Eu, Tonya
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4,2
599 notas

37 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

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4,5
Enviada em 25 de junho de 2018
Um filme em tanto! Indicado a três categorias no óscar 2018, sendo ganhador na categoria de melhor atriz coadjuvante, para ótima atuação de Allison Janney, ainda Margot Robbie como protagonista, numa grande atuação e indicada a melhor atriz, indicado também a melhor edção. Podemos também destacar a bela trilha sonora e fotografia, tudo muito bem desenvolvido. Eu, Tônia é um prato cheio para quem gosta de esporte e para os amantes de cinema nostálgico, principalmente por ter a cara dos anos 80.
Nelson J
Nelson J

51.034 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de janeiro de 2018
Baseado na história da primeira patinadora no mundo a fazer um salto triplo em competição. Ela tinha uma mãe muito exigente, mas que a apoiava no esporte. Tonya acaba se casando com um homem cheio de conversa e que a agride com frequência, chegando até a atirar contra ela. Seu g~enio forte e agressivo, além de não corresponder ao padrão família americana atrapalharam sua carreira, mas o fim se deveu a uma agressão a uma concorrente, indiretamente atribuida a ela. Bom concorrente ao Oscar de emlhor atriz e atriz coadjuvante (Tonya e sua mãe).
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de janeiro de 2018
Acompanhe a vida da ex-patinadora no gelo Tonya Harding. Durante a década de 1990, ela conseguiu superar sua infância pobre e emergir como campeã do Campeonato de Patinação no Gelo do Reino Unido e segunda colocada no campeonato mundial. Porém, ela ficou realmente conhecida quando seu marido, Jeff Gilloly, e dois ladrões tentaram incapacitar uma de suas concorrentes quebrando a perna dela durante as Olimpíadas de 1994.

muito boa a história mas acredito que ela foi injustiçada Claro que ela teve participação mas ela não sabia das burradas que o marido fazia sei que o filme está concorrendo ao Globo de Ouro e possível concorrente ao Oscar vamos ver achei a história bem interessante
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de novembro de 2018
É um filme bom, mas ele é mais interessante pelas boas atuações, fora isso nada de muito chamativo. Nota 7
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de janeiro de 2018
Este é um filme sobre a história real de uma moça red neck que resolve enfrentar o status quo dos valores tradicionais americanos nas pistas de gelo. Tonya Harding patina bem pra c****, e parece que essa é a única coisa que as pessoas em volta de sua vida não percebem. Todos vivendo em torno de seus umbigos, Tonya é uma sobrevivente de uma infância de abusos, independente até a alma e buscando para sempre o reconhecimento. De qualquer um.

cinetenisverde.com.br
Jackson A L
Jackson A L

13.704 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de junho de 2018
Grandioso filme baseado em fatos reais com atuações perfeitas. Justíssimas indicações ao Oscar. Margot Robbie em uma de seus melhores papéis. Só fiquei um pouco incomodado com as cenas nos torneios de patinação, era perceptível que a atriz estava em alguns momentos em um cenário e não de fato no ginásio de patinação. Outra mancada foi colocar a Margot Robbie interpretar o papel de Tonya com seus 15 anos, ficou bem artificial, mas nada que tire o brilho do filme.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de março de 2018
Houve um tempo em que Tonya Harding foi conhecida no mundo todo pela sua habilidade na patinação artística, afinal foi a primeira mulher norte-americana na história a conseguir fazer um triple axel (salto de extrema dificuldade) numa competição. Além disso, participou duas vezes das Olimpíadas de Inverno e conquistou também por duas vezes o título de Campeã Norte-Americana de Patinação. Entretanto, a história mudou seu curso em 1994, quando Harding e seu ex-marido Jeff Gillooly orquestraram um ataque contra a sua maior concorrente, a patinadora Nancy Kerrigan. Em decorrência do ocorrido, Harding foi banida para sempre do esporte.

Eu, Tonya, filme dirigido por Craig Gillespie, conta a história por trás de Tonya Harding (Margot Robbie). O interessante é que o longa foge do formato tradicional das cinebiografias e opta por retratar essa história, tendo como base entrevistas realizadas com as personagens-chaves desse relato: além da própria Tonya, sua mãe LaVona (Allison Janney, em performance vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante) seu ex-marido Jeff Gillooly (Sebastian Stan) e o comparsa deste, Shawn (Paul Walter Hauser).

Apesar de não querer humanizar demais a figura de Tonya Harding, chama a atenção no filme o fato de que o roteiro escrito por Steven Rogers tenta colocar a personagem principal como uma vítima da realidade na qual estava inserida e, principalmente, dos relacionamentos abusivos que marcaram sua vida – com a mãe, que a humilhava e esfregava constantemente na sua cara todos os sacrifícios que foram feitos em prol da trajetória dela na patinação; com o marido, que a violentava frequentemente; e, principalmente, com os jurados da patinação artística, que não a aceitavam e que não achavam que ela pertencesse àquele mundo.

Entretanto, nada disso é justificativa para a escolha que Tonya fez a partir do instante em que decidiu jogar sujo com Nancy Kerrigan. O percurso da personagem poderia ter sido modificado no momento em que ela soube do que Jeff pretendia fazer com Nancy. Mas, não. Falou mais alto em Tonya a possibilidade de enfrentar sua oponente no ringue de patinação, capitalizando sua vaidade e a rivalidade que existia entre ambas. spoiler: O tratamento cruel que ela recebeu da Associação de Patinação dos Estados Unidos, que permitiu que ela competisse nas Olimpíadas e somente após isso recebesse a punição que a afastaria de vez do esporte, também é um reflexo disso e da maneira como Tonya se portou durante o processo.


Eu, Tonya é um filme que tem uma estrutura narrativa muito fluida e marcada por um ritmo forte, sarcástico e vibrante, assim como era o porte da sua personagem principal dentro dos ringues de patinação. Craig Gillespie acerta muito ao colocar o eixo central em cima da atuação de Margot Robbie, que se dedicou de corpo e alma a esse papel – merecendo, assim, todo o reconhecimento que tem obtido pela sua performance, especialmente a indicação ao Oscar 2018 de Melhor Atriz. Além disso, a obra faz reconstituições perfeitas, quando comparadas com os vídeos que estão disponíveis no YouTube, especialmente nas cenas-chaves, como a que mostra o ataque a Nancy Kerrigan e a que mostra as apresentações de Tonya.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de março de 2018
Dinâmico. Patinação. Bom ritmo. Atuação. Brutal. Divertido. Biografia. Dificuldades. Acidentes. Fama. Força. Muito bom.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2018
EU, TONNYA
É classificado como drama/comédia, mas está mais para um filme de terror urbano. Nunca vi tantas desventuras e ações politicamente incorretas. Trata-se de um documentário biográfico da patinadora na vida real Tonnya Harding. É claro que não dá para em duas horas passar a vida de ninguém. Pegaram os principais momentos. Agora, faltou uma melhor identificação da personalidade de Tonnya. Não é possível que uma pessoa normal seja tratada como ela foi, sem que se explique os motivos, que deveriam ser muitos. O filme é bom e muito denso. Tão bom que não dá para ficar na cadeira impassível com aquelas ações. Terrível. Bem dirigido e com ótimos atores. Vale a pena, mesmo que seja para sair irritado.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2018
I, Tonya

O longa é baseado em eventos reais sobre a vida de Tonya Harding, uma ex-patinadora artística americana. Narra o nascimento de uma estrela a partir de sua infância, passando pelo estrelato e terminando em um final de carreira trágico. Dirigido por Craig Gillespie (A Hora do Espanto) e estrelado pela maravilhosa Margot Robbie (uma das mulheres mais sexy do planeta), Sebastian Stan, Julianne Nicholson, Caitlin Carver, Bobby Cannavale e Allison Janney.

O roteiro de Steven Rogers (não é o Capitão América - kkkkkkk) estava perdido na BlackList de 2016, até Margot Robbie decidir buscar um papel que a elevasse em um novo patamar na indústria cinematográfica americana (além de atuar, ela também assina a produção do longa). Até então, Robbie havia aparecido inicialmente na obra-prima de Scorsese ("O Lobo De Wall Street") e de lá pra cá ela sempre vinha fazendo papéis com pouco destaque, como em "Golpe Duplo" e "A Lenda de Tarzan". Em 2016 ela ganhou todas as atenções quando encarnou a belíssima Arlequina em "Esquadrão Suicida" (o filme é péssimo, mas ela é o que ainda salva o longa). Robbie queria mais, queria ser notada e nos impactar com um grande trabalho, e não é que ela conseguiu nos impressionar, nos brindando com sua brilhante e estupenda atuação em I, Tonya.

O longa funciona como um documentário baseando-se em relatos e reportagens da época, com uma apresentação narrada por cada um envolvido na história (ao final o longa apresenta imagens reais de Tonya competindo). O filme começa nos mostrando a infância da pequena Tonya, quando ainda era uma criança severamente castigada pela impiedosa e inescrupulosa mãe, o que de certa forma contou muito pra formação do carácter de Tonya. Uma infância pobre, dura e sofrida em Portland, em que mãe lhe exigia a perfeição no esporte, passando por uma adolescência amarga até chegar na vida adulta. Vida essa em que Tonya conhece seu abusivo e violento marido.

A forma trágica como acompanhamos toda trajetória da vida de Tonya é de doer na alma. Tonya foi violentada pela vida, tendo que conviver com uma mãe daquele nível e um marido daquela espécie. Ela sofria todos os tipos de abusos e agressões físicas e mentais, tanto pela mãe, que a atacava de todas as formas e sem nenhum pudor, quanto pelo marido, que a violentava e agredia. A úncia coisa que Tonya sabia fazer na vida (e muito bem por sinal) era a patinação artística, o que de certa forma funcionava como uma válvula de escape para o seu dia a dia.

Tonya apostou todas as suas fichas no esporte que ela tanto amava, se tornando a primeira mulher a conseguir o feito do "triple axel" em uma grande competição. Apesar do grande feito, o que ficou marcado na sua história foi a dura rivalidade com a patinadora Nancy Kerrigan e todo ataque planejado pelo seu marido e seu segurança. Envolvida em tais fatos, Tonya teve a sua carreira interrompida no atletismo, sendo exonerada do posto de patinadora da equipe norte-americana nos Jogos Olímpicos de Inverno de 1994 (e também proibida de praticar o esporte pelo resto de sua vida).

Margot Robbie entrega a sua melhor atuação da carreira até aqui, ao encarnar a vida de Tonya Harding. Uma atuação soberba, grandiosa, com muita maestria, ela soube extrair toda essência da personagem, nos alegrando nos momentos mais cômicos e nos emocionando nos momentos mais dramáticos. Robbie conduziu com muita dignidade o papel da princesa do gelo, nos mostrando os seus relatos que a levou do estrelato ao fundo do poço. Ela não se encaixava na temática, não seguia as regras, ela não era a imagem que eles queriam que representasse os EUA. Show, Margot Robbie deu um show em todos os sentidos e foi merecidamente indicada ao Oscar de Melhor Atriz. Uma pena que ela irá competir com duas atuações monstruosa de Sally Hawkins e Frances McDormand, mas é sua primeira indicação e sua hora vai chegar (ela já é uma ótima atriz).

Allison Janney entrega uma das melhores atuações que eu já vi na vida na pele de LaVona Harding, a mãe de Tonya. Uma figura desprezível, sarcástica, egoísta, sádica, que maltratava a filha em todos os sentidos, com agressões verbais e físicas (a cena da faca doeu em mim), com um ódio que era capaz de notar apenas com um olhar. Allison Janney está estupidamente fantástica em cena, está monstruosa, fascinante. A química entre ela e Robbie é estupenda, difícil me recordar de uma apresentação de mãe e filha com tamanha perfeição misturada com tamanha violência. Com essa atuação, Allison Janney ganha o Oscar de coadjuvante contra qualquer concorrente.

Devo destacar também Sebastian Stan, que fez o personagem Jeff Gillooly, marido de Tonya. Outra baita atuação, que foi correta do início ao fim, sem titubear, com uma química perfeita com Robbie. Eu indicaria fácil à coadjuvante no Oscar, ele entrega uma atuação fantástica, com muito brilho e muita segurança, fazendo parte direto na trajetória da vida de Tonya e sendo peça-chave no seu escândalo.

I, Tonya é uma obra-prima sensacional, genial, estupenda, onde tudo funciona com a maior perfeição possível, tudo milimetricamente acertado. Com uma belíssima narrativa, uma trilha sonora perfeita, uma fotografia prazerosa, uma edição à nível de Oscar, uma direção de arte de saltar aos olhos com a perfeição aplicada em cenários, figurinos, tudo muito bem ajustado pra época em que o filme foi rodado. As maquiagens e cabelos também foram destaques, como na própria Tonya, que teve uma maquiagem pesada, que envelheceu e enfeiou a atriz (como se fosse possível deixar a Robbie feia).

I, Tonya está indicado em 3 categorias no Oscar 2018 (Melhor Atriz, Atriz Coadjuvante e Edição). Porém, na minha opinião deveria ter ganhado mais indicações, acho que o filme tem um potencial incrível e deveria estar entre os indicados à Melhor Filme (caberia fácil nos lugares dos superestimados Corra e Lady Bird). Na realidade os americanos nunca gostaram da Tonya Harding (ela nunca foi a referência no "American way of life") e jamais indicariam a sua cinebiografia à Melhor Filme do ano. [17/02/2018]
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