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Alan
16 seguidores
359 críticas
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3,5
Enviada em 12 de abril de 2026
Bom filme. Equilibra bem o tom reflexivo e a ação. Os efeitos especiais são muito bem efeitos, as representações dos planetas, da Lua e das espaçonaves ficaram ótimas
Sinopse: Um homem viaja pelo interior de um sistema solar sem lei para encontrar seu pai desaparecido, um cientista renegado que representa uma ameaça à humanidade.
Crítica: "Ad Astra" é uma jornada introspectiva que explora os limites da solidão e da conexão humana no vasto cosmos. A narrativa segue Roy McBride, interpretado por Brad Pitt, em sua busca pelo pai desaparecido e pela verdade por trás de um fenômeno que coloca a vida na Terra em risco.
O filme se distingue pela sua cinematografia deslumbrante, onde as vastas paisagens espaciais contrastam com o íntimo dilema emocional do protagonista. A direção de James Gray traz uma sensibilidade rara ao gênero de ficção científica, focando mais nas emoções do que nas explosões típicas do espaço. A profundidade do relacionamento entre pai e filho é um dos pontos centrais da trama, e à medida que Roy viaja por planetas remotos, sua jornada se torna um reflexo de busca não apenas por respostas, mas por um sentido de pertença.
Brad Pitt entrega uma atuação contida e profunda, capturando a complexidade de um homem em silêncio lidando com suas inseguranças e traumas. A relação com o pai, interpretado por Tommy Lee Jones, se revela uma metáfora poderosa para os relacionamentos que nos definem, mesmo na ausência.
Embora o filme apresente um ritmo deliberado, que pode desagradar espectadores em busca de ação desenfreada, essa escolha estilística permite que as emoções e conflitos internos dos personagens sejam explorados de maneira rica e significativa. Os momentos de reflexão são pontuados por sequências visuais impressionantes que elevam a narrativa a um nível quase poético.
"Ad Astra" pode acertar em cheio para aqueles dispostos a embarcar nessa jornada emocional, apreciando a fusão da ficção científica com uma introspecção filosófica. A ambição e a solidão do personagem principal ecoam em uma entrega visual que, mesmo com algumas falhas narrativas, proporciona um espaço contemplativo sobre o que significa amar e perder no universo infinito. A obra se destaca como uma reflexão sobre como as relações familiares e os desafios pessoais são tão vastos e complexos quanto o próprio universo.
Filme: AD ASTRA Assistido: 10-01-25 Elenco: @bradpittofficial @tommy.leejones1 Donald Sutherland, @negga.ruth Modelo: #ficção #suspense Duração: 2HS Ano: 2019 Minha opinião: Um filme de ficção Cientifica com Pitt, para Jones já é o segundo, o primeiro foi “Cowboys do Espaço” de 2000. Temos Jones como o pai de Pitt, e que deixou a Terra e o Pitt, e por isso Pitt guarda uma grande magoa do pai, que o trocou por desvendar o Universo e Jones é considerado o maior astronauta do Mundo, pois chegou onde nenhum ser humano já chegou. Pitt cresceu e também se tornou um astronauta. E quando a base recebe um mensagem de Jones, então os generais da aeronáutica chama Pitt para ver se não quer investigar e seria enviado para Saturno. Que é onde esta a ultima base da Terra. Para isso ele precisa ir até a Lua e depois até Marte sendo uma base e depois até a base de Saturno. Mas isso que é explicado facilmente aqui, não é assim que acontece. Na Lua existem mercenários na Lua onde fica em fogo cruzado, que isso achei bizarro. Em Marte tentam impedir ele de prosseguir, mas consegue, mas quando esta no foguete, tentam prende-lo mas Pitt acaba matando 3 astrounautas. Até chegar e encontrar seu pai vivo, mas a tripulação morta. Depois dos 2 abrirem o coração e Pitt convencer Jones de voltar. E um ultimo trabalho é destruir a estação que impede o envio de sinais. Uma vez no espaço, Jones se solta e vaga pelo espaço. E uma das cenas mais forçada depois da perseguição na Lua. Onde Pitt sem uma nave, vaga pelo espaço e passa pelo anel de Saturno com um escudo para que não seja atingido. Kkkkkkk e depois entra na sua nave que falta propulsor, mas usa a explosão da estação para voltar a Terra. Creio que criaram tudo isso para dar mais emoção no filme, mas achei que forçaram. Mas para não ser como “2001 Uma Odisseia no Espaço” em quanto na Odisséia para acoplar uma nave na outra dura uma eternidade, aqui é a coisa mais simples. Roteiro e enredo existe toda uma lógica. Mas as cenas que forçam no filme. Não é fácil de engolir. Mas os efeitos especiais, são bons. Vale apena assistir? Sim se você gosta deste estilo de filme. Nota: 6
Produção fantástica, pena que o filme não corresponde à ela: introspecções rasas e exaustivas (impressionante como passados 55 anos, o filme "2001" do Kubrick ainda emoldura essas produções, geralmente sem a devida correspondência), erros científicos catastróficos: hoje uma viagem da Terra à Netuno demoraria 9 anos, no filme uns 3 meses, mas mesmo assim o personagem de Brad Pitt reclama dos efeitos da gravidade zero, sendo que o recorde atual é de quase um ano no espaço; a nave vai "enfileirando planetas", Jupiter, Saturno (pularam Urano porque não é tão impactante), sendo que eles estão distantes zilhões de quilômetros uns dos outros e não em linha reta. A conclusão beira ao ridículo: spoiler: viajo 4 bilhões de km para resgatar meu pai, que não quer ser resgatado, mesmo assim eu o retiro da nave, para simplesmente soltá-lo espaço a fora
Reconheço que não sou um fã de filmes no espaço e isso pode ter influenciado minha nota, porém, Ad Astra é muito mais reflexivo e profundo do que uma viagem a órbita. É um auto resgate de si mesmo.
spoiler: As vezes é melhor deixar ir embora de uma vez aquilo que foi perdido há muito tempo.
Tem coisa muito melhor e tem coisa muito pior. Ad Astra fica num interessante meio termo. Como uma grande promessa que nunca se concretizou mas ainda assim satisfez alguma coisa. O que satisfez? A vontade de ver mais uma grande produção Sci Fi com um elenco estelar de primeira…O que muito prometeu? Continuar a linha exitosa recente de Interestelar e Gravidade na vertente. Mas tem seus momentos… mínimos mas tem. Pitt, Jones, Sutherland, Tyler e Negga estão entre estes mínimos momentos muito bons. Mas mereciam um roteiro e uma direção à altura de suas muito boas interpretações. É ruim? Não! Mas não empolga! A verve intimista adoptada não chega a ser um equívoco entretanto não consegue cativar, fazer refletir etc…
Brad Pitt é ótimo como sempre, mas o filme é basicamente isso: vai pra Lua, depois pra Marte, spoiler: vai pra Netuno ajuda o pai a se matar e volta pra Terra , depois de refletir muito sobre a vida com as inumeras sessões de terapia que o acompanham durante o filme inteiro. Nada de muito WOW, mas legal porque prende a atenção do espectador com a promessa que algo que vai acontecer, mas não acontece.
O filme me decepcionou, tirando efeitos visuais e sonoros, aliás este segundo rendeu ao filme uma indicação ao Oscar, o restante não é grande coisa, um drama entre pai e filho envolto em uma ficção científica, mas que se desenrola de forma muito lenta e pouco estimulante.
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