Eu, Tonya
Média
4,2
599 notas

37 Críticas do usuário

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Nelson J
Nelson J

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4,0
Enviada em 8 de janeiro de 2018
Baseado na história da primeira patinadora no mundo a fazer um salto triplo em competição. Ela tinha uma mãe muito exigente, mas que a apoiava no esporte. Tonya acaba se casando com um homem cheio de conversa e que a agride com frequência, chegando até a atirar contra ela. Seu g~enio forte e agressivo, além de não corresponder ao padrão família americana atrapalharam sua carreira, mas o fim se deveu a uma agressão a uma concorrente, indiretamente atribuida a ela. Bom concorrente ao Oscar de emlhor atriz e atriz coadjuvante (Tonya e sua mãe).
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de fevereiro de 2018
Um famigerado caso de agressão no mundo esportivo. Desta premissa, o fantástico filme Eu, Tonya se transforma numa bizarra narrativa de uma brilhante jovem super talentosa e incompreendida no meio esportivo, que teve uma vida infernal devido a uma criação duvidosa por parte dos pais e um marido abusivo. Baseado numa história real, o filme mostra de maneira não convencional uma biografia cheia de altos e baixos (mais baixos, eu diria), com muitas cenas marcantes, tanto pelo alto teor cômico, irônico e sarcástico, contrabalançando com os dramas, dilemas e tortuosidades de personagens sofridos e intensos. O filme já chama a atenção de cara pela narrativa que tenta fugir do lugar-comum das biografias cinematográficas, como que se estivesse entrevistando os personagens centrais da história contando de suas perspectivas os acontecimentos noticiados. E além da impressionante ambientação de época, o filme tem como sua maior qualidade o elenco que é extraordinário. Margot Robbie já havia demostrado que não é somente uma mulher estonteante. Ela aqui abre mão da vaidade para fazer a sua melhor interpretação até agora, personificando uma caipira mão pesada, que não sabe lidar com o que acontece a seu redor. Um poder da natureza que abrilhanta a tela, merecedora de prêmios (embora seja muito pouco provável que consiga bater suas fortíssimas concorrentes no Oscar). Sebastian Stan, um ator que, ao meu ver, não tinha feito nada de marcante até então, é uma boa surpresa, num papel difícil e cheio de nuances. Agora quem rouba mesmo todas suas cenas é Allison Janney, que interpreta a mãe de Tonya. Simplesmente impressionante! Uma das melhores interpretações que vi ultimamente, num papel dificílimo e que ela consegue imprimir uma naturalidade absurda! É ver para crer. No mais, o filme é um excepcional exercício de boa execução, que foge da obviedade, o que o torna sem sombra de dúvidas, desde já, um dos melhores filmes do ano.
jrcampos
jrcampos

10 seguidores 54 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de fevereiro de 2018
Robin tem um desempenho extraordinário. Embora seja auxiliada por duas dubles nas cenas mais difíceis da patinação, Robin entrava no ring de patinação e assumia logo após a “aterrissagem” das dubles. Muitas cenas são reprodução exata da realidade. História triste de uma celebridade azarada.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.288 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de junho de 2018
Um filme em tanto! Indicado a três categorias no óscar 2018, sendo ganhador na categoria de melhor atriz coadjuvante, para ótima atuação de Allison Janney, ainda Margot Robbie como protagonista, numa grande atuação e indicada a melhor atriz, indicado também a melhor edção. Podemos também destacar a bela trilha sonora e fotografia, tudo muito bem desenvolvido. Eu, Tônia é um prato cheio para quem gosta de esporte e para os amantes de cinema nostálgico, principalmente por ter a cara dos anos 80.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de março de 2018
Dinâmico. Patinação. Bom ritmo. Atuação. Brutal. Divertido. Biografia. Dificuldades. Acidentes. Fama. Força. Muito bom.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2018
EU, TONNYA
É classificado como drama/comédia, mas está mais para um filme de terror urbano. Nunca vi tantas desventuras e ações politicamente incorretas. Trata-se de um documentário biográfico da patinadora na vida real Tonnya Harding. É claro que não dá para em duas horas passar a vida de ninguém. Pegaram os principais momentos. Agora, faltou uma melhor identificação da personalidade de Tonnya. Não é possível que uma pessoa normal seja tratada como ela foi, sem que se explique os motivos, que deveriam ser muitos. O filme é bom e muito denso. Tão bom que não dá para ficar na cadeira impassível com aquelas ações. Terrível. Bem dirigido e com ótimos atores. Vale a pena, mesmo que seja para sair irritado.
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de maio de 2021
A cinebiografia da patinadora Tonya Harding (Margot Robbie) e um filme delicioso de assistir, debochado, sarcástico, irônico, egoísta, beirando o humor negro, mas trata-se de fatos reais. A mãe da patinadora rouba a cena no primeiro terço do longa, compondo uma personagem deliciosamente malévola. O destaque também fica para o personagem de Sebastian Stan, que sempre se transforma em seus personagens, tanto fisicamente como na interpretação de seu papel de marido abusivo. Seu roteiro é dinâmico contado pelos próprios personagens através dando depoimentos a um suposto repórter. Enfim, Eu, Tonya, ame-a ou odeie, entretenimento garantido.
Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.243 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de junho de 2018
Grandioso filme baseado em fatos reais com atuações perfeitas. Justíssimas indicações ao Oscar. Margot Robbie em uma de seus melhores papéis. Só fiquei um pouco incomodado com as cenas nos torneios de patinação, era perceptível que a atriz estava em alguns momentos em um cenário e não de fato no ginásio de patinação. Outra mancada foi colocar a Margot Robbie interpretar o papel de Tonya com seus 15 anos, ficou bem artificial, mas nada que tire o brilho do filme.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de março de 2018
Um filme com estilo, ótimos recursos técnicos aliado a uma direção afiada e atuações sublimes, "I, Tonya" é um dos grandes injustiçados do óscar 2018. Escolhendo contar a historia da patinadora americana Tonya, uma esportista controversa, com problemas familiares e pessoais, porem uma das melhores da sua época, o filme pega essa historia e prefere colocar numa óptica de humor negro, no melhor estilo "Fargo", o roteiro mescla a historia real com depoimentos de atores, com narração e até quebra da quarta parede, ou seja, temos uma mescla de recursos, uma mistura que dá certo, com uma montagem fabulosa, fotografia lindíssima, e uma trilha sonora ótima, vibrante, que combina demais com o filme, a edição e mixagem do filme também são ótimos, tal quais as coregrafias e atuações, atuações essas ao qual temos um primeiro grande destaque a Alisson Janney, que é um destaque do longa, sua atuação é tão sincera que você sente suas pequenas nuanças, de raiva, desprezo e simulação de amor, Sebastian Stan també, está comicamente ótimo, tal qual Margot Robbie, que manda muito bem nas cenas esportivas, mas peca nas cenas dramáticas. "I, Tonya" fala sobre muitas coisas, violência domestica, relacionamento abusivo, superação, ambição, caráter, e o filme faz isso se utilizando de um humor maravilhoso, porem, as vezes o filme tenta passar uma carga dramática, e é ai que o longa falha miseravelmente, mesmo assim, "I, Tonya" é um ótimo filme, melhor que ao menos a metade dos indicados ao ocar de melhor filme 2018, infelizmente o filme ficou meio pra escanteio.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 500 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de julho de 2024
"Eu, Tonya" é um filme fascinante que mergulha na vida conturbada da patinadora artística Tonya Harding, apresentando uma narrativa cativante e ousada. A abordagem inovadora do diretor em mesclar documentário e ficção traz uma dinâmica envolvente à história, desafiando as convenções tradicionais de biografias cinematográficas.

Margot Robbie brilha no papel de Tonya, entregando uma atuação poderosa e multifacetada que revela as camadas complexas da personagem. Sua capacidade de transmitir a vulnerabilidade e a determinação de Tonya de forma autêntica e emocionante é impressionante, cativando o público do início ao fim.

Além disso, a trilha sonora energética e a cinematografia vibrante contribuem para a atmosfera dinâmica do filme, mergulhando o espectador no mundo caótico e emocionante do universo de Tonya Harding. A forma como a direção utiliza a música e a estética visual para reforçar as emoções e os conflitos da protagonista adiciona uma camada adicional de profundidade à narrativa.

O roteiro habilmente equilibrado entre momentos de humor negro, drama intenso e reflexões sobre questões sociais mais amplas, enriquecendo a experiência do espectador e estimulando a reflexão sobre temas relevantes, como a busca pela aceitação e a luta contra as adversidades.

Em resumo, "Eu, Tonya" é um filme que transcende as expectativas, oferecendo uma narrativa envolvente e complexa, performances excepcionais e uma abordagem inovadora que o torna uma obra-prima do cinema contemporâneo. É uma obra que não apenas entretém, mas também desafia e emociona, deixando uma marca indelével na memória de quem o assiste.
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