Média
2,3
publicações
-
Zero Hora
-
Cinepop
-
Almanaque Virtual
-
Cinemascope
-
Preview
-
CineClick
-
Cineweb
-
O Globo
-
Omelete
-
Papo de Cinema
-
Rubens Ewald
-
Cinema com Rapadura
-
Cineplayers
-
Veja
Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa
Zero Hora
O filme tem alguns pecados? Sim. Na tela, procuradores da República e policiais federais interagem por música, quando sabemos que a relação entre eles muitas vezes é tensa e beira o antagonismo na hora de conduzir delações premiadas.
Cinepop
Apesar dos diálogos em sua maioria apenas cumprirem tabela, movendo a trama adiante sem prejudicar, mas igualmente não imprimindo-os em nossa mente, existem alguns momentos memoráveis no longa, que talvez sirvam para justificar sua imparcialidade.
Almanaque Virtual
“Polícia Federal – A Lei é Para Todos” se aproveita de um material militante e muito oportuno, mas sofre com o mesmo diagnóstico de outras produções nacionais baseadas em materiais biográficos e/ou verídicos.
Cinemascope
Quando as luzes se acendem, parte do público pode até dar risadas, alguns já esperando as continuações dessa história – que promete ser longa… Outros simplesmente irão se levantar da poltrona envergonhados por viverem em um país onde a lei ainda não é, de fato, para todos.
Preview
[...] É evidente que "Polícia Federal – A Lei é Para Todos" não agradará aqueles que só têm olhos para uma ideologia e não enxergam, inclusive, que o cinema já foi, e ainda é, usado por eles para difundir seus ideais de maneira clara ou subliminar.
CineClick
"A Lei É Para Todos" ganha pontos quando investe na atmosfera de suspense policial, algo que é pouco explorado pelo cinema brasileiro. [...] Mas o filme peca quando exagera no tom "novelesco" em momentos cruciais como o depoimento de Lula e a relação entre o policial Julio e seu pai.
Cineweb
O grande defeito, então, deste filme – que teve produção cuidada e cara, estimada em R$ 16 milhões, de patrocinadores privados que pretendem permanecer em sigilo – é o maniqueísmo para retratar situações complexas, como se se tratasse apenas de uma boa e velha história de mocinhos e bandidos.
O Globo
O grande problema reside justamente na dramaturgia, que se sustenta somente em discursos descritivos dos fatos segundo um ponto de vista. [...] Talvez fosse melhor esperar o fim da Operação Lava-Jato. O diretor poderia, assim, ter aguardado mais desdobramentos...
Omelete
A sensação final é que "Polícia Federal - A Lei é Para Todos" desperdiçou as chances que teve de realmente alimentar uma discussão sadia sobre a política nacional, ao entregar um material tão inconsistente ao público.
Papo de Cinema
Se a intenção era transformar em ficção, que ao menos se buscasse um respeito maior àquilo que é público e notório. Do jeito que ficou, por outro lado, dá a entender que seus realizadores seguiram apostando na comédia – porém de forma equivocada e tendenciosa.
Rubens Ewald
Não sei se já era a hora de se fazer um filme com jeito de propaganda num momento em que a crise não foi solucionada e pela própria narrativa tudo é simplificado. Realmente valeria mais se fazer um documentário a sério, mas a televisão parece ter medo de aprofundar o assunto...
Cinema com Rapadura
Obstante de toda a polêmica gerada por retratar algo que ainda está ocorrendo e mesmo, relutantemente, não levando em consideração toda a carga político-partidária que o longa traz, “Polícia Federal:A Lei é Para Todos” ainda não se sustenta como filme.
Cineplayers
Como citei acima, "mocinhos e vilões" são tratado com maniqueísmo absoluto, e quem são os vilões de Marcelo Antunez, vilões esses cuja construção caricata de roteiro destroi a pouca credibilidade do roteiro? Todos que são investigados e eventualmente presos.
Veja
De heroísmo inabalável, a força-tarefa liderada por Ivan (Antonio Calloni) carece de emoção e profundidade psicológica. No clima geral de elogio à atuação policial, faltou provocação.