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Nelson J
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1.977 críticas
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3,5
Enviada em 30 de setembro de 2019
Brad é um astronauta com muita dificuldade de relacionamento e decide ir até Netuno ao saber que seu pai que também é astronauta não está morto. Filme existencial sobre o significados da vida e das relações humanas.
Com trama interessante fica preso no drama com pouco envolvimento e muito dramático. Tommy Lee Jones faz uma curta aparição e Brad Pitt encarna o drama. Passatempo
Reconheço que não sou um fã de filmes no espaço e isso pode ter influenciado minha nota, porém, Ad Astra é muito mais reflexivo e profundo do que uma viagem a órbita. É um auto resgate de si mesmo.
spoiler: As vezes é melhor deixar ir embora de uma vez aquilo que foi perdido há muito tempo.
"Humanos mais uma vez brigando por recursos", frase dita pelo personagem de Brad Pitt numa trajetória sendo feita de carro espacial na lua, quando são atacados por "piratas" espaciais. Muito pertinente por sinal, provando que até mesmo num futuro utópico a ganância não tem cura. Sendo assim também, a figura do pai do protagonista que se "perdeu" numa viagem de exploração por Netuno, em busca de vida inteligente. É aí que nasce a trama da história, Roy descobre que seu pai não está perdido e nem morto, apenas não voltou por alguma causa, e parte em busca de respostas por amor a um pai que nunca o amou de fato. As cenas de adrenalina foram muito bem criadas e editadas. Não me surpreenderia e até ficaria feliz se a tecnologia nos permitisse chegar tão longe e de uma forma tão natural aos demais planetas e viajar com tanta segurança pelo espaço. É um bom filme, mas nada de novo ao Sol.
Tem coisa muito melhor e tem coisa muito pior. Ad Astra fica num interessante meio termo. Como uma grande promessa que nunca se concretizou mas ainda assim satisfez alguma coisa. O que satisfez? A vontade de ver mais uma grande produção Sci Fi com um elenco estelar de primeira…O que muito prometeu? Continuar a linha exitosa recente de Interestelar e Gravidade na vertente. Mas tem seus momentos… mínimos mas tem. Pitt, Jones, Sutherland, Tyler e Negga estão entre estes mínimos momentos muito bons. Mas mereciam um roteiro e uma direção à altura de suas muito boas interpretações. É ruim? Não! Mas não empolga! A verve intimista adoptada não chega a ser um equívoco entretanto não consegue cativar, fazer refletir etc…
Ad Astra - Rumo às Estrelas tem uma pegada cadenciada, mas entrega mensagens e dilemas bem significativos que fazem valer a pena acompanhar essa história, além de quando precisa, Brad Pitt entrega muito bem e a parte visual se não é assombrosa, consegue entreter para que não fique sonolento as coisas, um bom filme.
Para ler a crítica completa. link a seguir: http://www.parsageeks.com.br/2019/09/critica-cinema-ad-astra-rumo-as-estrelas.html
O conceito visual e a atuação central são os pontos altos do filme, que sofre por ser arrastado e cheio de si. O elemento reflexivo não é tão denso quanto faz parecer e alguns conceitos futuristas são exagerados e improváveis.
Que ano para o astro Brad Pitt,além da participação magistral em Once Upon a Time in Hollywood,o galã entrega mais uma grande atuação em uma pretenciosa ficção científica sobre o homem.Roy é um engenheiro civil que tem agora a missão de sua vida,ele parte em uma expedição a Netuno (onde décadas atrás seu pai foi e nunca voltou),para analisar sinais misteriosos enviados de lá,sendo uma jornada de auto descoberta.O que vemos nesse filme não é o divertimento escapista e sim um longa que se preocupa em ser relevante sobre os questionamentos relacionados ao ser humano.Se fossemos extrair a essência do longa poderíamos fazer referências a 2001 claro,Interestelar e O Primeiro Homem,e tudo bem nitdo.A direção é do James Gray que conduz a história sem pressa que consequentimente cadencia seu ritmo.Tecnicamente esse filme vai competir muito em premiações,a estética em cena impressiona com um belo CGI,o som tem sua edição e mixagem perfeitos que realçam a grande escala presente no CGI e até na leveza dos movimentos com a câmera.Roteiro escrito também pelo Gray é um estudo do personagem principal que tem uma imagem de heroísmo muito forte de seu pai e seus problemas com sua ex-esposa que o corrompem,a jornada feita por ele é que vai definir seu futuro em si.As interpretações aqui são de qualidade,Tommy Lee Jones tem grande presença e Liv Tyler,Donald Sutherland e Ruth Negga tem sua função na trama.Mas quem rouba a cena é o Brad Pitt,é um homem sério que acumula dor e mágoas do passado,a falta da figura paterna é algo que o deixa triste e o ator passa essa melancolia que é muito bem interpretada.Talvez o maior problema seja o ritmo,a montagem se complica bastante em certos momentos e o ritmo se torna inimigo.Com a parte técnica impecável e uma forte interpretação de seu protagonista,Ad Astra tem algo a dizer sobre as relações humanas mesmo que as vezes lento demais.
Sinopse: Um homem viaja pelo interior de um sistema solar sem lei para encontrar seu pai desaparecido, um cientista renegado que representa uma ameaça à humanidade.
Crítica: "Ad Astra" é uma jornada introspectiva que explora os limites da solidão e da conexão humana no vasto cosmos. A narrativa segue Roy McBride, interpretado por Brad Pitt, em sua busca pelo pai desaparecido e pela verdade por trás de um fenômeno que coloca a vida na Terra em risco.
O filme se distingue pela sua cinematografia deslumbrante, onde as vastas paisagens espaciais contrastam com o íntimo dilema emocional do protagonista. A direção de James Gray traz uma sensibilidade rara ao gênero de ficção científica, focando mais nas emoções do que nas explosões típicas do espaço. A profundidade do relacionamento entre pai e filho é um dos pontos centrais da trama, e à medida que Roy viaja por planetas remotos, sua jornada se torna um reflexo de busca não apenas por respostas, mas por um sentido de pertença.
Brad Pitt entrega uma atuação contida e profunda, capturando a complexidade de um homem em silêncio lidando com suas inseguranças e traumas. A relação com o pai, interpretado por Tommy Lee Jones, se revela uma metáfora poderosa para os relacionamentos que nos definem, mesmo na ausência.
Embora o filme apresente um ritmo deliberado, que pode desagradar espectadores em busca de ação desenfreada, essa escolha estilística permite que as emoções e conflitos internos dos personagens sejam explorados de maneira rica e significativa. Os momentos de reflexão são pontuados por sequências visuais impressionantes que elevam a narrativa a um nível quase poético.
"Ad Astra" pode acertar em cheio para aqueles dispostos a embarcar nessa jornada emocional, apreciando a fusão da ficção científica com uma introspecção filosófica. A ambição e a solidão do personagem principal ecoam em uma entrega visual que, mesmo com algumas falhas narrativas, proporciona um espaço contemplativo sobre o que significa amar e perder no universo infinito. A obra se destaca como uma reflexão sobre como as relações familiares e os desafios pessoais são tão vastos e complexos quanto o próprio universo.
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