Sob a Pele do Lobo
Média
3,1
120 notas

58 Críticas do usuário

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Dani C.
Dani C.

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3,0
Enviada em 25 de abril de 2024
Um filme silencioso e lento, como era o tempo no século XIX, sobretudo naquele lugar inóspito. Demorei para entender isso; parei na metade e depois paguei pra ver, e não me arrependo. Uma das melhores atuações de Mário Casas. O filme começa a ganhar intensidade do meio para o fim, quando percebemos pelos gestos daquele homem rude, que o que ele queria era uma família e um amor. A produção podia ser melhor, mas a atuação de Mário Casas supera qualquer defeito dessa película rsrs. Eh um filme profundo, não sei se todos vão gostar, pode parecer chato aos olhos de alguns. Diria que eh um filme Cult. spoiler:
jaime filho
jaime filho

10 seguidores 86 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de março de 2021
Esteticamente é um filme perfeito. Bonito de se contemplar e as poucas falas fazem isso ser ainda mais forte. Além da beleza, o realismo do cotidiano dos personagens salta da tela. Quanto à história, é boa. O personagem de Mário Casas é um sujeito solitário, calado e rústico e, apesar disso, ele se torna um personagem complexo. Ele é bruto, mas não se pode dizer que ele é mau. A vida que ele leva o embruteceu daquele modo. Minha única ressalva foi o final. Foi rápido demais.
Ivanilson Aguilar
Ivanilson Aguilar

9 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de fevereiro de 2021
É um filme daqueles que se curte o passar da viagem, não exatamente o final dela.
Fotografia muito agradável, de igual modo a mixagem de som, foi gostoso ouvir o áudio através de fones bluetooth.
Boa atuações, acho que o o filme peca porque....................
Spoilers

O filme cria expectativas de algo diferente vai acontecer, e no final nada... só uma história de um casal que entra em "divórcio"
Marileda Estolano
Marileda Estolano

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de abril de 2020
Um filme que mexe com a gente... não sei se sinto raiva ou pena dos personagens. Talvez as duas coisas... um filme que fala de escolhas ou a falta delas. Um homem bruto e sensível, uma mulher violada e vingativa. Mas não podia ser diferente? Talvez se houvesse diálogo, mas aí é que está a questão: não há diálogos, e assim não há escolhas.
Ana Paula Fiori
Ana Paula Fiori

4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de dezembro de 2019
Achei o filme muito bom! ótimo trabalho de Mario Casas! O final poderia ser melhor trabalhado! É na falta de diálogo que está a beleza do filme, muito bem interpretado pelos atores! Fotografia Linda!
Danielle Lima P
Danielle Lima P

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de dezembro de 2018
O filme apesar de parasitologia consegue prender a atenção até o final, é aquela coisa vou pagar pra ver. Achei o final muito triste, esperava o arrependimento da garota por que apesar do jeito bronco é nítido que ele queria uma família, construía tipo um berço para o bebê . Com relação ao veneno acho que era um caminho sem volta, ñ tinha mais jeito, sem remédio, foi nítido que ele ficou sem vontade de viver quando descobriu o veneno. Tanto que se deitou na cama e deixou a porta aberta em pleno inverno torrencialmente, parecia ter se entregado. Gostei do filme só achei muito triste, mesmo que o personagem morresse se a personagem tivesse se arrependido daria um outro tom ao filme.
Diogo A
Diogo A

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de agosto de 2018
Li muitas críticas em relação ao final e também à falta de diálogo. Na minha leiga opinião, a beleza do filme está exatamente nesses pontos. É um tremendo desafio transmitir as emoções e sensações dos personagens sem fazer o uso das palavras, fazendo o apenas come expressões faciais e corporais, que para mim, esse objetivo foi alcançado com sucesso.
O final é um tanto trágico, assim como Romeu e Julieta (guardadas às devidas proporções). Mas pelo que entendi, a moça chega ao limite na situação em que é submetida e decide utilizar a erva para envenenar seu marido, que também tinha seus motivos para agir daquela forma (seja sua pouca civilidade ou decepções e frustações anteriores).
Porém, a afeição do rapaz pela moça só é demonstrada quando ela é resgatada quase sem vida vida, o seu cuidado para salvar sua vida e cuidar dos ferimentos, juntamente com a permissão de partir a comove, porém, já é tarde para reverter a fatalidade. Arrependida, ela vai embora enquanto ele, angustiado e sem reação, aguarda silenciosamente a morte.
Os cenários e os figurinos dos personagens, assim como a fotografia. Dispensa comentários. Acho um absurdo dizer que são duas horas perdidas. Para mim, beira uma obra de arte, senão a é.
Vinibayernm
Vinibayernm

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de julho de 2018
spoiler: Pois bem, o filme se apresenta como uma especie de choque de mundos ao qual é apresentado um protagonista que vive no meio selvagem e por não ter contato com outros seres humanos não exercita a fala, a leitura dentre outros hábitos humanos, o que contribuiu para seu modo de vida selvagem, mas quem pode culpa-lo ? Ai entra uma analise de Rousseau, ao qual é dito que o homem nasce bom, porem a sociedade, isto é, o meio, o corrompe, no caso no filme, o protagonista prova por ações simples que é bom, como quando ele tenta aquecer a jovem esposa quando do mal dela, porem o meio selvagem ao qual ele vive, sem contato humano, primaz e arcaico, o corrompe a agir e adotar um modo de vida selvagem, como o meio é, nos remetendo a um contrato ao qual homem e natureza se firmam, um entregando sua força (Caça aos lobos) e o outro seu mal a ser combatido (Os lobos), gerando um estado de harmonia, mas estado esse, que é quebrado com a morte de seu cão que é citado brevemente no filme como sendo seu melhor amigo, afinal, nada melhor que um animal para compartilhar da vida selvagem com um homem selvagem, e o homem que busca companhia para preencher este vácuo, põe como opção a vida compartilhada com uma mulher, que se encontra na cidade e vive com aspirações e sonhos, ala platônicos, e se vê obrigada a viver com o protagonista que é aristotélico, vive e encara o mundo real ao qual foi criado, entre altos e baixos, pois bem, a mulher ao qual ele não ama, mas protege pois a natureza assim o ensinou (Lobas que defendem seus filhotes), mas que ele aprende a amar a partir do momento que vê que vai ser pai, despertando um sentimento que ele até então não conhecia, o amor, mas nesta altura da história, a mulher já o envenena para fugir deste mundo selvagem, antigo, em um reduto na Espanha que nem o Franquismo ousava chegar, o final, diga-se que o selvagem homem morreu satisfeito por ter sentido o amor e por falecer em seu habitat, onde seus antepassados foram enterrados e esperavam pelo seu ultimo panteão, seu morador e "ultimo dos moicanos".
Eugênio R
Eugênio R

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de julho de 2018
Uma visão rústica, simples e direta de uma relação, aspectos sócio-culturais em segundo plano uma vez que o homem vive isolado, selvagem. Ele é bom na essência, age por instinto, ao contrário, sua companheira é incapaz de viver assim de modo simples, almeja mais, precisa de ilusões que aprendeu numa sociedade mais organizada, porém hipócrita. Ela corrompeu seu mundo, antes perfeito. Ele é o herói, ela a bandida. São de mundos diferentes, são incompatíveis. Uma abordagem amplificada das dificuldades nas relações humanas devido a diferenças entre as pessoas.
Carlos C.
Carlos C.

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de julho de 2018
Gostei do filme. O fato de ter pouco diálogo, é devido ao ambiente onde se passa a história. O protagonista mora isolado. É uma pessoa boa, porém é rústico. Não aprendeu a ter os bons modos de uma sociedade mais civilizada. Se no povoado, de pessoas mais desenvolvidas, tratam as mulheres como moeda de troca, o que esperar de um homem que vive isolado a anos nas montanhas? Ele só pensa em trabalhar para sobreviver ao frio e caçar para se alimentar. Não tem lazer. Mantém relações sexuais como um animal selvagem. Apesar do que, na natureza existem animais que cortejam as fêmeas, antes do acasalamento, o que ele, nem isto faz. Apenas lamento que, no meu entendimento, não ficara claro se a erva que a jovem pois na comida dele, fora veneno ou algo apenas para deixá-lo bastante indisposto. Assim, eu fiquei na dúvida se ele morrerá por conta disso ou se com o passar dos dias, ele melhorará. Inclusive, se ele, sobrevivendo, retornará ao povoado onde mora a família da jovem, para pegá-la de volta. Porque, quando ela perguntou-o a razão dele a estar liberando para ir embora, sua resposta foi que "agora os dias serão mais curtos", e ela teria que madrugar demais. Dando a entender, que para ela, uma mulher jovem, ficar ali, durante este período, seria muito sacrificante. Mas repito: gostei do filme.
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