Não recomendado para menos de 14 anos
Em Berenice Procura, a taxista Berenice (Claudia Abreu) está acostumada a passar horas e horas pelo trânsito caótico da cidade do Rio de Janeiro e de seu bairro natal, Copacabana. Consumida pela profissão, o pouco tempo que tem de sobra, ela se divide entre a criação do filho Thiago (Caio Manhente), um adolescente descobrindo sua sexualidade, e sua conturbada relação com o marido Domingos (Eduardo Moscovis), um repórter policial. Até que o assassinato de Isabelle (Valentina Sampaio ), uma travesti, na praia de Copacabana, desperta um lado seu investigativo, mudando sua vida.
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2,0
Fraco
Berenice Procura
A tragédia da classe média
por Bruno Carmelo
No início, é fácil ter simpatia por Berenice Procura. O diretor Allan Fiterman explora bem os espaços da cidade do Rio de Janeiro e de um apartamento de classe média, enquanto Cláudia Abreu revela desenvoltura no papel de uma mãe que abandonou a vida de dona de casa para ser taxista. A representação LGBT é igualmente louvável, com personagens importantes atribuídas a Brigitte de Búzios e Valentina Sampaio, além de uma subtrama relevante de descoberta da sexualidade.Mesmo com um elenco composto de grandes nomes da televisão (Eduardo Moscovis, Vera Holtz, Emílio Dantas), o projeto adquire um tom muito mais amargo do que a teledramaturgia está acostumada a mostrar – vide as cenas brutais de estupro conjugal, masturbação feminina, agressão e nudez frontal de uma travesti. Nestes casos, o diretor aposta em sequências sem cortes, para imprimir um tom de realidade ainda maior. As ambições cinem
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2:30





19 Notícias e Matérias Especiais
Bom filme não pela trama dramática detetivesca que não convence. Bom filme por expor o peso descriminatório que a sociedade impõem a todos os trangêneros e afins. Machismo, hipocrisias, e toda a carga brutal que suporta os que não fazem parte da dualidade cada vez mais suplantada homem-mulher. Valentina Sampaio não convence como atriz em sua estreia, mas sempre convencerá como representante do empoderamento das "minorias".
Hoje dia de curtir um filme nacional, com um mistério legalzinho e clichê, mas com um ambiente bem atual e outros dramas secundários até interessantes, mas nada muito empolgante, bem produzido ou realmente original. A introdução do filme coloca a protagonista em evidência, como é a rotina dela e o principal fato que permeia o filme de encontro com sua rotina. Logo o filme busca voltar no tempo e justificar esse fato, metade do filme é o ...
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Não entendi porque não relacionaram o título a história do filme, deveria ser Berenice não procura, não ouve um bom desenvolvimento e perderam um tempo em cenas que deveriam ser construídas com mais riquezas de detalhes e que havesse certamente ligação com a história.
Decepcionante. Especialmente para os fãs da literatura de Garcia-Roza e do livro. É compreensível que, na adaptação para outra linguagens, roteiristas façam uma ou outra adaptação na história e em personagens, mas com limites. No caso, o que foi feito foi uma completa distorção da história, com a finalidade de aproveitar midiaticamente o filão do público LGBT, algo que não está nem um pouco presente no filme. Se está, é de forma ...
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Adaptação Literária
Baseado no livro homônimo escrito por Luiz Alfredo Garcia-Roza e lançado em 2005.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
H2O Films
Ano de produção
2016
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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