A Freira
Média
3,3
2052 notas

221 Críticas do usuário

5
30 críticas
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Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de setembro de 2018
Todo marketing era esperado algo mais pesado e maligno, a cena de introdução foi assim, depois entrega uma história ok sem nenhuma grande novidade, dar mais base aos personagens do que a própria Freira.

Critica completa no Portal parsageeks.com.br
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de novembro de 2018
É bom... bem bom... mas não é possível filmes como O Exorcista, que cria uma atmosfera realmente macabra... A Freira lembra até filmes de ação em alguns momentos... mas tem um bom enredo e uma história bem bacana.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 973 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de setembro de 2018
Está no mesmo nível de onde vem sua franquia. Uma história bem dirigida, arrematada e com ótimo link ao original. Os efeitos são bons e os sustos também. O elenco é perfeito. Não deixa a desejar. Esperamos a continuação.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 895 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de abril de 2025
A freira é um filme de horror dirigido por Corin Hardy e roteiro de Gary Dauberman e James Wan. O filme conta a história de irmão irene (Taissa Farmiga), uma jovem que ainda irá fazer seus votos para se tornar freira, e do padre Burke (Demián Bichir) que recebem ordens do vaticano para se deslocarem a um convento em um vilarejo da Romênia. Nesse local, em poucos dias, uma freira cometeu suicídio e ambos devem investigar o que houve. Junta-se a eles, o morador local Frenchie (Jonas Bloquet). Esse filme em especial teve o seu marketing muito bem anunciado, sendo a promessa de ser o mais aterrorizante do universo de “Invocação do mal”, mas sabemos que não foi bem isso que ocorreu. Sendo o quinto filme desse universo, na ordem cronológica, a freira é o primeiro, pois está situado há duas décadas do primeiro “invocação do mal”. Podemos dizer que a fotografia do filme foi boa, pois soube conduzir bem a tonalidade de dentro do convento e no momento das aparições. Além das cenas no vilarejo da Romênia da impressão de ser realmente um lugar isolado. Porém, o roteiro deixa muito a desejar, a ideia de levar um pouco de comédia em algumas cenas para aliviar os sustos super previsível chega a irritar. Não temos no roteiro a construção da narrativa do demônio, o filme perde tempo com cenas de susto que não são empolgantes.
Jorge S.
Jorge S.

11 seguidores 16 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de setembro de 2018
Gostei do filme ele prende você e não dá descanso, filme curto que na verdade esperava um pouco mais, achei o final simplório mas bacaninha. assitam
Felipe F.
Felipe F.

3.725 seguidores 758 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 5 de janeiro de 2019
Provavelmente a franquia Invocação do Mal é a de mais sucesso atualmente entre as de horror, além dos dois filmes da saga original, a franquia chega agora a seu segundo spin off, sendo o primeiro Annabelle que já teve também a sua continuação.
Em A Freira temos um cenário que poderia ser muito mais explorado, é um ótimo lugar e época mas o diretor Corin Hardy parece não saber criar cenas de terror. As atuações também não são lá muito convincentes, a trilha sonora não é lá muito tensa, a única música boa é o tema clássico da Freira que já havia sido ouvida em Invocação do Mal 2, vale dar uma ressalva a toda a parte técnica do longa, efeitos, fotografia e também maquiagem e figurino.
O mais importante no longa não funciona, que é o seu terror, é fraco, além de tudo a premissa é furada, a escolha da personagem de Taissa Farmiga para investigar os acontecimentos é uma lacuna enorme no roteiro. A sensação que fica é que A Freira poderia ser muito melhor, o cenário era pérfeito, mas infelizmente é mal aproveitado pela direção para criar terror e suspense, engana também quem pensa que é um filme de origem do tal demônio, é puro marketing enganoso.
Bruno Campos
Bruno Campos

630 seguidores 262 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de outubro de 2018
Bom. Ainda q seja o menos assustador de todos os filmes q o aqui produtor e colaborador de roteiro James Wan ("Annabelle", "Invocação do Mal", "Sobrenatural") apresenta, os apreciadores do gênero terror não perderão a viagem.
Otavio W.
Otavio W.

451 seguidores 247 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 8 de setembro de 2018
Hoje dia de assistir mais um filme de terror, que quase não tem nada de terror, e fica por aí mesmo, e dessa vez nem para dar uma risadinha aqui e ali deu. O começo do filme tenta, mais uma vez, mostrar que coisas baseadas em fatos reais devem ser mais assustadoras que outros contos, e aqui passa da superficialidade para nenhuma importância, se era para parecer real, tudo pareceu bem falso. Logo o filme entra no que importa, impressionar com mortes, sustos e tudo mais, e é em tudo isso que o filme falha com maestria. Os cenários chamam bem mais atenção que a fraca história. Tudo parece ser aterrorizante, principalmente por ser uma velha igreja com um cemitério de fundo, mas como nada disso é bem aproveitado, o que mais fica evidente é que tudo tem que ser bem escuro, macabro e só. Os personagens são poucos e nenhum carismático. O filme vive de situações que são claramente ilusórias e pouco dramáticas, o começo do filme até tenta ser mais emocionante, mas depois de 30 minutos de filme, quase nenhuma cena é realmente interessante de acompanhar. Os sustos são poucos, menos de 10, e quase todos são bem previsíveis, e outros são tão absurdos que a lógica para dar susto perde o sentido. Algo que ainda piora a situações é tentar mostrar tudo como se fossem monstros e não assombrações, o que deixa o filme com uma rotina ruim de nada parecer real. Se a história não empolgava muito, seu fim é ainda mais sem noção, com tons religiosos bem intensos, cria-se uma história muito fantasiosa, muito sem sentido para tentar dar sentido ao filme, e tudo termina numa aventura quase boba, e sem muitas emoções. No geral, um filme que não mostra um bom roteiro para um filme de terror, e seus personagens ainda menos, com uma continuidade que tenta surpreender, e que na verdade acaba sendo quase tudo muito previsível e sem graça, deixa uma experiência mais interessante pelo cenário do que para todo o resto.

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Otávio S.
Otávio S.

16 seguidores 103 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de dezembro de 2020
O filme é bom, alguns sustos, também achei que esse lado um pouco cômico tirou uma certa dose de terror que deveria existir na história, algumas cenas meio que auto explicativas demais, bons atores, ambiente tenebroso, boa amarração no final ligando a um dos filmes de invocação do mal. Balanceando tudo, o filme é realmente bom, entretanto, o gancho deixado pelos seus antecessores merecia algo mais impactante. 
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 509 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 7 de junho de 2025
Sinopse:
Presa em um convento na Romênia, uma freira comete suicídio. Para investigar o caso, o Vaticano envia um padre assombrado e uma noviça prestes a se tornar freira. Arriscando suas vidas, a fé e até suas almas, os dois descobrem um segredo profano e se confrontam com uma força do mal que toma a forma de uma freira demoníaca e transforma o convento em um campo de batalha.

Crítica:
"A Feira", dirigido por Corin Hardy, é um filme que, apesar de tentar expandir o universo de "Invocação do Mal", acaba caindo em clichês que limitam seu potencial. Embora apresente elementos visuais impressionantes e uma ambientação gótica intrigante, a narrativa falha em se sustentar, repetindo fórmulas já desgastadas dentro do gênero de terror sobrenatural.

O enredo começa promissor, com a ideia de um convento na Romênia e uma freira que comete suicídio, criando uma atmosfera de mistério e tensão. A presença do padre assombrado e da noviça, imbuídos de uma fé intensa, poderia resultar em um desenvolvimento fascinante. No entanto, a personagens não são suficientemente aprofundados, deixando o público sem uma conexão emocional real com suas lutas. Taissa Farmiga e Demián Bichir tentam trazer profundidade aos seus papéis, mas o roteiro não lhes dá substância suficiente.

A mistura de ambientes escuros e elementos góticos criam uma estética que poderia ter sido realmente aterrorizante. Contudo, o filme recorre a jumpscares previsíveis, que acabam se tornando mais irritantes do que assustadores. A teologia subjacente, embora interessante, não é explorada de forma a elevar a trama, resultando em diálogos superficiais que soam vazios.

Além disso, a "freira demoníaca", representada pela sempre aterrorizante Bonnie Aarons, poderia ter sido uma figura central mais impactante. Sua presença promete um terror palpável, mas sua atuação acaba sendo comprometida por um roteiro que não desenvolve sua complexidade. Ao invés de se tornar uma figura de medo, ela cai na armadilha de antagonistas monocórdicos, reduzindo a tensão da qual o filme inicialmente se aproveitava.

Em resumo, "A Feira" se apresenta como um espetáculo visual que falha em entregar uma história envolvente. Apesar de trazer alguns momentos de tensão e sustos temporários, a falta de profundidade nas personagens e a previsibilidade de seu enredo acabam ofuscando suas qualidades. É uma experiência que pode entreter os fãs do gênero, mas que provavelmente não deixará uma marca duradoura.
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