Média
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Filme já começa com uma situação ridícula que na vida real nunca aconteceria. Conheço este prédio e, mesmo como funcionário de uma empresa que aluga 5 andares, não tinha facilidade pra subir no mesmo, imagina um mendigo? Um mlk que rouba uma senhora, poderia ter a esfaqueado e acabado com uma família, independente de ser uma criança, tem que ser repreendida. Aí o "Mestre Mendigo" chega e resolve tudo...enfim, filme clichê, onde a única intenção é jogar no ar as frases de um livro que, se for como o filme, vou evitar a fadiga.
O filme é muito falado, as interpretações não tem quase que importância nenhuma no filme, apenas o que é dito torna-se importante, assim como o livro, é um filme clichê. A fotografia e direção de arte compensam, mas não vai além disso.
Filme comessa bem dando a entender que a história vai ser um tapa na cara da sociedade porém comessa a piorar bastante do meio em diante cenas fracas frases clichês tentaram pegar a inspiração do Eduardo Marinho só que de forma superficial não tem a quela pegada do poeta de rua que se abdicou da superficialidade do capitalismo
Um bom filme. Trás uma mensagem de como devemos gerir melhor o nosso tempo, vivemos os paradigmas do capitalismo selvagem, q consomem as nossas mentes, nossos pensamentos e nos levam a nunca encontrar de verdade aquilo q precisamos, sempre queremos algo mais, sempre estamos em busca de algo novo, sempre nos falta algo e nunca estamos felizes e não valorizamos as coisas mais importantes. A trama tem alguns furos, momentos enfadonhas, mas no final o filme transmite uma boa mensagem.
Para qualquer um que lê o livro e depois assiste sua adaptação cinematográfica há um grau de decepção. Com o longa de Jayme Monjardim, recém chegado na Netflix, não é diferente.
Por mais que tente nos trazer reflexões importantes e urgentes sobre a vida moderna o filme não chega à superfície do que o livro de Augusto Cury causa a quem mergulha em suas páginas. Ou será que isso se dá por que ficamos entediados depois de meia-hora de filme?
Mesmo tentando trazer um pouco mais de ação que seu homônimo literário o longa pouco nos empolga. E, ao suspeitar que falharia nessa missão, o diretor trás cenas sentimentalóides, tentando forçar o espectador a se emocionar a qualquer custo - quase uma afronta à inteligência.
Vale destacar a atuação comprometida de César Troncoso, como o humilde e abnegado "Mestre" - morador de rua cheio de pílulas de sabedoria (e alguns clichês) à distribuir. Ressalto também a fotografia do filme, uma das mais belas que já vi em uma produção nacional.
Apesar do parágrafo anterior, em resumo, "O Vendedor de Sonhos" é a prova de que alguns livros jamais deveriam ser adaptos para a tela grande.
Sugerido apenas para quem ainda não leu nenhum dos livros da trilogia de Cury e tem preguiça de fazê-lo.
Por mais que tente nos trazer reflexões importantes e urgentes sobre a vida moderna o filme não chega à superfície do que o livro de Augusto Cury causa a quem mergulha em suas páginas. Ou será que isso se dá por que ficamos entediados depois de meia-hora de filme?
Mesmo tentando trazer um pouco mais de ação que seu homônimo literário o longa pouco nos empolga. E, ao suspeitar que falharia nessa missão, o diretor trás cenas sentimentalóides, tentando forçar o espectador a se emocionar a qualquer custo - quase uma afronta à inteligência.
Vale destacar a atuação comprometida de César Troncoso, como o humilde e abnegado "Mestre" - morador de rua cheio de pílulas de sabedoria (e alguns clichês) à distribuir. Ressalto também a fotografia do filme, uma das mais belas que já vi em uma produção nacional.
Apesar do parágrafo anterior, em resumo, "O Vendedor de Sonhos" é a prova de que alguns livros jamais deveriam ser adaptos para a tela grande.
Sugerido apenas para quem ainda não leu nenhum dos livros da trilogia de Cury e tem preguiça de fazê-lo.
Filme fraco, história clichê e rasa, cheia de frases feitas bonitas que já estamos cansados de ver...
Apesar de a mensagem do filme ser bem relevante nos moldes contemporâneos, o filme em si não prende, não cativa, falta alguma coisa, é cheio de reflexão mas pobre em sub histórias e dramatização dos fatos
O roteiro é muito mal escrito, o filme é mal dirigido e é muito previsível e auto-explicativo, o único ator que se esforça é o César Troncoso, mas infelizmente o roteiro e a direção não o ajudam, já os outros atores nem se esforçam para entregar algo bom. Há um personagem que não deveria estar no filme, ele serve só para aparecer, levar um tiro e praticamente sumir da história. Tirando o esforço de César Troncoso, o outro único ponto positivo é a fotografia, que não é nada de mais, mas é "ok".
Pra ser Ruim tem que melhorar muito...
Perdi 1:31 minutos da minha vida...como 95% dos filmes nacionais... não sei porque ainda insisto...
Perdi 1:31 minutos da minha vida...como 95% dos filmes nacionais... não sei porque ainda insisto...
Não dá para falar que é um filme ruim, mas tem uma forte mensagem oculta de inversão de valores. Perigoso.
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