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Boston Globe
Absurdamente prazeroso de assistir e ouvir, uma demonstração sem esforços de elegância da direção de fotografia e figurino até os personagens e o que eles dizem.
Chicago Sun-Times
Anderson desenvolve "Trama Fantasma" quase como se fosse um mistério dos anos 50, e há alguns elementos escuros de intriga na história - mas esse não é um conto estilo Hitchcock de luxo, traição e assassinato. É uma análise fascinante sobre um homem compulsivo-obsessivo, egocêntrico e incrivelmente talentoso.
New York Times
À primeira vista, a estranheza cativante do humor e da elegância no roteiro são prováveis de manter sua atenção, mas depois você pode voltar para saborear as cores luxuosas, as performances pólidas e o mistério romântico que mantém tudo unido.
O Globo
O que parece ser mais uma trama sobre os abusos sofridos pelas mulheres se torna algo maior sobre uma relação de ciúmes, amor doentio e codependência, e Anderson surpreende mais uma vez ao fazer um filme sobre o universo feminino — a ponto de transformar [Vicky] Krieps na protagonista da narrativa.
Omelete
Se Paul Thomas Anderson sempre foi conhecido pelo rigor da forma nos seus filmes, e pelo andamento também rigoroso com que acelera ou dilata a ação, em Trama Fantasma isso fica mais sinuoso e não tão latente.
Screen International
Anderson criou um drama de época com uma surpreendente tonalidade fluida, e Daniel Day-Lewis e Vicky Krieps entregam performances reservadas que lentamente revelam significado profundo, transcendendo o potencial cliché do material para atingir algo muito além e mais misterioso sobre desejo, ambição e controle.
The Guardian
Eu não conseguia assistir ao Day-Lewis sem sorrir de orelha à orelha com sua criação. Mas não é para ele ser engraçado ou simples. [...] Há tanto puro prazer delicioso nesse filme, em suas estranhezas, sua veêmencia, seus toques de absurdo, carregados com uma súper elegância.
The Hollywood Reporter
Mais inconvencional e simplesmente estranho nos momentos básicas do que é no design e na intenção no geral, é um trabalho singular que acontece em pequenos cômodos, o que lembra os melodramas psicológicos dos anos 40 e 50, mas atinge notas estilísticas completamente únicas.
The Playlist
A estética discreta de Anderson, calibrada para destacar seus atores e, claro, a moda, desmente seu luxo enganador. Esse é um filme dentro do qual você vai querer morar pela simples alegria de poder desvendar o domínio sem esforços de Anderson.
Papo de Cinema
Com um notável refinamento – os impecáveis figurinos e direção de arte, a fotografia em 35 mm, as belíssimas peças ao piano da trilha sonora de Jonny Greenwood – "Trama Fantasma" surpreende ainda pela utilização, igualmente elegante, do humor.
ScreenCrush
"Trama Fantasma" é clássico e deliberado, com poucas de suas marcas anteriores [...] Isso pode frustrar alguns fãs de Anderson, mas o luxo de "Trama Fantasma" mantém-se perfeitamente restrito à estética, combinando com a aproximação de Reynolds Woodcock ao design.
Washington Post
Se "Trama Fantasma" não é exatamente um triunfo narrativo, ele ainda consegue entregar, principalmente como uma evocação assombrada de entusiasmo, apetite e busca pela estética como seu campo mais raro.
Almanaque Virtual
As interpretações são, com toda certeza, o ponto alto do filme, até porque o foco de Anderson se concentra nos personagens e nas dinâmicas venenosas-porém-requintadas entre eles.
Cineplayers
Intimidades. Anderson filma intimidades. Nas intimidades residem constatações de condutas que moldam os personagens revelados sem pudores em cena sob uma luz imprecisa, até o ponto em que identificamos estranhezas e finalmente a compreendemos.
Folha de São Paulo
"Trama Fantasma" é, antes de tudo, uma trama francamente fora do espírito de correção política contemporâneo. Mais ainda se levarmos em conta o caráter radical das recentes manifestações feministas.
Estado de São Paulo
O preço a pagar em obra tão milimetricamente calculada como "Trama Fantasma" é uma certa frieza. A impressão – que não deve andar longe da realidade – é de ser pensada demais, contida em excesso, polida um pouco além da conta.
Rubens Ewald
Na verdade, toda a primeira metade do filme é um primor de elegância e requinte de imagem, de espantar os olhos e os sentidos. Paul Thomas de repente vira um diretor de imagens de grande delicadeza e momentos de discretos conflitos.
Variety
"Trama Fantasma" te cativa e te carrega [...] Ainda assim, é um filme teórico: a história de um narcisista bully que não possui a habilidade de ter um relacionamento, e a forma absurda como ele foi ensinado a ser um humano. É a história de um controlador estranho feito por um controlador estranho.