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3,2
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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Collider
Keira Knightley está completamente radiante, plena de energia. Além disso, o filme traz uma história atemporal e marcante. Fico muito feliz de ter descoberto essta trama pela maneira como o diretor Wash Westmoreland a construiu.
O Globo
Um filme agradável, com uma personagem corajosa e inspiradora que vai se transformando ao perceber injustiças machistas. Keira imprime à protagonista um tom observador, usando boas expressões faciais e olhares para reagir a situações que a surpreendam ou incomodem.
Observatório do Cinema
Não é lá muito diferente de uma biopic tradicional, mas acerta ao focar mais na evolução natural de sua retratada do que na ordem dos fatos apresentados, além de ser uma divertida viagem aos tempos da Belle Epoque.
The Guardian
"Colette" é emocionante, engraçado, inspirador e lindo. [...] A vida de Colette é merecedora de nuances e cuidados, e é isso que ela recebe neste filme.Ela também recebe Keira Knightley na melhor forma: luminosa, inteligente, sexy e simpática.
The Playlist
O filme traz uma performance edificante de Keira Knightley, que interpreta Colette com tanta ternura e força feminista que fica difícil não estabelecer um paralelo com o mundo de hoje.
Ccine10
Interessante, mas não exatamente inspirador, "Colette" dá o mesmo peso para todos os eventos da vida da escritora, distanciando-se do que poderia enfatizar: o quão moderno foi, para seu tempo, uma mulher transitar no espectro de gênero e na fluidez da sexualidade.
Chicago Sun-Times
Em "Colette", Knightley assume um dos personagens mais complexos e fascinantes que ela já interpretou - e oferece uma de suas performances mais memoráveis. [...] Exuberante e vibrante, este é um filme com uma sensibilidade moderna, mas uma representação autêntica de tempo e lugar.
Estado de São Paulo
Desde que você aceite que uma das mais conhecidas escritoras francesas se expresse no mais puro inglês, verá um belo filme. "Colette", com Keira Knightley no papel principal, é uma cinebiografia interessante, ainda que meio convencional.
New York Times
Os anarquistas e a quadrilha enlouquecida por sangue estão ausentes do atraente filme biográfico “Colette”, que faz uma abordagem leve e efervescente a seu tema. O mundo que Colette (uma vibrante Keira Knightley) habita na tela é mais brilhante e menor do que o da Sra. Thurman.
Papo de Cinema
O grande acerto desta produção é mostrar que mesmo uma fêmea geniosa e forte não tinha força o bastante para envergar as convenções a favor da estrita verdade. Keira Knightley cria alguém de personalidade marcante.
Screen International
Keira Knightley interpreta Colette com inteligência, dando ao processo um tom agradável. Embora o diretor Wash Westmoreland lide com vários assuntos sérios o filme tem um espírito tão lúdico que os pontos de discussão fluem suavemente.
The Hollywood Reporter
O retrato da autora feminina mais famosa da França, Colette, lança Keira Knightley como a camponesa cujos dotes literários ofuscavam os escritores masculinos ao seu redor. "Colette" trata-se de uma história envolvente e uma performance competente de sua estrela.
Variety
“Colette” é um dos grandes papéis cujo Keira Knightley será lembrada. Embora dificilmente seja o primeiro longa-metragem em inglês a seguir a famosa assinatura francesa, consegue relacionar sua história com o espírito da época, aprofundando com amor assuntos que ela perseguiu com outras mulheres.
Boston Globe
Nada funcionaria sem a performance sutil e apaixonante de Knightley. “Colette” supera com uma insistência anacrônica em temas atuais, como branding, feminismo, direitos LGBT e cultura de celebridades.
Cineweb
O diretor Wash Westmoreland dirige tudo de maneira tão burocrática que chega a tornar a vida e os tempos de Colette enfadonhos. É o tipo de filme que precisa de letreiros avisando o lugar e a época em que se passa, dando a sensação de que, sem isso, o público não conseguiria acompanhar a narrativa.
Washington Post
A história de Colette é boa mas é fragilmente contada no filme. Como um conto sobre uma mulher cuja vida foi definida pelo fogo, "Colette" não tem muita faísca.