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José D'Azpilicueta
4 críticas
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2,5
Enviada em 4 de julho de 2021
O filme começa bem, mas perde o "fôlego" no meio por conta de algumas cenas sem qualquer relevância. Na parte final o filme consegue novamente cativar ao nos proporcionar a experiência de acompanhar a dissolução das máscaras de um psicopata. spoiler: Na minha opinião os pontos altos do filme são as cenas em que Bateman usa o machado, exibe seu narcisismo com as garotas de programa, atira serra elétrica do alto da escada e a sua "confissão" e reflexão final - que aliás é muito pertinente.
Eu gostei do filme. Christian Bale fez um ótimo trabalho e trouxe naturalidade ao personagem. Todos nós temos um Psicopata Americano lá no fundo e por vezes nos pegamos idealizando projetos como os de Patrick Bateman (personagem principal). Retrata uma doença da era moderna pouco estudada. Sofro disso no trânsito ;]
O filme não é uma boa opção como entretenimento descompromissado, ou para quem gosta de uma história direta, com começo, meio e fim. Já para quem é amante do cinema e deseja assistir um filme para analisar questões técnicas, bem como aprofundar-se nas mensagens implicitas, criticas socias, etc. o filme torna-se riquíssimo.
Filme mais confuso que vi na minha vida. Voltei umas vinte vezes pra analisar todos os nomes e cenas tentando ligar os fatos e nada faz sentido. Nem sequer os personagens se conhecem ou sabem quem é quem. Da margens pra qualquer interpretação que vc quiser em todas as cenas e conversas de tão ambíguo que é... Peguei até raiva.
O filme é uma exposição enigmática do desvio do comportamento, matéria curiosa e muito útil, por certo, aos psícologos e psiquiatras. Deve ser visto e revisto para melhor compreensão. Pena que, ainda, não foi lançado em "bluray".
Se não fosse a atuação do BALE e a trilha sonora eu não teria chegado até o fim. A primeira metade do filme nos dá esperança de ser aquilo tudo que falam, a segunda metade decepciona. Apesar de tentarem justificar tudo com as palavras metáfora, mensagem escondida e etc, ele é muito raso. Tinha tudo pra ser o que dizem que ele é...mas ele não é. Filme covarde. De novo: forte ali apenas a atuação do Bale e a trilha sonora.
O filme não dá deixas de uma spoiler: dupla personalidade até o final quando ele conversa com o advogado. Logo depois termina e não fica claro como ele "fantasiou" as mortes, se é que houve. Seria mais interessante se as peças fossem sendo apresentadas, como as conversas com o detetive, a secretária analisando o caderno, a conversa com o advogado e no final conseguíssemos encaixar tudo.
O filme seria bom se fosse sobre um psicopata e não sobre um esquizofrênico. O cara não matou ninguém, pura e simplesmente isso, o que fica claro no final do filme. Assim ele sofre de alucinação paranoica. Não matou ninguém. O cara que ele matou para ficar com o apartamento esta de vigem a Londres. Quem já não sonhou estar matando a própria mãe, quando a realidade esse sonho representa a preocupação da perda, a qual é retratada no sonho como uma destruição. Ele traz os sonhos e alucinações como se fosse sua realidade.
Assisti o filme em 2000 e hoje, em 2918, vejo o enredo se materializar. As críticas ao Capitalismo, aí consumismo e as consequências de todo o desespero pelo status e o poder são retratadas fielmente neste filme ao ponto de o protagonista ficar em fúria pelo simples fato de alguém ter uma cartão de visitas em papel melhor e letras mais bonitas que o cartão dele. O desfecho é para pensar em quem, ao fim das contas, leva a melhor em tudo. .
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