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Nelson J
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1.977 críticas
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2,0
Enviada em 10 de maio de 2018
Filme bem bobo sobre privacidade e hackers. Uma anônima é suspeita de assassinatos e envolve o policial que a persegue. Nada acrescenta e bons atores e talentos são desperdiçados.
O filme Anon, dirigido e escrito por Andrew Niccol, se passa numa realidade em que os seres humanos são controlados por um grande servidor, que, por meio da retina, consegue capturar todas as atividades que as pessoas executam no seu dia a dia. Se nossas atividades estão registradas para a posteridade num servidor, que, como um tipo de tecnologia específico, consegue ser rastreado por qualquer pessoa, então a ideia de privacidade se torna uma utopia – na medida em que as nossas lembranças podem ser acessadas por hackers que consigam driblar as armadilhas existentes nesses sistemas.
Anon se apoia num grande conflito vivenciado pelo investigador Sal Friedland (Clive Owen), que não consegue solucionar uma série de crimes que começa a ocorrer na cidade, uma vez que a identidade do serial killer não está passível de rastreio, simplesmente porque seus dados não aparecem no sistema. O filme se apoia no relacionamento que o investigador estabelece com uma misteriosa mulher (Amanda Seyfried), que pode oferecer pistas sobre a identidade deste assassino.
Uma produção original do canal de streaming Netflix, Anon é uma obra de ficção científica que, apesar da premissa interessante, acaba pecando por se render a um verdadeiro clichê do cinema: a necessidade de oferecer ao público uma reviravolta que seja surpreendente. No caso deste filme, o tiro sai pela culatra e acaba prejudicando todo o trabalho de desenvolvimento da trama, que vinha sendo feito a contento até que o quarto final começa a acontecer.
A sinopse me deixou intrigado e resolvi assistir (embora ainda não tenha assistido nenhum filme realmente bom da Netflix) e também pelo calibre dos atores, mas a trama é realmente muito fraca, deixou muito a desejar.
Anon, todos os seres humanos possuem um tipo de implante nos olhos (o filme jamais explica como tal tecnologia funciona, graças ao bom deus!) que permite que tudo o que cada um vê, ao longo de toda a vida, seja gravado em um servidor “na nuvem” chamado de “O Éter”. Tais imagens podem ser acessadas pela policia para desvendar crimes. Além disso, tal implante permite que o usuário acesse informações em tempo real, como um “google” dentro de seu campo visual, que traduz ou explica tudo o que a pessoa vê.
Eu achei um filme muito cansativo, mesmo seguindo um tema que gosto muito, tem uma história com uma pegada de minority report mas bem fraca ⭐⭐
Com a premissa de que no futuro, os detetives poderiam vê através dos olhos das pessoas e solucionar o caso mais precisamente e sem sombra de erros. A polícia se depara com hackers que apagam o registro (a memória) e dificultam a prisão do suspeito. Pela história, parece até que seria um filmaço, porém, o filme deixa muita ponta solta e prejudica o entendimento do telespectador. Não conta a origem da tecnologia; o tal vilão nem sequer tem um motivo lógico para cometer assassinato; o protagonista que de repente vira suspeita (o motivo? o mais bisonho possível). por fim, é um filme que começa interessante até cair em algum desinteressante no final. Para passar o tempo, talvez , eu disse talvez, seja uma opção.
A ideia é interessante, uma realidade futurística em que o avanço descontrolado da tecnologia gerou um sistema que acabou com a privacidade humana e etc... Me lembrou Black Mirror, porém a trama é muito fraca e o filme ficou muito cansativo... Nâo recomendo, compensa assistir o tal episódio de Black Mirror ao invés de perder tempo com esse filme
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