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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Cinepop
O longa flui com facilidade, sem deixar cair o ritmo nem mesmo nas cenas de ligação entre os atos.
Omelete
"Turma da Mônica: Laços" marca o cinema nacional como uma obra exemplar de técnica, carisma, e adaptação de um dos nossos maiores patrimônios. É delicioso testemunhar o comprometimento da produção com o longa.
Cinema com Rapadura
Um presente para fãs e para leigos, completo e recheado de boas emoções, como sua origem não poderia negar.
Papo de Cinema
"Turma da Mônica: Laços" tem visual super colorido, com uma bem-vinda estilização cinquentista no pacato bairro do Limoeiro. Essa estética fornece os pilares imagéticos a uma trama que transcorre pontuando a importância da amizade em detrimento das diferenças.
CineClick
"Turma da Mônica - Laços" leva para o cinema o maior ícone da cultura pop brasileira e faz isso com bastante fidelidade ao material original. Carisma, nostalgia e aventura dão o tom dessa obra divertida, mas foca demais nas crianças e esquece de agradar os adultos da mesma forma.
Observatório do Cinema
A turma é testada tanto individual quanto coletivamente, culminando em uma ótima sequência de ação final na casa do sequestrador. Embora nada de sério ocorra com as crianças, cada um deles deve fazer pequenos sacrifícios para salvar o dia, finalizando seus arcos de forma orgânica.
Cineweb
Muito daquilo que se conhece de Mônica e companhia está levemente diferente na tela do cinema. A primeira coisa que chama a atenção é o tom mais para o sentimental do que para o cômico. [...] Se o filme conquista, depois dos primeiros minutos, é especialmente por conta do quarteto infantil.
Folha de São Paulo
É possível que alguém seja tão baixinha e invocada quanto a Mônica das revistinhas? A atriz Giulia Benite parece ter nascido para o papel. [... O filme] gera interesse mais pela curiosidade do que pelo resultado.
O Globo
A parte do jogo que as crianças não garantem sozinhas é a da aventura. [... A narrativa] se alimenta, inicialmente, de mais um dos “planos infalíveis” de Cebolinha. Seu fracasso conduz a uma primeira metade insossa, expondo a fragilidade de interpretação do elenco.