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Michael Pires
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82 críticas
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2,5
Enviada em 29 de maio de 2020
O filme é muito falado, as interpretações não tem quase que importância nenhuma no filme, apenas o que é dito torna-se importante, assim como o livro, é um filme clichê. A fotografia e direção de arte compensam, mas não vai além disso.
Filme comessa bem dando a entender que a história vai ser um tapa na cara da sociedade porém comessa a piorar bastante do meio em diante cenas fracas frases clichês tentaram pegar a inspiração do Eduardo Marinho só que de forma superficial não tem a quela pegada do poeta de rua que se abdicou da superficialidade do capitalismo
Um bom filme. Trás uma mensagem de como devemos gerir melhor o nosso tempo, vivemos os paradigmas do capitalismo selvagem, q consomem as nossas mentes, nossos pensamentos e nos levam a nunca encontrar de verdade aquilo q precisamos, sempre queremos algo mais, sempre estamos em busca de algo novo, sempre nos falta algo e nunca estamos felizes e não valorizamos as coisas mais importantes. A trama tem alguns furos, momentos enfadonhas, mas no final o filme transmite uma boa mensagem.
Para qualquer um que lê o livro e depois assiste sua adaptação cinematográfica há um grau de decepção. Com o longa de Jayme Monjardim, recém chegado na Netflix, não é diferente. Por mais que tente nos trazer reflexões importantes e urgentes sobre a vida moderna o filme não chega à superfície do que o livro de Augusto Cury causa a quem mergulha em suas páginas. Ou será que isso se dá por que ficamos entediados depois de meia-hora de filme? Mesmo tentando trazer um pouco mais de ação que seu homônimo literário o longa pouco nos empolga. E, ao suspeitar que falharia nessa missão, o diretor trás cenas sentimentalóides, tentando forçar o espectador a se emocionar a qualquer custo - quase uma afronta à inteligência. Vale destacar a atuação comprometida de César Troncoso, como o humilde e abnegado "Mestre" - morador de rua cheio de pílulas de sabedoria (e alguns clichês) à distribuir. Ressalto também a fotografia do filme, uma das mais belas que já vi em uma produção nacional. Apesar do parágrafo anterior, em resumo, "O Vendedor de Sonhos" é a prova de que alguns livros jamais deveriam ser adaptos para a tela grande. Sugerido apenas para quem ainda não leu nenhum dos livros da trilogia de Cury e tem preguiça de fazê-lo.
Apesar de a mensagem do filme ser bem relevante nos moldes contemporâneos, o filme em si não prende, não cativa, falta alguma coisa, é cheio de reflexão mas pobre em sub histórias e dramatização dos fatos
O roteiro é muito mal escrito, o filme é mal dirigido e é muito previsível e auto-explicativo, o único ator que se esforça é o César Troncoso, mas infelizmente o roteiro e a direção não o ajudam, já os outros atores nem se esforçam para entregar algo bom. Há um personagem que não deveria estar no filme, ele serve só para aparecer, levar um tiro e praticamente sumir da história. Tirando o esforço de César Troncoso, o outro único ponto positivo é a fotografia, que não é nada de mais, mas é "ok".
Não conheço o livro. Mas o filme em si pareceu-me suficientemente envolvente, uma espécie de fábula e, portanto, sem compromisso absoluto com um roteiro integralmente verossímil tampouco linear. É edificante e simbólico, num contexto triste mas como um sereno amanhecer. A vida traz espinhos. São eles que nos impedem de nos prostrarmos. Quando caímos, algo ou alguém nos doa... uma vírgula... Assista. Vale a experiência.
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