Dentro de um trem que percorre os países da antiga União Soviética, uma voz feminina e uma voz masculina leem as memórias de um sobrevivente da Segunda Guerra Mundial, que foi obrigado a trabalhar no campo de concentração de Treblinkla e colaborar com a morte de dezenas de milhares de judeus.
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3,0
Legal
Treblinka
Fantasmas do genocídio
por Bruno Carmelo
Para construir este filme, o diretor Sérgio Trefaut partiu de um material muito preciso: os relatos de um sobrevivente do holocausto, forçado a trabalhar no campo de concentração de Treblinka, na Polônia. Para evitar a morte, fingiu ser cabeleireiro e começou a raspar o cabelo das vítimas antes de entrarem nas câmaras de gás. Ao invés de fazer uma reconstituição dramática e referencial, o cineasta prefere adotar um registro entre ficção e documentário, com dois atores – um homem e uma mulher – interpretando os mesmos relatos.
Esta estrutura domina toda a projeção, da primeira à última cena. A câmera concentra-se no trem transiberiano, percorrendo vagões e leitos. Por um lado, a escolha de trabalhar com sombras, sobreposições e outros efeitos fantasmáticos traduz a sensação de uma memória distante, reforçada pela voz solene dos atores-narradores. A escolha estética é interessante por traz
Ler a crítica
1:30
Nacionalidade
Portugal
Distribuidor
-
Ano de produção
2016
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
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Orçamento
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Idiomas
Russo
Formato de produção
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Cor
Colorido
Formato de áudio
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Formato de projeção
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Número Visa
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