Média
3,9
586 notas
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18 críticas
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Devo dizer primeiramente que sou uma grande fã de Turma da Mônica. Lendo todas as histórias possíveis desde que aprendi a ler, decorei histórias e personagens, contextos e subtextos. O trailer do filme me animou bastante, mas confesso que fui receosa assistir ao filme, considerando que outros filmes recentes de franquias que eu gosto muito me decepcionaram profundamente. Mas não foi o que ocorreu, ainda bem. O filme se mantém pela sua simplicidade: sem exageros, sem o novo ideal cinematográfico de promover agendas de forma nada sutil. O roteiro segue uma história, e dentro dela os fãs são presenteados com diversas coisas. Os atores foram muito bem escolhidos, e a caracterização se manteve fiel. Por exemplo, Mônica, invocada e super forte (as cenas de coelhada são cortadas, mas nas historinhas também são, com raras exceções), mas uma menina sensível e disposta a tudo pelos amigos, e os roteiristas fizeram certo ao incorporar essa sensibilidade da personagem no filme.
Apesar da turma ser da Mônica (Mônica e Cebolinha brigam bastante sobre isso, discutindo de quem é a turma... um modo interessante de colocar o nome "Turma da Mônica" dentro do filme), o protagonista acaba sendo o Cebolinha. Mostrando seus clássicos planos infalíveis, sua obsessão em derrotar a Mônica e, claro, o amor que sente por ela, temos um Cebolinha completo. Aliás, são os desenhos do Cebolinha, ou seja, como ele retrata os outros personagens (Mônica, Magali, Cascão, Floquinho) que nos apresentam os personagens como os conhecemos: na imaginação e nos desenhos de uma criança, são assim que eles se parecem.
Ao passearmos pelo bairro, vemos diversos personagens do universo do Bairro do Limoeiro, caracterizados para aparecem poucos segundos até alguns poucos minutos. Mas mesmo assim, houve a preocupação de trazê-los. Titi com sua namorada Aninha, vestindo sua tradicional camiseta listrada, Jeremias, Xabéu, Xaveco (única caracterização que achei estranha) e algumas para fãs um pouco mais entrosados no universo de Maurício de Sousa, Seu Juca (que, por fazer apenas uma ponta, não ficou maluco desta vez) e as irmãs Cremilda e Clotilde, que sempre têm um plano para dar um banho no Cascão. Para fazer referência a isso, quando Cascão passa por elas, uma delas tenta limpá-lo com um espanador. Posteriormente, vemos que houve uma preocupação de caracterizar também os pais dos personagens principais; na minha opinião, Lurdinha, a mãe do Cascão, foi a de maior destaque em relação a aproximação com o desenho apresentado nos quadrinhos.
O plot se inicia quando o cachorro do Cebolinha, Floquinho, é sequestrado. Cebolinha pede para a turma ajudar a achá-lo, e assim começa a aventura. A maior parte do filme é dentro dessa busca, primeiro pelo bairro, depois pelo parque (com um encontro nada agradável com Tonhão e sua turma, valentão que é uma figura frequente nas historinhas) e, por fim, na mata. Cebolinha e Mônica são o foco, mas Cascão e Magali têm seu brilho. Nas revistinhas, várias historinhas são em volta dos problemas causados pelo medo da água do Cascão (e sua agilidade) e pela fome da Magali, e isso é retratado. Um easter egg é dado assum que eles entram na floresta: todos os personagens perdem os sapatos, menos Cebolinha, o único desenhado com sapatos nos quadrinhos. Ele comenta que os outros três vivem perdendo os sapatos.
Visitamos na mata brevemente outra parte do universo de Maurício, o cemitério da Turma do Penadinho. Vemos logo Cranicola em sua pedra, para termos certeza de que estamos no lugar certo. Cascão cita também a expressão "alma penada" em alusão ao protagonista fantasma Penadinho.
Durante a noite na floresta, Cebolinha fica acordado vigiando e acaba encontrando o personagem Louco, retratado por Rodrigo Santoro. Nos quadrinhos, a maioria das histórias do Louco são contracenadas com Cebolinha e, no filme, apenas ele o encontra e tem contato. Eles não se conhecem, logo se apresentam, e Cebolinha já passa a ser chamado, como sempre, de Cenourinha. Esse louco tem suas loucuras materializadas como nos quadrinhos (uma curiosidade: quando o personagem foi criado, isso não acontecia), mas isso não foi colocado de forma extravagante. A loucura de Louco no filme é mais complexa, trazendo um breve momento filosófico ao filme, comentando inclusive sobre o que seria a loucura.
spoiler: A busca chega ao fim quando eles encontram o vilão, que sequestra os cãezinhos para vendê-los para a indústria de cosméticos, a verdadeira grande vilã, utilizá-los como matéria-prima para o creme contra a calvície Cabelol. Fiquei surpresa com a escolha da indústria como antagonista. Como um conceito abstrato, um vilão mediador foi colocado para dar mais clareza ao público, principalmente infantil. Seria inclusive perturbador pensar no que aconteceu com outros cachorros que não tiveram a mesma sorte de Floquinho, resgatado a tempo. Algumas indústrias já foram vilãs em algumas histórias, graças à donos gananciosos ou funcionários preguiçosos, mas achei corajoso trazer esse conceito para o filme. Ao fim, temos uma festa de comemoração. Mais personagens apresentados a nós por aparecerem na festa: Quinzinho e Cascuda, namorados, respectivamente, de Magali e Cascão. E uma longa troca de olhares entre Cebolinha e Mônica, o casal mais esperado do público brasileiro.
Eu demoro um pouco para pensar nas minhas críticas de cinema, pois gosto de considerar bastante os filmes. O filme da Turma da Mônica fica melhor para mim a cada vez que penso em seus detalhes. Não apenas manteve a essência do que é a turma da Mônica e a amizade entre os quatro protagonistas, mas trouxe presentes para todos os fãs que, como eu, puderam agora ver pela primeira vez um live-action desse quadrinho tão amado pelo Brasil.
Apesar da turma ser da Mônica (Mônica e Cebolinha brigam bastante sobre isso, discutindo de quem é a turma... um modo interessante de colocar o nome "Turma da Mônica" dentro do filme), o protagonista acaba sendo o Cebolinha. Mostrando seus clássicos planos infalíveis, sua obsessão em derrotar a Mônica e, claro, o amor que sente por ela, temos um Cebolinha completo. Aliás, são os desenhos do Cebolinha, ou seja, como ele retrata os outros personagens (Mônica, Magali, Cascão, Floquinho) que nos apresentam os personagens como os conhecemos: na imaginação e nos desenhos de uma criança, são assim que eles se parecem.
Ao passearmos pelo bairro, vemos diversos personagens do universo do Bairro do Limoeiro, caracterizados para aparecem poucos segundos até alguns poucos minutos. Mas mesmo assim, houve a preocupação de trazê-los. Titi com sua namorada Aninha, vestindo sua tradicional camiseta listrada, Jeremias, Xabéu, Xaveco (única caracterização que achei estranha) e algumas para fãs um pouco mais entrosados no universo de Maurício de Sousa, Seu Juca (que, por fazer apenas uma ponta, não ficou maluco desta vez) e as irmãs Cremilda e Clotilde, que sempre têm um plano para dar um banho no Cascão. Para fazer referência a isso, quando Cascão passa por elas, uma delas tenta limpá-lo com um espanador. Posteriormente, vemos que houve uma preocupação de caracterizar também os pais dos personagens principais; na minha opinião, Lurdinha, a mãe do Cascão, foi a de maior destaque em relação a aproximação com o desenho apresentado nos quadrinhos.
O plot se inicia quando o cachorro do Cebolinha, Floquinho, é sequestrado. Cebolinha pede para a turma ajudar a achá-lo, e assim começa a aventura. A maior parte do filme é dentro dessa busca, primeiro pelo bairro, depois pelo parque (com um encontro nada agradável com Tonhão e sua turma, valentão que é uma figura frequente nas historinhas) e, por fim, na mata. Cebolinha e Mônica são o foco, mas Cascão e Magali têm seu brilho. Nas revistinhas, várias historinhas são em volta dos problemas causados pelo medo da água do Cascão (e sua agilidade) e pela fome da Magali, e isso é retratado. Um easter egg é dado assum que eles entram na floresta: todos os personagens perdem os sapatos, menos Cebolinha, o único desenhado com sapatos nos quadrinhos. Ele comenta que os outros três vivem perdendo os sapatos.
Visitamos na mata brevemente outra parte do universo de Maurício, o cemitério da Turma do Penadinho. Vemos logo Cranicola em sua pedra, para termos certeza de que estamos no lugar certo. Cascão cita também a expressão "alma penada" em alusão ao protagonista fantasma Penadinho.
Durante a noite na floresta, Cebolinha fica acordado vigiando e acaba encontrando o personagem Louco, retratado por Rodrigo Santoro. Nos quadrinhos, a maioria das histórias do Louco são contracenadas com Cebolinha e, no filme, apenas ele o encontra e tem contato. Eles não se conhecem, logo se apresentam, e Cebolinha já passa a ser chamado, como sempre, de Cenourinha. Esse louco tem suas loucuras materializadas como nos quadrinhos (uma curiosidade: quando o personagem foi criado, isso não acontecia), mas isso não foi colocado de forma extravagante. A loucura de Louco no filme é mais complexa, trazendo um breve momento filosófico ao filme, comentando inclusive sobre o que seria a loucura.
spoiler: A busca chega ao fim quando eles encontram o vilão, que sequestra os cãezinhos para vendê-los para a indústria de cosméticos, a verdadeira grande vilã, utilizá-los como matéria-prima para o creme contra a calvície Cabelol. Fiquei surpresa com a escolha da indústria como antagonista. Como um conceito abstrato, um vilão mediador foi colocado para dar mais clareza ao público, principalmente infantil. Seria inclusive perturbador pensar no que aconteceu com outros cachorros que não tiveram a mesma sorte de Floquinho, resgatado a tempo. Algumas indústrias já foram vilãs em algumas histórias, graças à donos gananciosos ou funcionários preguiçosos, mas achei corajoso trazer esse conceito para o filme. Ao fim, temos uma festa de comemoração. Mais personagens apresentados a nós por aparecerem na festa: Quinzinho e Cascuda, namorados, respectivamente, de Magali e Cascão. E uma longa troca de olhares entre Cebolinha e Mônica, o casal mais esperado do público brasileiro.
Eu demoro um pouco para pensar nas minhas críticas de cinema, pois gosto de considerar bastante os filmes. O filme da Turma da Mônica fica melhor para mim a cada vez que penso em seus detalhes. Não apenas manteve a essência do que é a turma da Mônica e a amizade entre os quatro protagonistas, mas trouxe presentes para todos os fãs que, como eu, puderam agora ver pela primeira vez um live-action desse quadrinho tão amado pelo Brasil.
Um filme com crianças para crianças. Com uma história simples e despreocupada com tudo, se importa bastante e não complicar para que assiste, serve bem para lembrar os quadrinhos, assim como para conhecer o universo da Turma. 殺 O único porém fica para se acostumar com a relação ator e personagem, tudo parece bem estranho nos primeiros minutos, mas nada que estrague a aventura ou seu final. 樂 Nota 4 de 5 no Xinguê Movie Rating: ⭐⭐⭐⭐
eu nem tenho quase palavras pra falar, simplesmente lindo,adorei a música, personagem bem feitos pelos atores e ect
Filme maravilhoso! Feito para quem é fã de verdade (muitos detalhes) e tbm para quem não conhece tão bem a turminha!
Muito bem produzido e dirigido, houve preocupação com os detalhes, a trilha sonora e a cenografia é impecável!
O elenco foi excelentemente bem escolhido e representou fielmente a turminha.
Um filme de dar orgulho a cinematografia brasileira!
Recomendo e vou assistir de novo!
Ah para quem leu o livro o filme é bem fiel, com detalhes a mais que completam a magia e o mundo do Maurício de Sousa.
Muito bem produzido e dirigido, houve preocupação com os detalhes, a trilha sonora e a cenografia é impecável!
O elenco foi excelentemente bem escolhido e representou fielmente a turminha.
Um filme de dar orgulho a cinematografia brasileira!
Recomendo e vou assistir de novo!
Ah para quem leu o livro o filme é bem fiel, com detalhes a mais que completam a magia e o mundo do Maurício de Sousa.
Eu sempre fui um grande fã da Turma da Mônica e me trouxe muita nostalgia esse filme. O Bairro do Limoeiro foi recriado perfeitamente. Ver os personagens principais e coadjuvantes nesse cenário é um presente que Daniel Rezende nos deu. As cenas do Titi e da Aninha, do Xaveco e do Jeremias e do Quinzinho são curtas, mas emocionam. O arco principal da história (a busca pelo Floquinho) acaba se tornando desinteressante pois queria ter visto mais das aventuras pelo bairro. As cenas do Louco são as melhores. Rodrigo Santoro é um ator incrível que trás exatamente o queria ver do personagem. A louca filosofia e os pensamentos dele. Adoraria ver mais da sua relação com o Cebolinha de Kevin Vechiatto. As atuações dos quatro principais são medianas e o Cascão e a Magali são esquecidos ao longo da trama pois a Mônica e o Cebolinha se tornam os principais. É legal ver a maior característica ou medo dos personagens serem desafiados. A fotografia e design de produção são as melhores coisas do filme e gosto da direção de Daniel Rezende. As cenas dos pais são legais de se ver e tentar reconhecer quem é pai de quem mas são desnecessárias. O filme é nostálgico, mas as altas expectativas atrapalham a sessão.
Seja um fã assíduo da turminha desde a primeira infância ou um leitor esporático da galerinha mais amada do Brasil, esse filme é para você. Todo o medo de terem deixado os personagens caricatos demais, ou perdidos demais, ou esquisitos demais, se esvai logo nos primeiros minutos de filme. As crianças estão perfeitas - cada uma com seu jeitinho e personalidade, mas o exagero dos quadrinhos.
Elas são encantadoras e não parecem estar lendo um texto decorado - tudo é espontâneo e natural, como deve ser. O bairro do Limoeiro traduz perfeitamente os quadrinhos e o clima atemporal da trama foi um grande acerto do diretor Daniel Rezende (de Bingo, o rei das manhãs).
A aventura, a diversão e todos os elementos que nos fazem apaixonados pela Turma da Mônica estão lá. E se você é um fissurado como eu, que conhece até os personagens mais obscuros do Mauricio de Sousa, vai adorar todas as participações especiais do filme. Minha dica: fique de olho nos jornais. Além disso, a aparição do Louco é um primor - certamente um dos pontos altos do longa para mim.
Saí do cinema encantada e quero ir assistir novamente nas telonas - dessa vez com a minha mãe, que me apresentou a turminha mais de 20 anos atrás.
Elas são encantadoras e não parecem estar lendo um texto decorado - tudo é espontâneo e natural, como deve ser. O bairro do Limoeiro traduz perfeitamente os quadrinhos e o clima atemporal da trama foi um grande acerto do diretor Daniel Rezende (de Bingo, o rei das manhãs).
A aventura, a diversão e todos os elementos que nos fazem apaixonados pela Turma da Mônica estão lá. E se você é um fissurado como eu, que conhece até os personagens mais obscuros do Mauricio de Sousa, vai adorar todas as participações especiais do filme. Minha dica: fique de olho nos jornais. Além disso, a aparição do Louco é um primor - certamente um dos pontos altos do longa para mim.
Saí do cinema encantada e quero ir assistir novamente nas telonas - dessa vez com a minha mãe, que me apresentou a turminha mais de 20 anos atrás.
O Brasil perdeu uma grande oportunidade de pôr em LiveAction um de seus maiores sucessos de todos os tempos, A turma da Mônica, que não só representa um marco na história das HQs brasileiras, mas também gerações inteiras de fans dos “gibis” de Maurício de Souza, com uma história sem nexo, muito infantil e com atores mirins que poderiam ser melhores trabalhados, fica difícil de avaliar positivamente se o filme já te deixa na expectativa de abandonar o cinema, logo no meio da trama, ou torcer para acabar logo, fica extremamente horrível ver o ator que representa o Cebolinha falando, o cabelo dele é desarrumado, não é penteado com estilo que lembra o personagem, a Magali parece está fingindo até demais, o Cascão tá muito limpo. Na boa, não recomendo à ninguém ver essa perola.
O filme è muito bom minha personagem favorita é a Mônica magali cebolinha e cascão
Eu leio os gibis deles desde criança
Eu leio os gibis deles desde criança
Turma da Mônica: Laços é um filme live-actionda Turma da Mônica produzido pela Maurício de Sousa Produções, dirigido por Daniel Rezende, com roteiro de Thiago Dottori, e estrelado por Giulia Benitte, Kevin Vechiatto, Laura Rauseo e Gabriel Moreira. O filme foi baseado no romance gráfico homônimo por Vitor e Lu Cafaggi e a série de histórias em quadrinhos homônima pelo Maurício de Sousa. Dia 19 de junho de 2019 foi lançado o episódio Laços de Amizade do Mônica Toy, dedicado ao filme.
Floquinho, o cachorro do Cebolinha, desapareceu. Ele desenvolve um plano infalível para resgatar o cãozinho, mas para isso vai precisar da ajuda de seus fiéis amigos: Mônica, Magali e Cascão. Juntos, eles irão enfrentar desafios e viver grandes aventuras para levar Floquinho de volta para casa.
Turma da Mônica - Laços proporciona um roteiro muito bem feito e não errou em nada, apesar dos atores mirins não tenha experiência de atores foram muito bem no seu primeiro filme de sua carreira promissora, aventura para lá de engraçado e emocionante mal pisquei os meus olhos vendo este filme adaptado em live action, já li e reli muitos história em quadradinhos da turminha mais queridas do Brasil. Por isso a minha nota do filme é 4,5 (muito bom) de 5,0.
Floquinho, o cachorro do Cebolinha, desapareceu. Ele desenvolve um plano infalível para resgatar o cãozinho, mas para isso vai precisar da ajuda de seus fiéis amigos: Mônica, Magali e Cascão. Juntos, eles irão enfrentar desafios e viver grandes aventuras para levar Floquinho de volta para casa.
Turma da Mônica - Laços proporciona um roteiro muito bem feito e não errou em nada, apesar dos atores mirins não tenha experiência de atores foram muito bem no seu primeiro filme de sua carreira promissora, aventura para lá de engraçado e emocionante mal pisquei os meus olhos vendo este filme adaptado em live action, já li e reli muitos história em quadradinhos da turminha mais queridas do Brasil. Por isso a minha nota do filme é 4,5 (muito bom) de 5,0.
eu gosto da monica cascao cebolinha do contra todos os personagens eu queria compra mas vai lçar nas bde feiras e bom demais pessoal eu quero os filmes no mega filmes em todo tipo de filmes linkis de filmes qualquer um todo tipo de filme todas as comargas
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