Média
3,0
publicações
-
Almanaque Virtual
-
Ccine10
-
Cinema com Rapadura
-
Estado de São Paulo
-
Folha de São Paulo
-
Omelete
-
Papo de Cinema
-
Observatório do Cinema
-
Cineplayers
-
Cinepop
-
Cineweb
-
O Globo
Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa
Almanaque Virtual
O roteiro, assinado por Beatriz Manella, acende uma fagulha de criatividade ao comparar a corrupção política como um monstro assustador que rouba não só a dignidade do cidadão, mas suas próprias entranhas.
Ccine10
"O Rastro" é possivelmente o primeiro filme nacional que utiliza dessa estrutura atual do terror com víeis crítico e por isso já merece sua atenção, pois além dessa “ousadia” elogiável, filmes de gênero, infelizmente, ainda são raros em nosso cinema, principalmente com qualidade.
Cinema com Rapadura
“O Rastro” é um filme de qualidade excepcional que, se não tivesse optado por fazer concessões em seu enredo no intuito de tentar arrebatar um público maior, já nasceria como um clássico do gênero terror.
Estado de São Paulo
O clima no hospital, o som, aquele impressionante vitral na escadaria em curva, tudo revela uma inteligência de encenador. Os clichês são indissociáveis do gênero.
Folha de São Paulo
É na primeira metade que o filme mostra potência. Os sinais de descalabro da saúde pública estão a serviço de uma atmosfera de mistério, que se fortalece especialmente nas cenas dentro do hospital.
Omelete
A narrativa tenta esconder seus segredos durante todo o decorrer do longa, apenas para mais tarde introduzir uma nova subtrama, sem responder as perguntas da primeira ou sequer dar andamento à segunda. [...] Felizmente, "O Rastro" compensa com excelente direção artística.
Papo de Cinema
Se o diretor acerta na concepção e parece não temer escolhas mais ousadas, com reflexos evidentes de Hitchcock e até James Wan, por outro lado dá a impressão que não conseguir dosar com a mesma tranquilidade todas essas influências.
Observatório do Cinema
"O Rastro" vai se perdendo em suas pretensões narrativas, acreditando que possa surpreender o espectador. Fato é que sem uma narrativa fluida e bem trabalhada as imprecisões do longa ficam extremamente evidente.
Cineplayers
Se no fim das contas estamos em mais um típico caso de "inferno cheio de boas intenções", o cuidado com o qual Feyer tentou se cercar e o visível carinho com o projeto do qual ele se dedicou por oito anos arejam sua estreia no cinema e parecem mandar uma mensagem para si mesmo...
Cinepop
A esquizofrenia de "O Rastro" não o deixa funcionar bem como terror, tampouco como crítica, ou qualquer outro gênero ao qual almeja. Ficamos apenas olhando para a tela, compreendendo um pouco o que desejava o diretor J.C. Feyer...
Cineweb
Feyer é, tecnicamente, competente e mostra que viu muitos filmes, especialmente americanos, do gênero, e traz, na figura da menina desaparecida, uma Samara para chamar de sua, que passa o tempo todo gritando e saltando na frente da câmera para assustar – algo mais gratuito, impossível.
O Globo
Feyer também não parece confiar no desativado e lúgubre hospital que serviu de locação para criar um clima soturno, pois investe numa série de sustos por meio de música e som estridente em qualquer situação. Até naquelas que necessitam de um respiro.