Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio: Críticas - Página 2
Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio
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Phelipe A.
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2,5
Enviada em 12 de maio de 2022
O terceiro filme da franquia Invocação do Mal já está em cartaz e conta com uma dinâmica diferente das anteriores, agora mais focada no casal Warren e menos assustador, mas que ainda assim agrada e nos faz querer saber mais sobre a vida dos protagonistas.
Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio revela uma história assustadora de terror, assassinato e um desconhecido mal que chocou até os experientes investigadores de atividades paranormais Ed (Patrick Wilson) e Lorraine Warren (Vera Farmiga). Um dos casos mais sensacionais de seus arquivos, começa com uma luta pela alma de um garoto, depois os leva para além de tudo o que já haviam visto antes, para marcar a primeira vez na história dos Estados Unidos que um suspeito de assassinato alega ter tido uma possessão demoníaca como defesa.
Esse se torna o pano de fundo da historia que é focada no casal que enfrenta um algoz com dons paranormais poderosos, essa pequena diferença muda muito o que já era esperado pelos fãs da franquia, o que leva Atividade Paranormal para um outro patamar, A mudança incomoda um pouco mas é esquecida já que a dupla Ed (Patrick Wilson) e Lorraine Warren (Vera Farmiga) são muito carismáticos e ficamos com vontade de saber mais sobre sua história pessoal.
A ligação com a realidade é muito bem contada e mesmo com o fantasioso estando sempre presente a franquia continua nos deixando intrigados com o que é real e o que é fantasia. Invocação do Mal 3 continua a saga dos Warren mas desta vez sem deixar pontas soltas para uma possível continuação ou até mesmo um spin-off, só espero que não seja um final e que contem mais histórias bizarras e paranormais.
Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio vale o ingresso e precisa ser visto nos cinemas, pois é preciso sentir o clima tenso e aterrorizante das possessões demoníacas.
O filme cumpre seu papel, mas é inferior aos primeiros. Focou bem na investigação do satanismo, mas de terror mesmo não se equiparou aos antecessores. Ainda assim, não deixa de ser um bom filme. Vera Farmiga e Patrick Wilson sempre muito bem no papel do casal Warren.
Tenso, divertido e com cenas muito bem feitas, de gelar a espinha, que prendem o espectador do início ao fim (tem um trecho assustador de exorcismo), o mais recente capítulo da franquia de terror "Invocação do Mal" acertadamente adota um estilo diferente dos filmes anteriores, pendendo muito mais para o suspense e a investigação com pitadas de romance e economizando nos jump scares e nas aparições sobrenaturais, além disso, a dupla de atores Vera Farmiga e Patrick Wilson continuam maravilhosos como a médium Lorraine e o demonologista Ed.
Tenso, divertido e com cenas muito bem feitas, de gelar a espinha, que prendem o espectador do início ao fim (tem um trecho assustador de exorcismo), o mais recente capítulo da franquia de terror "Invocação do Mal" acertadamente adota um estilo diferente dos filmes anteriores, pendendo muito mais para o suspense e a investigação com pitadas de romance e economizando nos jump scares e nas aparições sobrenaturais, além disso, a dupla de atores Vera Farmiga e Patrick Wilson continuam maravilhosos como a médium Lorraine e o demonologista Ed.
Uma investigação policial em um caso sobrenatural poderia render uma ótima trama e um ótimo filme de terror, mas não é o que acontece aqui, o filme se rende a uma trama fraca e previsível, e ainda conta com várias facilitações de roteiro que nem a parte técnica do filme consegue ser atrativa. Pífio e Chato.
Terceiro episódio dos casos do casal Warren. Demônio entrou num menino que matou o chefe. Culpa de uma satanista doida varrida. O casal tenta salvar ele e parar a doida de amaldiçoar mais perdidos na história. Bem legal, continua tudo muito bom.
Estava bastante curioso pra ver como seria a abordagem com a mudança de diretor. Tinha o receio de esse filme ser uma espécie de caricatura do que já foi feito anteriormente na franquia, mantendo sua estrutura básica mas se tornando algo meio genérico.
A verdade é que o Michael Chaves dá muito mais atenção para a manifestação formal do sobrenatural do que para uma evolução dramática no filme. Pelo menos na minha percepção é um filme com uma atmosfera bem menos assustadora do que os anteriores, justamente por não dar tanta atenção à carga dramática proveniente dos acontecidos.
E nada disso acaba sendo ruim, porque o foco maior no fenômeno do sobrenatural é muito bem construído pelo diretor, especialmente no sentido de passar um senso de desorientação dos espaços pela maneira como a decupagem é conduzida.
É verdade que algumas cenas que colocam Ed e Lorraine como os centrais não funciona muito bem, principalmente nesse epílogo que tenta dar um fechamento mais convencional à história, mas algumas cenas durante a investigação também ficam muito soltas dentro da atmosfera proposta pelo filme.
Ainda assim, o filme se sai bem nessa proposta de luta contra o sobrenatural, o que acaba diminuindo a importância de não ter uma figura tão representativa do mal, como foi Annabelle e a Freira nos anteriores. A desorientação dos personagens é muito bem articulada e em nenhum momento soa como um mero recurso
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