Turma da Mônica - Laços
Média
3,9
582 notas

80 Críticas do usuário

5
21 críticas
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18 críticas
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6 críticas
1
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Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de setembro de 2019
Nostálgico. Para quem não leu os quadrinhos, o filme perde muito de seu encanto. O mágico é acompanhar o bairro do Limoeiro com suas cercas, suas casas coloridas, a roupa das mães das crianças sempre monocromáticas, penteados iguais dos gibis... Personagens como Louco, Titi e sua namorada... enfim, para quem leu os gibis, é uma deliciosa viagem.
Felipe F.
Felipe F.

3.725 seguidores 758 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de abril de 2020
Filme maravilhoso, com diversos fan services, bom roteiro, história simples que diverte as crianças e encanta os adultos, um belo filme brasileiro sobre a melhor turminha das histórias em quadrinhos.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de junho de 2019
Turma da Mônica - Laços nos proporcionar um roteiro bem objetivo que traz para as telonas em forma de Live-action uma galerinha que vem tendo suas histórias lidas nos quadrinhos por muitas e muitas pessoas ao longo de seis década. Aqui nos entrega uma obra cinematograficamente feita com o coração e de uma qualidade visual e narrativa que faz jus a tudo que sempre envolveu Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali, sem esquecer de toda a turma restante, podendo ser a primeira das produções que abrirá caminho para que as obras de Mauricio de Sousa se imortalizem também na sétima arte.

Para ler a crítica completa, link a seguir: http://www.parsageeks.com.br/2019/06/critica-cinema-turma-da-monica-lacos.html
Iracema J
Iracema J

9 seguidores 48 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de fevereiro de 2020
Filmes com roteiro baseados em desenhos em quadrinho, quando levados ao cinema, nem sempre são fiéis a obra homônima, por vezes tentam adaptar ao pé da letra e chove CGI sem manter contudo a alma da fonte na qual se inspiram ou o roteiro não está a altura da obra em questão. Não é o caso desse surpreendente filme dirigido por Daniel Rezende e com roteiro esperto de Thiago Dottori. A princípio mantemos uma reserva a cerca da caracterização de alguns personagens, Cascão e Cebolinha, por exemplo. Como adaptar traços simbólicos de alguns personagens para um filme com atores? As meninas Giulia Benite e Laura Rauseo, que fazem respectivamente Mônica e Magali, foram escolhas perfeitas, não se veem atores tentando copiar traços de personagens, mas o que nos é mostrado soa tão espontâneo que por vezes temos a impressão de enxergar a fonte que inspirou Mauricio de Souza para compor seus personagens. Já Kevin Vechiatto e Gabriel Moreira como Cebolinha e Cascão, tem caracterização e interpretação oscilante, não vemos a princípio os personagens engraçados dos quadrinhos e a alma desses. Contudo, no decorrer da projeção suas interpretações atingem um crescendo muito bom e saímos satisfeitos do cinema, presenciando diálogos entre as crianças de forma natural como se fossem ditas pela primeira vez e que fogem do lado caricato dos personagens. A turma da Mônica se parecem com pessoas de carne e osso e embora a direção de arte maravilhosa nos proporcione momentos de fantasia, nunca sentimos que são atores tentando interpretar personagens queridos, eles são os personagens. Temos também ótimas interpretações do elenco adulto, entre esses destacam-se Rodrigo Santoro como o Louco, Fafá Rennó como a mãe do Cebolinha e Ravel Cabral esse último impagável como o vilão deslizando em cantoria com a música de Fagner. A produção é mais que competente, incluindo o trabalho de direção artística, maquiagem e figurinos. As locações são lindas bem como a fotografia magistral em tons primários e saturados como uma revista em quadrinhos. No meio de tanta coisa interessante para os olhos ainda nos entusiasmamos com várias referências de personagens de Maurício e o próprio que aparecem em momentos especiais do filme só para dizerem, estamos aqui também. Cinema de alto nível!
Christiane T
Christiane T

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de julho de 2019
Devo dizer primeiramente que sou uma grande fã de Turma da Mônica. Lendo todas as histórias possíveis desde que aprendi a ler, decorei histórias e personagens, contextos e subtextos. O trailer do filme me animou bastante, mas confesso que fui receosa assistir ao filme, considerando que outros filmes recentes de franquias que eu gosto muito me decepcionaram profundamente. Mas não foi o que ocorreu, ainda bem. O filme se mantém pela sua simplicidade: sem exageros, sem o novo ideal cinematográfico de promover agendas de forma nada sutil. O roteiro segue uma história, e dentro dela os fãs são presenteados com diversas coisas. Os atores foram muito bem escolhidos, e a caracterização se manteve fiel. Por exemplo, Mônica, invocada e super forte (as cenas de coelhada são cortadas, mas nas historinhas também são, com raras exceções), mas uma menina sensível e disposta a tudo pelos amigos, e os roteiristas fizeram certo ao incorporar essa sensibilidade da personagem no filme.
Apesar da turma ser da Mônica (Mônica e Cebolinha brigam bastante sobre isso, discutindo de quem é a turma... um modo interessante de colocar o nome "Turma da Mônica" dentro do filme), o protagonista acaba sendo o Cebolinha. Mostrando seus clássicos planos infalíveis, sua obsessão em derrotar a Mônica e, claro, o amor que sente por ela, temos um Cebolinha completo. Aliás, são os desenhos do Cebolinha, ou seja, como ele retrata os outros personagens (Mônica, Magali, Cascão, Floquinho) que nos apresentam os personagens como os conhecemos: na imaginação e nos desenhos de uma criança, são assim que eles se parecem.
Ao passearmos pelo bairro, vemos diversos personagens do universo do Bairro do Limoeiro, caracterizados para aparecem poucos segundos até alguns poucos minutos. Mas mesmo assim, houve a preocupação de trazê-los. Titi com sua namorada Aninha, vestindo sua tradicional camiseta listrada, Jeremias, Xabéu, Xaveco (única caracterização que achei estranha) e algumas para fãs um pouco mais entrosados no universo de Maurício de Sousa, Seu Juca (que, por fazer apenas uma ponta, não ficou maluco desta vez) e as irmãs Cremilda e Clotilde, que sempre têm um plano para dar um banho no Cascão. Para fazer referência a isso, quando Cascão passa por elas, uma delas tenta limpá-lo com um espanador. Posteriormente, vemos que houve uma preocupação de caracterizar também os pais dos personagens principais; na minha opinião, Lurdinha, a mãe do Cascão, foi a de maior destaque em relação a aproximação com o desenho apresentado nos quadrinhos.
O plot se inicia quando o cachorro do Cebolinha, Floquinho, é sequestrado. Cebolinha pede para a turma ajudar a achá-lo, e assim começa a aventura. A maior parte do filme é dentro dessa busca, primeiro pelo bairro, depois pelo parque (com um encontro nada agradável com Tonhão e sua turma, valentão que é uma figura frequente nas historinhas) e, por fim, na mata. Cebolinha e Mônica são o foco, mas Cascão e Magali têm seu brilho. Nas revistinhas, várias historinhas são em volta dos problemas causados pelo medo da água do Cascão (e sua agilidade) e pela fome da Magali, e isso é retratado. Um easter egg é dado assum que eles entram na floresta: todos os personagens perdem os sapatos, menos Cebolinha, o único desenhado com sapatos nos quadrinhos. Ele comenta que os outros três vivem perdendo os sapatos.
Visitamos na mata brevemente outra parte do universo de Maurício, o cemitério da Turma do Penadinho. Vemos logo Cranicola em sua pedra, para termos certeza de que estamos no lugar certo. Cascão cita também a expressão "alma penada" em alusão ao protagonista fantasma Penadinho.
Durante a noite na floresta, Cebolinha fica acordado vigiando e acaba encontrando o personagem Louco, retratado por Rodrigo Santoro. Nos quadrinhos, a maioria das histórias do Louco são contracenadas com Cebolinha e, no filme, apenas ele o encontra e tem contato. Eles não se conhecem, logo se apresentam, e Cebolinha já passa a ser chamado, como sempre, de Cenourinha. Esse louco tem suas loucuras materializadas como nos quadrinhos (uma curiosidade: quando o personagem foi criado, isso não acontecia), mas isso não foi colocado de forma extravagante. A loucura de Louco no filme é mais complexa, trazendo um breve momento filosófico ao filme, comentando inclusive sobre o que seria a loucura.
spoiler: A busca chega ao fim quando eles encontram o vilão, que sequestra os cãezinhos para vendê-los para a indústria de cosméticos, a verdadeira grande vilã, utilizá-los como matéria-prima para o creme contra a calvície Cabelol. Fiquei surpresa com a escolha da indústria como antagonista. Como um conceito abstrato, um vilão mediador foi colocado para dar mais clareza ao público, principalmente infantil. Seria inclusive perturbador pensar no que aconteceu com outros cachorros que não tiveram a mesma sorte de Floquinho, resgatado a tempo. Algumas indústrias já foram vilãs em algumas histórias, graças à donos gananciosos ou funcionários preguiçosos, mas achei corajoso trazer esse conceito para o filme. Ao fim, temos uma festa de comemoração. Mais personagens apresentados a nós por aparecerem na festa: Quinzinho e Cascuda, namorados, respectivamente, de Magali e Cascão. E uma longa troca de olhares entre Cebolinha e Mônica, o casal mais esperado do público brasileiro.

Eu demoro um pouco para pensar nas minhas críticas de cinema, pois gosto de considerar bastante os filmes. O filme da Turma da Mônica fica melhor para mim a cada vez que penso em seus detalhes. Não apenas manteve a essência do que é a turma da Mônica e a amizade entre os quatro protagonistas, mas trouxe presentes para todos os fãs que, como eu, puderam agora ver pela primeira vez um live-action desse quadrinho tão amado pelo Brasil.
Phelipe A.
Phelipe A.

63 seguidores 135 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2020
Finalmente nós fomos agraciados com um filme em live-action da Turma da Mônica, a turminha criada por Mauricio de Sousa que atravessou gerações nos gibis e possui fãs de todas as idades chega as telas do cinema com o filme “Turma da Mônica Laços”, um longa que vai agradar as crianças e fazer os adultos sentirem um sentimento nostálgico muito bom.


Turma da Mônica Laços é baseado na Graphic MSP lançada em 2012, sendo assim o filme traz alguns elementos dos gibis, mas toda a trama e a maneira como vemos os personagens é baseada nessa HQ. Isso não diminui a nostalgia que os fãs de longa data vão sentir e faz com que os mais jovens se identifiquem com alguns acontecimentos envolvendo a turma.

O filme trata os personagens de Mauricio de Sousa com respeito, trazendo a tona toda a inocência necessária para as crianças que vão ver o filme. Os atores que interpretam Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali são incríveis e em alguns momentos realmente me esqueci que aquilo era uma encenação e realmente me envolvi com as trapalhadas e confusões em que eles se metiam. Ponto positivo para o diretor Daniel Rezende que deixou as crianças a vontade no set de filmagem, e isso fez com que todas as cenas em que eles estavam interagindo entre si fosse bem sutis e realistas.

turma-monica-laços
Algumas modificações foram feitas quando comparado com a HQ, mas isso faz sentido dentro da trama e da proposta do filme, enquanto outras cenas são muito parecidas com as do quadrinho. Todo o visual é uma mescla do gibi com a Graphic MSP, com tudo muito colorido e lúdico, com diálogos simples, mas que nos tocam, além de piadas infantis que vão agradar os mais novos.

Turma da Mônica Laços vale o ingresso, lembrando que é um filme infantil que vai ganhar o adulto pela nostalgia e não pelo roteiro. O longa estreia dia 27 de junho nos cinemas.
Otavio W.
Otavio W.

451 seguidores 247 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de julho de 2019
Um filme  com crianças para crianças. Com uma história simples e despreocupada com tudo, se importa bastante e não complicar para que assiste, serve bem para lembrar os quadrinhos, assim como para conhecer o universo da Turma. 殺 O único porém fica para se acostumar com a relação ator e personagem, tudo parece bem estranho nos primeiros minutos, mas nada que estrague a aventura ou seu final. 樂 Nota 4 de 5 no Xinguê Movie Rating: ⭐⭐⭐⭐
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 510 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de setembro de 2025
Sinopse:
O Floquinho desaparece. Para encontrar seu cachorro de estimação, Cebolinha conta com os amigos Cascão, Mônica e Magali e, claro, um plano infalível.

Crítica:
"Turma da Mônica: Laços" é uma produção que brilha ao levar a famosa turminha dos quadrinhos às telas de cinema, proporcionando uma experiência que captura a essência da infância brasileira. Com uma mistura encantadora de aventura, amizade e valores familiares, o filme destaca-se não apenas por sua história envolvente, mas também pela cuidadosa adaptação do material original.

Direcionado por Daniel Rezende, o filme explora a emocional jornada dos personagens, onde Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali se unem para encontrar Floquinho, o adorável cachorro de Cebolinha. A premissa é simples, mas profundamente ressonante. É sobre a lealdade entre amigos, a superação de desafios e o valor de manter os laços que nos unem, um tema que ressoa com qualquer audiência, especialmente com jovens espectadores. O filme se destaca por sua habilidade em equilibrar humor e emoção, o que certamente cativa tanto crianças quanto adultos.

As atuações do elenco jovem são um dos pontos altos da produção. Giulia Benite (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão) apresentam personagens autênticos e cativantes, trazendo à vida as personalidades únicas que todos conhecemos e amamos. O carisma do elenco é palpável, e sua química rende cenas memoráveis, que transbordam de alegria e camaradagem.

O desenvolvimento visual do filme também merece destaque. Os cenários são vibrantes e refletem o estilo único dos quadrinhos, trazendo uma estética que é ao mesmo tempo moderna e nostálgica. A direção de arte e a fotografia ajudam a criar um ambiente que transporta os espectadores para o universo lúdico da Turma da Mônica, promovendo um sentimento de familiaridade e aconchego.

Além disso, o roteiro de Thiago Dottori se revela eficaz ao apresentar uma narrativa clara, divertida e que instiga o espectador a se envolver emocionalmente com a trama. O filme não apenas entertém, mas também traz lições valiosas sobre amizade, empatia e a importância de ajudar uns aos outros.

Por fim, "Turma da Mônica: Laços" é um verdadeiro tributo à obra de Maurício de Sousa, conquistando novos fãs enquanto celebra a admiração eterna dos que cresceram com a turminha. É um filme que transcende gerações, mostrando que, independentemente da idade, os laços de amizade são os maiores tesouros que podemos ter. Com uma abordagem amigável e acessível, ele serve como uma ótima introdução para novas gerações, mantendo viva a magia da Turma da Mônica em nossos corações. Um filme que não só diverte, mas também emociona, tornando-se uma excelente adição ao nosso cinema nacional.
DUDU SILVA
DUDU SILVA

78 seguidores 335 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de julho de 2019
Divertido, nostagico e com um cheirinho de infancia no ar, turma da monica: laços é um filme bem sessão da tarde, so que bom, apesar de ser infantil demais
Alex FreireRP
Alex FreireRP

3 seguidores 25 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de setembro de 2019
Muito bom, faltou pouco para ser perfeito, alguns fãns service com outros personagens cairia bem, as atuações estão bacanas mas fica a sensação de não estar 100%, a fotografia é linda e o ponto alto do filme, ficou muito próximo do que seria o famoso bairro do Limoeiro, vale muito a pena, para qualquer fã, ou seja, praticamente todo brasileiro de todas as idades (literalmente).
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