Ana e Toma se conheceram quando ainda estavam na faculdade de literatura, e logo se apaixonaram e passaram a compartilhar uma vida amorosa. Mas, devido a uma doença mental de Ana, o relacionamento começa a ruir aos poucos. Apesar de terem desenvolvido uma espécie de co-dependência, as forças que o repelem são extremamente grandes.
Classificação indicativa a definir por http://www.culturadigital.br/classind
4,0
Muito bom
Ana, Meu Amor
A psicanálise do casal
por Bruno Carmelo
Ana (Diana Cavaliotti) e Toma (Mircea Postelnicu) discutem filosofia. Os estudantes tentam se concentrar na conversa sobre Nietzsche enquanto dois colegas fazem sexo no quarto ao lado. Os sons altos atrapalham a discussão. “Ela está fingindo”, Ana avisa. A atração entre os protagonistas é inevitável, assim como a vontade de analisarem um ao outro. O filme acompanha, ao longo de muitos anos, a aproximação entre eles e o desgaste natural devido o convívio.
No início, podemos pensar que o conflito principal se encontra na debilidade psíquica de Ana, vítima de frequentes ataques de pânico. Por isso, o casal limita o tempo passado com os amigos. Após episódios de tensão com as respectivas famílias, evitam igualmente o contato com os pais. Eles se isolam numa rotina de cumplicidade e carinho mútuos, mas também de inevitável esgotamento. Mesmo assim, a culpa não pode ser resumida à condição de
Ler a crítica
1:07
4:10
6:20





Festival
A estreia mundial do filme será feita na 67ª edição do Festival Internacional de Berlim.
Nacionalidades
Romênia,
Alemanha,
França
Distribuidor
-
Ano de produção
2017
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Romeno
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
Mais filmes : Melhores filmes do ano 2017, Melhores filmes Drama, Melhores filmes de Drama de 2017.