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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Ccine10
O estudo de Kuosmanen consegue mostrar o peso do capitalismo dentro do esporte e como ele pode ser nocivo para a vida pessoal de um atleta. [...] A escolha por filmar o filme em preto e branco é brilhante, já que assim se carrega a melancolia da trajetória de Olli diante da plateia.
The Hollywood Reporter
Um nocaute de luva infantil. [...] o delicado equilíbrio do humor, a melancolia e a sensação humana sensível devem garantir que ele vá algumas rodadas em telas de especialidades internacionais.
Variety
Aqui, o comando modesto do tom e da forma de Kuosmanen impressionaria em qualquer etapa de sua carreira, mas é totalmente notável em uma primeira característica.
Observatório do Cinema
O filme finlandês é antítese do romance e do filme esportivo por excelência, e nessa sua condição acaba captando a sensibilidade invisível presente nos momentos mais simples da vida de Olli Mäki.
Cine Festivais
Mais do que uma releitura ficcional de um episódio histórico, há uma proposição moral e filosófica colocada pelo filme. E essa proposição escarra orgulhosamente nas narrativas de superação, no cinema de vencedores e na vida contada através de méritos e medalhas.
Cineplayers
Lahti tem na mão um personagem tão diferente do imaginado e consegue corresponder de maneira surpreendente quase sempre, através de pequenos gestos que definem toda as linhas de Olli.
Folha de São Paulo
Será difícil dizer que Kuosmanen não conseguiu chegar onde pretendia. Para tanto, não se pode ignorar o papel do belo preto e branco que recupera a época sem por isso impor o maneirismo.
New York Times
O dia mais feliz na vida de Olli Maki aprofunda-se silenciosamente. Esta é a primeira característica do Sr. Kuosmanen (ele dirigiu alguns curtas), e se ele tivesse algum nervosismo típico de novatos, você não saberia.
O Globo
Kuosmanen questiona o apego a um padrão de sucesso socialmente imposto e sugere que abandoná-lo é o caminho para a felicidade. Toca em temas importantes [...], mas as abordagens não estimulam o espectador a desenvolver leitura mais autoral.
Papo de Cinema
Equilibrando habilmente o viés melancólico e o humor leve, mas eficaz, ao longo da projeção, Kuosmanen evita a obviedade das resoluções fáceis, a começar pelos conflitos que surgem no caminho do romance de Olli e Raija.
Rubens Ewald
Tudo merecido porque é raro se ver um filme tão natural, encantador, sem inventar frescuras para contar uma história real. [...] Uma boa alternativa para se encantar com um promissor filme finlandês.
Screen International
As performances de baixo nível do conflituosp Lahti e da radiante Airola provam o sucesso final do nocaute, [...] quando é persistente sobre as expressões matizadas em seus rostos, ou destacando a forma como suas retratos tão convincentemente transmitem as afeições de seus personagens.
The Guardian
[Um} filme amável do diretor finlandês Juho Kuosmanen é uma história de amor gentil, perspicaz, misteriosa, baseada na vida real, lindamente fotografada em luminosos preto e branco e com inspiração nas obras de Scorsese e Truffau.
The Playlist
Embora "O Dia Mais Feliz da Vida de Olli Mäki" pertença indubitavelmente ao gênero de boxe, e também funcione como drama romântico, ele nunca se dedica realmente à narrativa do protagonista como azarão.
Cineweb
O filme materializa com um espírito despojado e documental o choque e a inadequação deste homem singelo, interiorano, diante das luzes e dos círculos de poder da capital, Helsinque, sendo confrontado por pressões e desafios que, até então, ele desconhecia.
Almanaque Virtual
Claro que o romance não poderia ser prejudicado, pois muitas vezes é o que vende ingresso, e o filme devolve a história para o casal, o que é doce e bonito, mas não especial nem ritmicamente original.
Preview
Não se enganem os fãs de boxe, porque as lutas aqui são frustrantes em termos cinematográficos. É um filme sobre os caminhos que levam uma pessoa a perceber o que é realmente importante na vida. Bonito demais.
Télérama
As silhuetas são truculentas, a fotografia em preto e branco é soberba, o tom retrô é reconstituído com habilidade - até demais. Podemos nos sentir num dos filmes de Milos Forman em início de carreira, mas sem Forman, seu humor, seu tônus. Belas imagens, mas um cinema não tão bom assim.
Veja
Kuosmanen transpôs o episódio verídico para o cinema com uma nostálgica fotografia em preto e branco e muita cautela para abordar a trajetória de um homem dividido entre o amor e a carreira, entre a razão e a emoção.