta foi o melhor idéiado filme. Mas do meio pro final o filme cai e ele começa a misturar cenas reais com aimaginação de Patrick, e o público meio que se perde nestas cenas e só fica tendo acena da serra elétrica de interessante. A idéia do filme é boa, mas podia ser melhoraproveitada. Mas por favor, está longe de ser comparado com "Clube da luta".
Um desperdício de excelentes atores num filme fraco, sem direção e roteiro péssimo. O único destaque é para trilha sonora excelente dos anos 80 com direito a explicações sobre a músicas e seus interpretes. No mais, não vale a pena perder tempo com esse filme.
"Um retrato da vida urbana e capitalista a partir da narração de Patrick Bateman"
O filme nada mais é do que uma metáfora aos homens extremamentes capitalistas, que chegam a matar (Na versão da mente ou literalmente), para alcançar seus objetivos.
Pena que a obra tenha mais cenas obscenas do que o lado psicótico de Patrick Bateman. Pois o filme deixou a desejar, quando superficializou o caráter e as facetas psicóticas do protagonista para dá mais ênfase ao pecado de vaidade.
Poderia indicar "Onde os fracos não tem vez" ou "Silêncio dos inocentes" como obras mais complexas e mais detalhadas sobre a vida de um psicopata.
Não recomendado para menores de 18 anos.
[Spoiler] A obra claramente tentou usar uma ferramenta de sucesso, utilizada em "Clube da Luta". [Spoiler]
Fraco, chato, insosso. Recheado de muitas e muitas falas que no final acabam por não significar nada, deixa o expectador sem entender o real motivo de toda a trama, seus fundamentos, a psiquê da personagem central e seus relacionamentos, bem como o desfecho. Não que Christian Bale não esteja bem no papel, mas o problema, como o próprio autor do livro original diz, é o roteiro. A edição é lerda, e torna o filme ainda mais chato e cansativo. O que tem de bom são algumas cenas com ótima fotografia e paleta de cores da cenografia.
Começa um pouco chato Patrick (Chris Bale) narrando o que pode ser percebido se não tivesse as falas, ou elas deveriam apenas focar nos pontos mais cruciais. Tudo para apresentá-lo ao espectador como um narcisista. No decorrer do filme começa a gerar as insanidades em uma simples troca de cartões de visita. Apesar do dele ter detalhes exagerados na escolha da cor e fonte da impressão, a inveja surge de um cartão apresentado por um colega, Paul Allen, sem nenhuma característica especial, um cartão bem padrão na cor branca. Neste ponto também começa a abertura para interpretações que vão confundindo o espectador, esse mesmo colega o chama de Mark. spoiler: No decorrer do filme vamos percebendo várias falhas nas cenas que vão ocorrendo. Ele mata Paul Allen em seu apartamento, sai sangue para todos os lados mas o cabelo continua limpo. Depois leva o cadáver deixando um rastro de sangue, um outro colega, Luis, o vê saindo e colocando o morto em um porta-mala de táxi.
E assim vai, cada vítima deixa alguma falha que você fica pensando, que diretor ruim. Contudo no final venha a explicação, tudo foi delírio. Ele não matou ninguém.
Por fim, fiquei sem entender qual era o nome do Bale no filme, já que o advogado Harold o chama de Davis e que Patrick era outra pessoa.
Tentaram fazer um desfecho magnifico para o filme porém deixaram foram uma confusão danada.
Só sei que ele não é um psicopata (pois ele chega a chorar e ter remorso ao fazer a ligação para o advogado). Há uma insanidade e quais as partes do filme que são reais ou alucinações não dá bem para distinguir.
Não adianta... Se você está determinado a ver um slasherzinho do tipo "Pânico" e "Lenda Urbana" vai levar uma lapada. Bret Easton Ellis é um excelente escritor e autor de uma obra ímpar: "Psicopata Americano". O livro é doentio (falo porque eu tenho) mas o filme foi bastante MODERADO. As mortes são violentas mas não EXPLÍCITAS. Não há dúvida, esse filme é uma sátira à vidinha medíocre dos anos 80 dos supostos yuppies. Se você quer ver adolecentes sendo esfaqueados ou filmes de terror barato vá bater em outra porta, aqui exige reflexão.PS: Leonardo DiCaprio recusou o papel por incapacidade de atuar, ele transformaria o filme em motivos de riso. Christian Bale é competente ao extremo e fez desse um filme uma obra-prima. Agora, se você vai para um cinema admirar a beleza das pessoas e não a atuação, aí a situação complica.Conclusão: VALE A PENA!
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