Grave
Média
3,2
174 notas

26 Críticas do usuário

5
3 críticas
4
6 críticas
3
4 críticas
2
4 críticas
1
5 críticas
0
4 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Vitor P
Vitor P

497 seguidores 236 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 19 de agosto de 2017
O filme é bem feito apesar de não ser uma produção americana ou inglesa, mas infelizmente deixou muita coisa em aberto, o que quem gosta de filmes de terror odeia que aconteça.
Cid V
Cid V

271 seguidores 660 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de outubro de 2023
Justine (Marillier) é uma jovem virgem que abandona pela primeira vez a vida em família para ir morar no alojamento universitário da renomada escola de veterinária Saint-Exupery. Seus pais (Lucas e Preiss) esperavam que a irmã mais velha de Justine a encontrasse, o que não acontece.

https://magiadoreal.blogspot.com/2023/10/filme-do-dia-grave-2016-julia-ducournau.html
Billy Joy
Billy Joy

4 seguidores 51 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 8 de novembro de 2021
Ducournau transforma a Universidade do seu filme em um palco para discussão de tudo o que considera de problemático na sociedade. O grande problema disso é como essas recorrentes abordagens ao longo do filme vão dissipando a potência do body horror no tema central de sua narrativa.

Parece evidente uma alegoria presente nessa relação da protagonista com a carne. Sua "libertação" de uma alimentação até então restrita dialoga diretamente com o processo de descoberta que é característico da entrada no meio universitário. A libertação do âmbito familiar se dá pelo mundo de novidades presente nessa nova etapa da vida de Justine. Contudo, essa carga sugestiva não recebe o devido tratamento cênico, muito pela maneira breve em que o filme aborda o horror explícito. Além das resoluções das cenas serem insuficientes, o que se segue na narrativa é geralmente alguma discussão mal desenvolvida acerca dos temas que concernem esse ambiente criado pela diretora.

A única cena que realmente funciona bem no body horror é da protagonista comendo o dedo da irmã. Ducournau consegue explorar efetivamente aqui o pavor do acontecimento e o conflito interno de Justine que, gradualmente na cena, dão lugar à obsessão descontrolada perante a carne. Já, no restante da obra, essas cenas não possuem a mesma condução. A diretora gosta de mostrar os ferimentos, o corpo dilacerado, mas os atos em si dessa violência animalesca são, em muitos momentos, suprimidos ou resolvidos de maneira muito vaga.

Chama a atenção como o filme se inicia numa cena de emboscada, algo que se repetirá em um contexto diferente mais adiante, mas a sugestão de importância desse episódio não passa mesmo do recurso de montagem. Quando a irmã de Justine força novamente um acidente na estrada, a resolução da cena é breve e pouco importante dentro de tudo o que o filme tenta abordar antes e depois desse acontecido.

Alguns recursos soam utilitaristas em demasia. A própria cena em que é revelado a Justine, via vídeo, o que havia acontecido na noite anterior, soa muito mais como uma necessidade do filme em estabelecer o conflito da cena seguinte do que realmente algo que funcione dramaticamente em cena. Além disso, a maneira como a diretora lida com as cenas de multidão, alternando uma decupagem deslocalizadora com uma câmera lenta que tenta ser lírica, soa didática e mal resolvida pela montagem.

O ponto mais interessante mesmo está na construção dessa personagem que tenta ser muito amigável (aquele sorrisinho de boca fechada vira o maior indicativo de sua personalidade), em face a um mundo de pessoas embrutecidas. O que já se inicia na sua relação de frieza com os pais, recebe uma ampliação que alça o filme a um nível absurdo nesse sentido nas cenas envolvendo o seu professor (quase um Caligari na sua caracterização) e o velho no hospital com a dentadura. É como se Ducournau exagerasse deliberadamente esse mundo externo à protagonista, de modo a ampliar os seus conflitos internos. Infelizmente, quando a narrativa dá progressivamente maior espaço à dinâmica entre as duas irmãs, Raw renega boa parte de seu potencial em prol de uma alternância pouco articulada entre o body horror e a crítica social.
Thaís S.
Thaís S.

2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 8 de setembro de 2017
Bom, eu estava com muita expectativa por falaram que pessoas desmaiaram e vomitaram assistindo o filme, não achei tudo isso, porém é um filme interessante para passar o tempo. spoiler: Não esperava que o pai dela também tivesse isso e fiquei chateada pelo amigo dela morrer, achei que ele fosse ajudar ela ou algo do tipo.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa