Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    Depois a Louca Sou Eu
    Média
    3,1
    5 notas e 2 críticas
    distribuição de 2 críticas por nota
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    2 críticas do leitor

    @cinemacrica
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    3,0
    Enviada em 1 de março de 2021
    (Insta: @cinemacrica): O turbilhão de possibilidades, geralmente negativas, é o que preenche de forma incansável a mente de Dani. Na prática, estamos falando de ansiedade em níveis insalubres e frequentes crises de pânico. A negatividade da patologia psíquica tem uma abordagem cômica sob o olhar da diretora Julia Rezende, que tomou como base o romance homônimo de Tati Bernardi.
    O drama da protagonista é remontado desde a sua infância. As crises constantes, portanto, não são novidade, mas reincidem em situações paralelas, como a dificuldade de consumar a primeira transa, ou em novas abordagens ainda arrastadas em velhos vícios como as paranóias ligadas ao trabalho. O esforço de pactuar o entendimento dessa debilidade mental da ficção com a audiência é competente. Julia Rezende consegue construir uma unidade estilística propositalmente imatura baseada em colorações vivas, montagem ágil, narração em voice off e uso de letreiros sobrescritos nos planos. Sobre esses elementos, destaco o constante uso de closes e enquadramentos feitos de forma angulada que consistentemente seguem a regra "dos terços". Ou seja, os personagens não são centralizados, mas ocupam, ora a linha que separa o primeiro terço do segundo terço do quadro, ora na segunda linha que separa o segundo e terceiro terço. Esse dinamismo focado contribui substancialmente para transmitir as inquietações de Dani. Talvez sirva de referência para alguns, o longa se aproxima de uma estética pop como o feito no antigo seriado "Confissões de Adolescente".
    Apesar de o formato cômico-trágico ser funcional, os desdobramentos narrativos não são diferenciados. Mesmo falando sobre a simplicidade do cotidiano submetido aos caprichos da ansiedade, são poucos os episódios que conferem notoriedade ao processo. Destaco, por exemplo, a investida de tratamento por meios alternativos. Mas não há muito destaque além desse, segue-se a via de relatar desilusões amorosas e superações no trabalho.
    Mauro A
    Mauro A

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    3,5
    Enviada em 3 de março de 2021
    Assim com Bud Spencer e Terence Hill, Paul Newman e Robert Redford, Yara e a Débora estão no ponto para se tornarem uma dupla das artes! A interpretação de ambas no filme foi maravilhosa, há muito que eu não ai assistir cinema nacional pois é cada porcaria que andam lançando!
    Mas, neste filme, me identifiquei muito com o personagem da Débora pois, já sofri de pânico e, posteriormente, de depressão, venho fazendo tratamento hoje à base de antidepressivos, inclusive do Rivotril (tomo 10 gotas antes de dormir). Pois a Débora, tão quietinha e acanhada como nos parece, se transforma diante das telas que fiquei a pensar: Será a Débora que eu conheço? Vale a pena!
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