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Antonio C.
1 crítica
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5,0
Enviada em 26 de julho de 2017
O melhor filme que eu já vi. Reflexivo. Os brasileiros podem certamente se vê nesse filme. As reflexões a que somos defronta dos, descurtinaram véus, fumaças colocadas em nossos olhos.
A obra é para elevação intelectual e inspiração filosófica de que carece este país. Não a gradará desatinados, bestializados, cretinos, profanos e estúpidos, favor não insista.
Filme que se cotrapõe ao esquerdismo vigente nas produções cinematográficas. Extremamente necessário para que tenhamos visões diferentes do mundo em que vivemos.
Excelente uma perfeita avaliação política de nosso país sem falar nas críticas a certas práticas e ao que somos e a vida em geral. Todo brasileiro deveria assistir.
Excelente. Acho incrível que tenha conseguido colocar este filme nas salas do Brasil, sabendo da censura esquerdista existente no meio do cinema... a incongruencia entre a avaliação dos meios de comunicado e a do público demonstra bem isto. O filme é ótimo, mostra com clareza as excelentes ideias de Olavo de Carvalho e expõe toda a hipocrisia da "alternativa socialista" que tanto procura sobressair-se através do domínio cultural. O cinema é sujo, um conchavo, e O Jardim das Aflições é uma gotinha de água sanitária em meio a este mar de esquerdismo.
O percurso biográfico, a rotina e o pensamento do filósofo brasileiro Olavo de Carvalho, esses são os eixos temáticos do documentário de longa-metragem O Jardim das Aflições. O filme retrata o cotidiano do filósofo na sua casa em Colonial Heights, estado da Virgínia (EUA), onde reside atualmente, captando a atmosfera de trabalho intelectual, convívio familiar e, principalmente, o seu pensamento filosófico no que concerne à autonomia da consciência individual em oposição à tirania da coletividade. A contraposição entre a vida cotidiana e a transcendência filosófica é o eixo de sustentação do documentário. filme se propõe como um estudo poético sobre o personagem cada vez mais conhecido e estudado no Brasil.
Infelizmente, estou impedido de opinar sobre detalhes técnicos como fotografia, por exemplo, porque vi o filme numa sala horrível: tela pequena, projeção escura e de má qualidade e som baixo. Portanto, vou me ater ao conteúdo do filme.
Como era de se esperar, Olavo apresenta um repertório matador. O filósofo (sim, filósofo!) apresenta, já de início, conceitos bastante complexos com uma didática que lhe é peculiar. Passeia por Aristóteles, Platão, Voegellin, Raimundo Faoro e até (quem diria!) Heidegger entre outros; sempre trazendo de forma prática os conceitos que lhe são mais caros.
O longa não chega a trazer nenhuma grande novidade para quem é leitor do Olavo. Mas para os que não têm tanto contato com a sua obra é uma boa porta de entrada. Sem contar que o lado humano do protagonista -- por vezes ignorado por seus seguidores mais devotos -- é muito bem retratado com participações muito bem-vindas de Roxane, sua esposa.
Merecem também destaque a homenagem feita a Bruno Tolentino -- prefaciador do livro que dá nome ao documentário e o momento em que Olavo apresenta o setor de sua biblioteca onde guarda seus livros sobre comunismo, deixando estupefatos os que ainda não fazem idéia da dimensão de seu conhecimento sobre o tema.
Por fim, merecem destaque as sintetizações que o documentado faz sobre temas como: Direito, estamento burocrático, importância da academia, paralaxe cognitiva, morte e eternidade. Aqui o filme se mostra digno de, ao invés da tradicional pipoca, ser assistido com papel e caneta nas mãos para tomar nota ao longo da sessão.
Há porém os contras: penso que o filme peca no que diz respeito a forma como foi filmado. A câmera, quase sempre estática, é pouco convidativa e facilmente dispersa o espectador menos interessado. Às vezes, fica-se com a impressão de que o longa foi feito para ser assistido apenas por quem já admira o Olavo.
Senti falta também de alguma referência à teoria das camadas da personalidade -- um dos pontos mais altos da filosofia olaviana.
Em resumo: o documentário é bom. Não chega a ser dos melhores como estão afirmando os mais apaixonados. Mas é, sem dúvida, um marco histórico para a cultura brasileira. Os protestos de alguns cineastas de viés progressista se justificam: o cinema era sua última trincheira ainda intocada pelo contraditório. Agora acabou o monopólio. E acabou logo com um documentário sobre seu maior algoz.
Vida longa a Olavo de Carvalho! Concordando ou não com ele. Homens com tamanha disposição e envergadura intelectual devem sempre ser homenageados.
Essa Crítica vinda da Extrema Imprensa Comprada e Doutrinada há Décadas no Brasil Sobre o Fime ( Documentário ) Jardim das Aflições sobre os comentários livros e sobre a hegemonia política no Brasil relatadas no filme sobre a óptica do Execelentissimo Olavo de Carvalho é um Legdo cultural histórico que todo Brasileiro deveria ver !!!樂spoiler:
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