A Casa que Jack Construiu
Média
3,3
148 notas

26 Críticas do usuário

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Mateus Olivotti
Mateus Olivotti

6 seguidores 36 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de dezembro de 2020
The House Jack Built é um filme do diretor Lars Von Trier, lançado em 2018. O filme conta a história de Jack, um serial killer que matou ao longo de doze anos mais de sessenta pessoas. Jack conta sua história dividida em cinco incidentes, como são chamados, para a misteriosa Verge.

O filme mistura humor negro e suspense de uma forma que funciona bem, definitivamente não é um filme para todos, devido ao seu humor ácido e extrema violência. É muito difícil eu ficar impressionado com a violência no cinema, porém, tem um momento no terceiro ato que foi difícil de assistir, porém, vejo muito mais como uma qualidade do recurso, pois o filme busca chocar e consegue muito bem.
A atuação do Matt Dillon é excelente, para mim, a melhor atuação da carreira dele, e o Bruno Ganz também está muito bem no filme.

The House Jack Built é um filme que impressiona pela violência, com ótimas atuações, mas às vezes previsível e que às vezes se perde tentando colocar filosofia em tudo, que às vezes é forçado e pretensioso.
Ândrea
Ândrea

17 seguidores 3 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de abril de 2020
O filme fala da satisfação e do desejo humano.

Um homem normal que queria ser pianista, se torna arquiteto para oprimir a insatisfação e que na horas vagas tenta ser um arquiteto. Apaixonado por artes e filosofias e teorias da vida humana. Poderia ser qualquer um de nós.

spoiler: Em um momento, do nada, vê a oportunidade de cometer um assassinato e o comete. O porquê pode ser vários: uma ataque de fúria repentina; um certeza de sair impune (como acontece desde sua infância); uma vontade de ser preso ( uma mudança drástica na sua vida); ou um desafio a ser cumprido ( quando sua primeira vítima afirma que ele nunca poderia ser um serial killer, por ser bobo de mais). O fato é que Jack passa a encontrar nos assassinatos um novo prazer, uma nova experiência, novo aprendizado, novas oportunidades de experimentação. Usa de teorias e reflexões para explicar e justificar seus atos. Teoricamente, cometeu mais de 60 assassinatos em 12 anos. Nem todos foram encenados, mas acredito que os mostrados aos públicos foram os “mais importantes”. Mais importantes no sentido de mudá-lo, de transformá-lo, de acrescentar algo novo. Por isso talvez eram introduzidos no contexto de “incidentes” - não como algo que aconteceu repentinamente, mas como algo que aconteceu, mas poderia ter sido evitado. É muito nítida a mudança que o personagem passa. O jeito de andar, falar se vestir. Cada vez mais despojado, descontraído e audacioso. Como se a cada morte Jack se torna-se um pouco mais seguro de si e confiante.


A trilha não´é lá grandes coisas. E para mim só passou a ser perceptível nos últimos 30 minutos de filme. Talvez essa fosse a proposta, como algo que sempre esteve ali desde o começo, mas numa crescente que encontra seu ápice no final.

A fotografia é boa. E os momentos mais interessantes dele era onde a imagem parecia ser captada por uma simples câmera na mão. Sem se preocupar com estabilidade da imagem, ou o melhor ângulo a ser atingido.

O filme aborda a realidade de uma forma um tanto dura: a falta de empatia com o próximo é umas das principais características presentes nas relações. Mas do que falta de empatia, a falta de algo é presente em cada personagem: coragem, medo, amor, solidariedade, cautela, comedida, malicia, dentre outros se observado mais a fundo.

spoiler: No entanto, o final foge totalmente da realidade. Vemos uma jornada do Jack até o inferno, acompanhado de um homem que poderia ser a morte, o diabo ou um anjo qualquer. Piração total, não gostei. Levou o filme para um lado metafórico demais. Mesmo toda narrativa do texto sendo metafórica, ela sendo posta em imagens me incomodou bastante. Principalmente porque tira o filme da realidade e leva pro campo abstrato/supernatural/espiritual. O fato é que Jack vai para as profundezas do inferno por causa da sua audácia e da sua prepotência. O porquê todos sabem, mas o como é meio embaçado.
Mateus Inuy
Mateus Inuy

5 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de março de 2020
A Casa que Jack Construiu é um filme do diretor Lars Von Trier, lançado em 2018. O filme conta a história de Jack, um serial killer que ao longo de doze anos matou mais de sessenta pessoas, Jack conta sua historia dividida em cinco incidentes, como são chamados, para o misterioso Verge.,o filme mistura humor negro e suspense de uma forma que funciona bem. Definitivamente não é um filme para todo mundo, devido ao seu humor ácidos e sua violência extrema, me impressiono muito raramente com a violência em filmes, porém, há um momento no terceiro ato que quase me tirou da sala do cinema, o filme jogar filosofia em todo lugar, mas na maioria das vezes não funciona muito bem. A atuação do Matt Dillon é excelente, para mim, a melhor atuação dele, e o Bruno Ganz também está muito bem no filme. A Casa que Jack Construiu é um filme que impressiona devido a sua violência, com ótimas atuações, porém as vezes previsível e que em alguns momentos se perde tentando colocar filosofia em tudo, o que em alguns momentos fica forcado. Se eu fosse dar uma nota de zero a dez, daria 6.3.
Isis Lourenço
Isis Lourenço

7.622 seguidores 772 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de dezembro de 2019
Até que não é tão ruim como pensei,considerando como diretor o Lars,geralmente cansativo,o filme tem suspense,mas como sempre é parado,a motivação do personagem é convincente,mas poderia ter feito uma casa melhor.
Agencio s
Agencio s

4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de agosto de 2019
Mostra o lado mais sombrio do ser humano com muita maestria e diálogos com interpretações memoráveis ! Faz ficar preso a narrativa em 150 minutos muito bem aproveitados! Excelente
Lucas S.
Lucas S.

293 seguidores 204 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de março de 2019
Sendo um filme de Lars von Trier é de se esperar que seja sinistro. Este entra em sua filmografia no quesito psicopatia.
Um sujeito pacato (interpretação exemplar) que se vê diante de uma senhora que lhe pede carona, e o instiga falando sobre psicopatas... Assim inicia-se seu processo de Serial Killer, com o detalhe de que ele tem TOC sobre deixar o lugar limpo. Vítima após vítima, as mantêm em um frigorífico, tornando este o seu souvenirs.
O filme mostra boas produções de cenas, violência extrema e terror.
Tudo isto é narrado numa conversa com um senhor, que ao final é revelado spoiler: tratar-se de um ceifador
.
Filme não recomendável para estômagos fracos.
Carlos Castro
Carlos Castro

989 seguidores 343 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2019
Um filme de dois pesos e duas medidas. Se por um lado sentimos ojeriza pelo personagem principal, não vemos lógica em suas reflexões absurdas sobre arte e morte e sentimos repulsa pelo comportamento hostil do serial killer, por outro vemos que toda a questão técnica, visual e roteiro são de extrema qualidade e, originalidade.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 5 de janeiro de 2019
Em um período de doze anos, Jack é um ardiloso assassino em série de mulheres que tem um único objetivo sangrento a cumprir: executar o crime perfeito, sem deixar nenhum tipo de rastro.

me desculpe aqueles que gostam dos filmes do Lars Von Trier não sei nem porque comecei assistir acho que porque já assisti a maioria dos filmes dele mas todos são extremamente violentos e causa sentimentos muito negativos não consigo entender o sentido dos filmes dele são simplesmente para criar repulsa ⭐
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.791 seguidores 809 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de dezembro de 2018
Não é novidade para ninguém que Lars von Trier é muito polêmico e tem como marca registrada seus filmes com ritmo lento e cenas violentas que chegam a ser bem controversas,pois bem aqui temos isso estampado por duas horas e trinta minutos de projeção perturbadora.O filme é visto do ponto de vista de Jack um arquiteto que após matar uma mulher ,acaba tomando gosto por isso e por doze anos pratica diversos crimes,ele decide contar seus maiores crimes com um senhor chamado Virgílio em uma jornada ao inferno.Aqui com certeza temos cenas bem violentas incluindo uma no segundo ato que é pura crueldade,mas mesmo assim eu esperava mais,pois o Von Trier prometeu cenas bem pesadas.O Matt Dillon está perfeito,ele passa um sadismo incrível e uma segurança no que faz que impressiona,e toda a explicação pelos seu crimes são doentias o que ajuda com o personagem.Mas o maior problema foi o que o roteiro fez no terceiro ato,o desfecho é um banho de água fria,acontece um fato que foge a realidade e que impede que o filme termine de maneira satisfatória.No geral é um filme bastante eficiente e sádico que peca no desfecho que não é convincente.
@marwanderley - Marcela A.Wanderley
@marwanderley - Marcela A.Wanderley

4 seguidores 35 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de dezembro de 2018
Claro que o tema em si não me agrada, ÓBVIO! Mas vamos falar do roteiro, da direção, das atuações e do filme... Roteiro, sem comentários! A visão do roteirista sobre a mente doentia de um assassino foi genial! Adorei especialmente aquela parte das sombras do poste de luz, e como a luz representou como demonstração de como o assassino se via no antes, durante e depois de assassinar alguém. O diretor realmente soube conduzir o roteiro de forma que (eu pelo menos) senti que não ficou faltando nada, sabe? Atuação de Matt Dillon foi impecável, realmente tive medo de como ele pareceu doentio nesse filme! Enfim... óbvio que é um filme maluco, que o assunto não vai agradar a grande maioria (nem a mim mesma agradou), mas dentro dessa maluquice toda, há arte! As vezes vomitar como resultado final de assistir a este filme, é arte também, saibam disso hahaha.
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