Eu, Tonya
Média
4,2
599 notas

37 Críticas do usuário

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Carlos P.
Carlos P.

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3,0
Enviada em 21 de julho de 2020
O filme conta uma versão da história que envolveu as patinadoras Tonya Harding e Nancy Kerrigan. Por mais trágica que a história seja, a singularidade dos personagens envolvidos torna essa uma comédia. Mas é justamente quando o filme atinge tons mais dramáticos, que ele se torna mais interessante. O envolvimento emocional de Margot Robbie eleva o nível do filme. Além boas atuações, a exibição de fatos, que por incrivel que pareça são reais, faz desse um filme interessante de se ver.
Nelson Jr
Nelson Jr

24 seguidores 235 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de setembro de 2023
Um filme muito interessante , a história de uma patinadora dos anos 90 , um filme que te prende , bem dirigido! Um roteiro muito bom! Bom elenco , destaque para Margot Robbie , Uma história de tragicômica muito bem contada, com personagens fortes , muito bom!
Jackson A L
Jackson A L

13.704 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de junho de 2018
Grandioso filme baseado em fatos reais com atuações perfeitas. Justíssimas indicações ao Oscar. Margot Robbie em uma de seus melhores papéis. Só fiquei um pouco incomodado com as cenas nos torneios de patinação, era perceptível que a atriz estava em alguns momentos em um cenário e não de fato no ginásio de patinação. Outra mancada foi colocar a Margot Robbie interpretar o papel de Tonya com seus 15 anos, ficou bem artificial, mas nada que tire o brilho do filme.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de março de 2018
Um filme com estilo, ótimos recursos técnicos aliado a uma direção afiada e atuações sublimes, "I, Tonya" é um dos grandes injustiçados do óscar 2018. Escolhendo contar a historia da patinadora americana Tonya, uma esportista controversa, com problemas familiares e pessoais, porem uma das melhores da sua época, o filme pega essa historia e prefere colocar numa óptica de humor negro, no melhor estilo "Fargo", o roteiro mescla a historia real com depoimentos de atores, com narração e até quebra da quarta parede, ou seja, temos uma mescla de recursos, uma mistura que dá certo, com uma montagem fabulosa, fotografia lindíssima, e uma trilha sonora ótima, vibrante, que combina demais com o filme, a edição e mixagem do filme também são ótimos, tal quais as coregrafias e atuações, atuações essas ao qual temos um primeiro grande destaque a Alisson Janney, que é um destaque do longa, sua atuação é tão sincera que você sente suas pequenas nuanças, de raiva, desprezo e simulação de amor, Sebastian Stan també, está comicamente ótimo, tal qual Margot Robbie, que manda muito bem nas cenas esportivas, mas peca nas cenas dramáticas. "I, Tonya" fala sobre muitas coisas, violência domestica, relacionamento abusivo, superação, ambição, caráter, e o filme faz isso se utilizando de um humor maravilhoso, porem, as vezes o filme tenta passar uma carga dramática, e é ai que o longa falha miseravelmente, mesmo assim, "I, Tonya" é um ótimo filme, melhor que ao menos a metade dos indicados ao ocar de melhor filme 2018, infelizmente o filme ficou meio pra escanteio.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de janeiro de 2018
Acompanhe a vida da ex-patinadora no gelo Tonya Harding. Durante a década de 1990, ela conseguiu superar sua infância pobre e emergir como campeã do Campeonato de Patinação no Gelo do Reino Unido e segunda colocada no campeonato mundial. Porém, ela ficou realmente conhecida quando seu marido, Jeff Gilloly, e dois ladrões tentaram incapacitar uma de suas concorrentes quebrando a perna dela durante as Olimpíadas de 1994.

muito boa a história mas acredito que ela foi injustiçada Claro que ela teve participação mas ela não sabia das burradas que o marido fazia sei que o filme está concorrendo ao Globo de Ouro e possível concorrente ao Oscar vamos ver achei a história bem interessante
Hell C
Hell C

23 seguidores 143 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de maio de 2021
Muito bom, assisti esses dias na globo, vi que se tratava de um história real, o que dá ainda mais emoção a experiência de assistir, muito visceral, aborda vários temas difíceis de assistir, porém necessários.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de janeiro de 2018
Este é um filme sobre a história real de uma moça red neck que resolve enfrentar o status quo dos valores tradicionais americanos nas pistas de gelo. Tonya Harding patina bem pra c****, e parece que essa é a única coisa que as pessoas em volta de sua vida não percebem. Todos vivendo em torno de seus umbigos, Tonya é uma sobrevivente de uma infância de abusos, independente até a alma e buscando para sempre o reconhecimento. De qualquer um.

cinetenisverde.com.br
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 507 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de julho de 2024
"Eu, Tonya" é um filme fascinante que mergulha na vida conturbada da patinadora artística Tonya Harding, apresentando uma narrativa cativante e ousada. A abordagem inovadora do diretor em mesclar documentário e ficção traz uma dinâmica envolvente à história, desafiando as convenções tradicionais de biografias cinematográficas.

Margot Robbie brilha no papel de Tonya, entregando uma atuação poderosa e multifacetada que revela as camadas complexas da personagem. Sua capacidade de transmitir a vulnerabilidade e a determinação de Tonya de forma autêntica e emocionante é impressionante, cativando o público do início ao fim.

Além disso, a trilha sonora energética e a cinematografia vibrante contribuem para a atmosfera dinâmica do filme, mergulhando o espectador no mundo caótico e emocionante do universo de Tonya Harding. A forma como a direção utiliza a música e a estética visual para reforçar as emoções e os conflitos da protagonista adiciona uma camada adicional de profundidade à narrativa.

O roteiro habilmente equilibrado entre momentos de humor negro, drama intenso e reflexões sobre questões sociais mais amplas, enriquecendo a experiência do espectador e estimulando a reflexão sobre temas relevantes, como a busca pela aceitação e a luta contra as adversidades.

Em resumo, "Eu, Tonya" é um filme que transcende as expectativas, oferecendo uma narrativa envolvente e complexa, performances excepcionais e uma abordagem inovadora que o torna uma obra-prima do cinema contemporâneo. É uma obra que não apenas entretém, mas também desafia e emociona, deixando uma marca indelével na memória de quem o assiste.
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de fevereiro de 2018
Por trás de manchetes de jornais, noticias de telejornais e as tradicionais fofocas entre as pessoas, geralmente, sempre existe um lado que ninguém conhece ou entenda – o intimo e o pessoal de uma pessoa é algo que talvez apenas ela compreenda – sendo assim, fui assistir este novo filme do diretor Craig Gillespie (A Hora do Espanto, Horas Decisivas) sem saber muito bem quem era Tonya Harding – e, à medida que a narrativa prosseguia, comecei a me lembrar (alguns “flashs” na memória) sobre o escândalo em que a ex-patinadora de gelo olímpica se envolveu em 1994 – sua história repercutiu no mundo todo, mas a única coisa que eu me lembrava (vagamente, porque eu tinha apenas seis anos de idade na época) eram as noticias e manchetes nos telejornais, sempre acusando a esportista.

Pois Eu, Tonya vem agora para mostrar o lado supostamente mais real e humano da história – que, ao contrário das abordagens televisivas e jornalísticas, realmente tenta explicar quem é a Tonya verdadeira, aqui interpretada por Margot Robbie (também produtora), na fase adolescente e adulta. Através de flashbacks, vários personagens envolvidos na história toda vão dando seus pontos de vistas e contando o que aconteceu, desde a infância de Tonya (interpretada aqui pela pequena McKenna Grace), quando sua mãe, LaVona (Janney), a coloca para treinar patinação no gelo – mesmo a menina tendo apenas quatro anos de idade – exigindo muito, em treinamentos exaustivos e realmente pesados – que vão remeter, obviamente, a um treinamento de lutador de boxe (há uma leve brincadeira com esse tipo de cena nos filmes do Rocky Balboa); sendo assim, Tonya se torna, com apenas quinze anos, uma das melhores patinadoras dos Estados Unidos, participando de vários campeonatos – mas ao iniciar um romance (que culminaria em um relacionamento mais sério futuramente) com Jeff (Stan) sua relação com sua mãe piora – as brigas entre mãe e filha começam a ficar mais violentas – verbal e fisicamente – mas, ao ir morar com Jeff, mal sabe Tonya que tudo ficaria ainda pior – fazendo com o que o comportamento e psicológico dela fiquem desestabilizados, principalmente quando uma concorrente surge e ameaça o lugar dela na equipe norte-americana que iria entrar nas olimpíadas de inverno.

Acertando em mostrar a narrativa como um documentário – reproduzindo entrevistas reais de forma muito parecidas com as originais, o diretor ainda se dá bem em usar em alguns momentos o recurso da metalinguagem, com os atores parando de atuar para explicar certos pontos de vista – isso é importantíssimo, principalmente nas discussões sobre os abusos que Tonya sofria de seu companheiro Jeff, se revelando um homem bastante inseguro, impulsivo e agressivo pela atuação fechada e contida de Sebastian Stan (o Buck dos filmes do Capitão América) – existem coadjuvantes que ainda impressionam, como amigo de Jeff, interpretado por Paul Water Hauser, que sofre por seu impulso em contar mentiras a respeito de seu passado e profissão – ele é um típico nerd que não sai de casa, mas diz a todos que trabalhou nas forças armadas – mesmo que seja um recurso manjado, é interessante ver como algumas caracterizações são idênticas aos originais através da inserção de imagens de arquivo televisivo ao final.

Mas, ao mesmo modo como Greta Gerwig faz em Lady Bird, o que movimenta e prende o arco dramático em Eu, Tonya se dá com a relação tempestuosa entre mãe e filha – enquanto Margot Robbie demonstra uma compenetração absurda e realista da evolução física e mental de Tonya – ajudada por maquiagens sutis, mudanças no penteado e até o uso de aparelho dental, em usos acertados da equipe de maquiagem e figurinos, também – temos também a atuação incrivelmente áspera e cínica de Allison Janney como LaVona, demonstrando a rigidez de uma mãe que pensa estar criando sua filha de uma forma que a faça forte no futuro, porém, sem ter um consentimento de que a falta da demonstração de amor poderia afetar negativamente Tonya – basta citar que o único momento em que realmente a relação das duas parece envolver algum sentimento bonito e emocionante, é cortado instantes após com uma revelação decepcionante – tal cena é realmente de cortar o coração, principalmente pela forma calorosa como Margot demonstra seus sentimentos – revelando como ela é um talento verdadeiro.

Tecnicamente muito bem criado, o visual do longa ganha pontos por uma fotografia clara e objetiva, revelando angulações fechadas nos momentos íntimos e movimentos de câmera muito bem ensaiados para as cenas de patinação, servindo para mostrar como Tonya se esforçava ao máximo em suas manobras no gelo – algo que lembra muito a maneira visceral que Darren Aronovsky mostrava os ensaios de ballet em O Cisne Negro – perdendo ponto aqui pelo fato de que, em certos pontos, fica evidente como Margot Robbie é substituída por alguma dublê, entre um take ou um movimento de câmera e outro – mas, ainda assim, servindo para mostrar toda a energia e fúria de sua protagonista – ajudada por uma montagem ágil para os momentos dialogados e tais cenas de competição – existe ainda um bom uso de músicas dos anos 80 e 90 para ajudar na exemplificação das passagens dos anos, auxiliando narrativa e montagem.

Dando uma visão bastante subjetiva para o incidente em que Tonya se envolveu (como ela mesma ressalta, “a parte que vocês vieram aqui ver”), o filme não é maniqueísta a ponto de julgar os certos e errados, fugindo desse moralismo barato e insistindo em apresentar os fatos para que o espectador possa (ou não) julgar sua personagem principal – assim como dos demais personagens que se envolveram no suposto atentado de atrapalhar a rival de Tonya.

Essa ênfase em mostrar um lado humano e verossímil de sua protagonista, transforma Eu, Tonya em um belo exemplo de biografia, que funciona exatamente por evitar o sensacionalismo barato que a impressa colocou em cima da ex-esportista – fazendo aquelas leves memórias minhas ganharem um novo sentido – um sentido, creio eu, mais justo e real do que a língua de jornalistas e noticiários interessados apenas em julgar a vida de alguém, com seus esforços e desavenças, que somente essas vidas poderiam entender ao certo o que as motivou, por atitudes impensadas e irracionais que qualquer ser humano poderia ter.
Maxxuel 42
Maxxuel 42

17 seguidores 219 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de abril de 2022
Tudo nesse filme realmente te prende,te emociona ,boa trilha e as vezes tem um tom de humor bom.Bem dirigido e nota 10 para atuação Allison Brooks Janney.
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