Não recomendado para menos de 14 anos
Um grupo de palestinos recebe uma missão do diretor Raed Andoni: reconstruir o centro de investigações israelenses no qual ficaram aprisionados por dias a fio, com os olhos vendados, sofrendo diversos tipos de abusos e torturas. Com o cenário fictício instaurado, eles reencenam momentos vividos no local.
3,0
Legal
Caçando Fantasmas
O limite do cinema como terapia
por Bruno Carmelo
A reconstituição de fatos reais aparenta ser um instrumento pouco propício ao documentário, por assumir de modo direto seu caráter fictício. Mesmo assim, alguns diretores têm utilizado o procedimento para efetuar um documento sobre a ficção, ou seja, sobre o processo de encenação como finalidade em si, desprendida da qualidade do resultado fictício. O diretor Joshua Oppenheimer foi particularmente bem-sucedido em O Ato de Matar, filme no qual carrascos indonésios reproduziam, sem remorso, seus principais assassinatos. Raed Andoni parte de um acerto de contas histórico semelhante, dando a voz às vítimas.
O cineasta coloca-se em cena ao lado de uma dezena de palestinos presos num centro de detenção israelense conhecido pelas práticas de tortura. Após convidar os detentos a reencenarem seus dias de aprisionamento, pede que construam com as próprias mãos uma versão cenográfica do local, com
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3:36




Nacionalidades
Palestina,
França,
Suiça,
Qatar
Distribuidor
-
Ano de produção
2017
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
-
Orçamento
-
Idiomas
Árabe
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-