O Vendedor de Sonhos, filme nacional dirigido por Jaime Monjardim, é baseado na cultuada obra do escritor e psicoterapeuta Augusto Cury. Tenho que confessar que ainda não li o livro, mas fui ao cinema esperando assistir um filme bem otimista e cheio de lições de vida.
As primeiras cenas do filmes demonstram que a qualidade técnica é de primeira, com ótima fotografia e direção de arte. O elenco é recheado de estrelas. Temos a presença de Dan Stulbach, ator conhecido nacionalmente por diversas novelas e séries da Rede Globo e o ator uruguaio César Troncoso, de O Banheiro do Papa, mas que também já trabalhou no Brasil em outras produções, como O Tempo e O Vento, Faroeste Caboclo e a série Supermax. Thiago Mendonça, que interpretou Renato Russo em Somos tão Jovens, não tem um papel grande mas consegue se destacar ao interpretar um mendigo engraçado e sofrido ao mesmo tempo.
Jaime Monjardim conseguiu criar uma história linear para incluir as lições de vida sem fazer com que o filme parecesse uma série de esquetes, mas não conseguiu fugir dos clichês. As mensagens que o filme procura passar são bonitas, mas simples e batidas demais.
Algumas situações também são forçadas e perdem a credibilidade. Não sei se o problema está no roteiro adaptado ou no próprio texto de Augusto Cury.
Mais uma tentativa do cinema nacional fazer um drama do mesmo nível de Central do Brasil. Lembro-me de sair do cinema aos prantos após assistir o filme de Walter Salles. Se ainda não viu, vale muito a pena! Esta ai um exemplo de como passar uma linda mensagem de vida sem ser panfletário.
uma historia que tem uma mensagem bonita e interessante, mas sei la.. nao me convenceu. talvez por ser um filme sobre um livro de auto ajuda. mas vale a pena assistir...
Para qualquer um que lê o livro e depois assiste sua adaptação cinematográfica há um grau de decepção. Com o longa de Jayme Monjardim, recém chegado na Netflix, não é diferente. Por mais que tente nos trazer reflexões importantes e urgentes sobre a vida moderna o filme não chega à superfície do que o livro de Augusto Cury causa a quem mergulha em suas páginas. Ou será que isso se dá por que ficamos entediados depois de meia-hora de filme? Mesmo tentando trazer um pouco mais de ação que seu homônimo literário o longa pouco nos empolga. E, ao suspeitar que falharia nessa missão, o diretor trás cenas sentimentalóides, tentando forçar o espectador a se emocionar a qualquer custo - quase uma afronta à inteligência. Vale destacar a atuação comprometida de César Troncoso, como o humilde e abnegado "Mestre" - morador de rua cheio de pílulas de sabedoria (e alguns clichês) à distribuir. Ressalto também a fotografia do filme, uma das mais belas que já vi em uma produção nacional. Apesar do parágrafo anterior, em resumo, "O Vendedor de Sonhos" é a prova de que alguns livros jamais deveriam ser adaptos para a tela grande. Sugerido apenas para quem ainda não leu nenhum dos livros da trilogia de Cury e tem preguiça de fazê-lo.
O filme é bom. Vale a pena assistir lembrar de alguns toques que não podemos deixar de ter em nossa personalidade. Tem um tom de auto-ajuda, mas a essência é muito boa.
O filme é exelente, os filmes brasileiros vêm em uma crescente muito Boa, lógico que ainda existem filmes que são uma bosta, mas os números de filmes com conteúdo vêm aumentando muito.
Apesar de a mensagem do filme ser bem relevante nos moldes contemporâneos, o filme em si não prende, não cativa, falta alguma coisa, é cheio de reflexão mas pobre em sub histórias e dramatização dos fatos
Por já ter lido outros livros do Cury certamente o conteúdo do livro deve ser interessante, mas o filme em si é MUITO ruim. Mal escrito, atores fracos.. até a barba do ator principal é visivelmente fake.. realmente amador. O atuação do ator Dan Stulbach é a única que salva um pouco já a dos outros é deplorável.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade