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Cleide R.
1 crítica
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5,0
Enviada em 27 de novembro de 2021
A profundeza desse filme é impressionante, chorei horrores no final, mas acredito que nem todo mundo consigo ver a beleza desse filme. É para pessoas sensíveis. Entrou para o meu Top 3.
Filme é bom!! Apenas o cara queria uma mulher gostosa pra fuder e fazer um filhinho. Ele meteu rola na primeira esposa não aguentou e morreu, ele ficou puto foi meter no pai da moça, mas o velho não ia aguentar entregou a segunda filha. Essa segunda esposa era fraquinha não aguentou a trepada e envenenou ele ainda fez aborto pra na ter o filho dele. Cuidou e ainda era legal, mas no fundo se fudeu com duas putas que não prestava e o pai das dsuas um pilantra e fdp. Isso é uma lição de vc é homem de verdade bom, legal e fiel vai se fuder com mulheres putas, safadas e falsa. Uma dica mostra é bom ser solitário. O protagnista trepava quem nenhuma mulher aguentava, KKKKKKKKKKK. MORRI de rir no final. Melhor ser solteiro e solitário do que viver com uma mulher safada, pilantra e puta.
Esteticamente é um filme perfeito. Bonito de se contemplar e as poucas falas fazem isso ser ainda mais forte. Além da beleza, o realismo do cotidiano dos personagens salta da tela. Quanto à história, é boa. O personagem de Mário Casas é um sujeito solitário, calado e rústico e, apesar disso, ele se torna um personagem complexo. Ele é bruto, mas não se pode dizer que ele é mau. A vida que ele leva o embruteceu daquele modo. Minha única ressalva foi o final. Foi rápido demais.
É um filme daqueles que se curte o passar da viagem, não exatamente o final dela. Fotografia muito agradável, de igual modo a mixagem de som, foi gostoso ouvir o áudio através de fones bluetooth. Boa atuações, acho que o o filme peca porque.................... Spoilers
O filme cria expectativas de algo diferente vai acontecer, e no final nada... só uma história de um casal que entra em "divórcio"
Acredito que todo ser humanos guarda em si a bestialidade,muitas vezes ocultada pelas paredes moldadas pela sociedade ,porém a realidade retratada pelo filme ,resgata esse comportamento ,independente da convivência social .Em minha compreensão ,vejo lado animal do personagem predominou ,mas creio que não haveria necessidade de expô-lo a um final de morte e solidão Um final menos drásticos seria cabível. Pois ,todas as lições não aprendidas ,são de responsabilidade do tempo .Ele é a causa de todas as transformações , só através dele o personagem se ajustaria ou permaneceria em seu ser inerte , sociável as sua condições de sobrevivência, solitário como o destino o fez .Assim sendo, viveria como sempre viveu. Como o animal que era .
Fiquei com o sentimento de que o Mario Casas é o personagem. Interpretação maravilhosa. Os olhares, os momentos de silêncio. Assisti ao filme dublado, e até em momentos de tensão, senti doçura na fala. É preciso olhar com olhos de ver. Filme inteligente para quem não cria expectativas.
Ele não conhecia a dependência e a solidão até que foi vítima da malvadez e ganância humanas. A sua brutalidade foi gerada pela dureza da sobrevivência. Com as mulheres, nele despertou a necessidade de companhia e o desejo de um filho. Mas tudo é em vão ...Não percebi o fim. Suicidou se?
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