Eu, Tonya
Média
4,2
599 notas

37 Críticas do usuário

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Sidney  M.
Sidney M.

29.815 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de novembro de 2018
É um filme bom, mas ele é mais interessante pelas boas atuações, fora isso nada de muito chamativo. Nota 7
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de março de 2018
Houve um tempo em que Tonya Harding foi conhecida no mundo todo pela sua habilidade na patinação artística, afinal foi a primeira mulher norte-americana na história a conseguir fazer um triple axel (salto de extrema dificuldade) numa competição. Além disso, participou duas vezes das Olimpíadas de Inverno e conquistou também por duas vezes o título de Campeã Norte-Americana de Patinação. Entretanto, a história mudou seu curso em 1994, quando Harding e seu ex-marido Jeff Gillooly orquestraram um ataque contra a sua maior concorrente, a patinadora Nancy Kerrigan. Em decorrência do ocorrido, Harding foi banida para sempre do esporte.

Eu, Tonya, filme dirigido por Craig Gillespie, conta a história por trás de Tonya Harding (Margot Robbie). O interessante é que o longa foge do formato tradicional das cinebiografias e opta por retratar essa história, tendo como base entrevistas realizadas com as personagens-chaves desse relato: além da própria Tonya, sua mãe LaVona (Allison Janney, em performance vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante) seu ex-marido Jeff Gillooly (Sebastian Stan) e o comparsa deste, Shawn (Paul Walter Hauser).

Apesar de não querer humanizar demais a figura de Tonya Harding, chama a atenção no filme o fato de que o roteiro escrito por Steven Rogers tenta colocar a personagem principal como uma vítima da realidade na qual estava inserida e, principalmente, dos relacionamentos abusivos que marcaram sua vida – com a mãe, que a humilhava e esfregava constantemente na sua cara todos os sacrifícios que foram feitos em prol da trajetória dela na patinação; com o marido, que a violentava frequentemente; e, principalmente, com os jurados da patinação artística, que não a aceitavam e que não achavam que ela pertencesse àquele mundo.

Entretanto, nada disso é justificativa para a escolha que Tonya fez a partir do instante em que decidiu jogar sujo com Nancy Kerrigan. O percurso da personagem poderia ter sido modificado no momento em que ela soube do que Jeff pretendia fazer com Nancy. Mas, não. Falou mais alto em Tonya a possibilidade de enfrentar sua oponente no ringue de patinação, capitalizando sua vaidade e a rivalidade que existia entre ambas. spoiler: O tratamento cruel que ela recebeu da Associação de Patinação dos Estados Unidos, que permitiu que ela competisse nas Olimpíadas e somente após isso recebesse a punição que a afastaria de vez do esporte, também é um reflexo disso e da maneira como Tonya se portou durante o processo.


Eu, Tonya é um filme que tem uma estrutura narrativa muito fluida e marcada por um ritmo forte, sarcástico e vibrante, assim como era o porte da sua personagem principal dentro dos ringues de patinação. Craig Gillespie acerta muito ao colocar o eixo central em cima da atuação de Margot Robbie, que se dedicou de corpo e alma a esse papel – merecendo, assim, todo o reconhecimento que tem obtido pela sua performance, especialmente a indicação ao Oscar 2018 de Melhor Atriz. Além disso, a obra faz reconstituições perfeitas, quando comparadas com os vídeos que estão disponíveis no YouTube, especialmente nas cenas-chaves, como a que mostra o ataque a Nancy Kerrigan e a que mostra as apresentações de Tonya.
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de julho de 2020
O filme conta uma versão da história que envolveu as patinadoras Tonya Harding e Nancy Kerrigan. Por mais trágica que a história seja, a singularidade dos personagens envolvidos torna essa uma comédia. Mas é justamente quando o filme atinge tons mais dramáticos, que ele se torna mais interessante. O envolvimento emocional de Margot Robbie eleva o nível do filme. Além boas atuações, a exibição de fatos, que por incrivel que pareça são reais, faz desse um filme interessante de se ver.
Nelson Jr
Nelson Jr

24 seguidores 235 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de setembro de 2023
Um filme muito interessante , a história de uma patinadora dos anos 90 , um filme que te prende , bem dirigido! Um roteiro muito bom! Bom elenco , destaque para Margot Robbie , Uma história de tragicômica muito bem contada, com personagens fortes , muito bom!
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.872 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de janeiro de 2018
Acompanhe a vida da ex-patinadora no gelo Tonya Harding. Durante a década de 1990, ela conseguiu superar sua infância pobre e emergir como campeã do Campeonato de Patinação no Gelo do Reino Unido e segunda colocada no campeonato mundial. Porém, ela ficou realmente conhecida quando seu marido, Jeff Gilloly, e dois ladrões tentaram incapacitar uma de suas concorrentes quebrando a perna dela durante as Olimpíadas de 1994.

muito boa a história mas acredito que ela foi injustiçada Claro que ela teve participação mas ela não sabia das burradas que o marido fazia sei que o filme está concorrendo ao Globo de Ouro e possível concorrente ao Oscar vamos ver achei a história bem interessante
cinetenisverde
cinetenisverde

29.471 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de janeiro de 2018
Este é um filme sobre a história real de uma moça red neck que resolve enfrentar o status quo dos valores tradicionais americanos nas pistas de gelo. Tonya Harding patina bem pra c****, e parece que essa é a única coisa que as pessoas em volta de sua vida não percebem. Todos vivendo em torno de seus umbigos, Tonya é uma sobrevivente de uma infância de abusos, independente até a alma e buscando para sempre o reconhecimento. De qualquer um.

cinetenisverde.com.br
andersonweiser
andersonweiser

7 seguidores 10 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de janeiro de 2018
A sempre lembrada Arlequina em seu melhor papel. Filme um tanto cômico, mas dramático, numa verdadeira tragicomédia da vida real. Aqui você encontra uma adaptação impecável das apresentações de patinação, personagens levados ao limite do exagero e uso de intertextualidade e conversas diretas ao espectador. Além de reafirmar até que ponto a sociedade e a mídia americana pode transformar ídolos em vilões e até mesmo em atração "de circo". Afinal, o show tem que continuar.
@cineinstadicas
@cineinstadicas

5 seguidores 68 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de dezembro de 2022
O longa conta a triste história da patinadora Tonya, de origem humilde, com relações familiares tóxicas com sua mãe e posteriormente com seu marido, replicando ao longo da vida esse ambiente repleto de agressões físicas e verbais, e o impacto disso em sua carreira meteórica e limitada. Além de Margot Robbie mostrar mais um vez ser uma das melhores atrizes da sua geração, o longa teu seus méritos, principalmente na primeira metade, mas no desenrolar da trama perde um pouco de ritmo. Boa obra.
pedro santos
pedro santos

1 seguidor 29 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de fevereiro de 2025
Eu, Tonya é um filme excelente, com uma proposta que me surpreendeu positivamente.

Eu esperava algo mais sério e dramático, talvez no estilo de Cisne Negro, mas fui pego de surpresa por um drama com toques de comédia que são ótimos e muito bem inseridos.

Esses momentos não atrapalham a história; pelo contrário, fazem tudo fluir de forma dinâmica e envolvente. O filme passa muito rápido, é cheio de energia e mantém o público interessado o tempo todo.

Margot Robbie está incrível no papel de Tonya Harding, entregando uma performance intensa e multifacetada.

Sebastian Stan também é excelente, trazendo camadas importantes ao seu personagem.

E curioso e até corajoso ver uma cinebiografia sobre pessoas que não alcançaram um "final feliz" tradicional, mas que precisaram encontrar outros caminhos na vida. Essa escolha torna o filme ainda mais interessante e humano.
Poly S.
Poly S.

3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de janeiro de 2018
É um ótimo filme,e mostra como decisões ruins pode afetar a nossa vida de forma definitiva, apesar de ser o melhor trabalho de Margot Robbie na minha opinião ela não é a estrela do filme que é a atriz Alisson Jeanne que faz a mãe de Tonya ela dá um banho de interpretação e mereceu a indicação ao Oscar
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