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Marco Silva
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185 críticas
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3,0
Enviada em 20 de maio de 2020
Não conheço o livro. Mas o filme em si pareceu-me suficientemente envolvente, uma espécie de fábula e, portanto, sem compromisso absoluto com um roteiro integralmente verossímil tampouco linear. É edificante e simbólico, num contexto triste mas como um sereno amanhecer. A vida traz espinhos. São eles que nos impedem de nos prostrarmos. Quando caímos, algo ou alguém nos doa... uma vírgula... Assista. Vale a experiência.
Um bom filme. Trás uma mensagem de como devemos gerir melhor o nosso tempo, vivemos os paradigmas do capitalismo selvagem, q consomem as nossas mentes, nossos pensamentos e nos levam a nunca encontrar de verdade aquilo q precisamos, sempre queremos algo mais, sempre estamos em busca de algo novo, sempre nos falta algo e nunca estamos felizes e não valorizamos as coisas mais importantes. A trama tem alguns furos, momentos enfadonhas, mas no final o filme transmite uma boa mensagem.
Frases ótimas, momentos marcantes, atuações potentes... mas no meio de um enredo cheio de furos. Acaba se tornando um filme lúdico, fantasioso... quando poderia se tornar até indicado nosso ao Oscar. Bom entretenimento.
Adaptação do best-seller homônimo do psicoterapeuta e escritor Augusto Cury. Júlio César, um psicólogo decepcionado com a vida em geral, tenta o suicídio, mas é impedido de cometer o ato final por intermédio de um mendigo, o "Mestre".
sei que o filme é baseado no livro, achei a história muito boa e ainda mais que passa uma mensagem para nos preocuparmos com as coisas que realmente valem a pena⭐
Filme é bom. Prende a atenção e faz pensar na família, se quiser ser feliz e compartilhar esta felicidade e muito emocionante, pois vivemos de altos e baixos.
"Rezenha" Crítica confiram sem espaços: h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2017/07/24/rezenha-critica-o-vendedor-de-sonhos-2016/
Este é um típico filme que não se pode analisar apenas o filme em si, mas a sua importância num todo para quem o assiste e a mensagem que tenta passar. Só quem passou por situações transcritas, tentativas de suicídio e a “fossa total” irá conseguir ver “além do muro” de uma maneira diferenciada, não que sejam melhores de quem não passou por tais situações, mas a forma de se receber a mensagem torna-se diferenciada. Confiram a “rezenha” crítica de O Vendedor de Sonhos.
O ser humano não morre apenas quando seu coração pára de bater, muitas vezes ele morre quando deixa de ser útil a alguém e a incapacidade de ajudar a quem mais amamos. Com esta premissa que o filme sustenta-se , além de tratar da vida como um todo, se alcançando o ápice e a vida perfeita que “o sistema promete” compensa, tornar-se um milionário e bem sucedido profissionalmente almejando sempre ser o melhor realmente é satisfatório em contrapartida à vida pessoal abrindo mão dos pequenos prazeres da vida com família ou amigos. É de se refletir.
O filme é baseado no livro com mesmo nome de Augusto Cury, sinceramente mal adaptado, pois um tema tão rico e intrigante foi sendo levado a banho maria por no mínimo 30 minutos chamando o telespectador de burro com alguns momentos até surreais, partindo do princípio que o filme ambienta-se em nossa realidade, mais especificamente na cinzenta realidade da capital de São Paulo. Alguns atores também foram ou mal escolhidos ou mal aproveitados.
O personagem do Mellon (O mestre) poderiam ter pego um ator melhor, não sei, não li o livro então talvez quiseram ser fiel ao livro caso o personagem tenha aquele sotaque ou origem, mas eu teria ido atrás de outro, um Tony Ramos ali seria no mínimo DO CARALHO! Um ou outro coadjuvante também deixaram a desejar, os que mais emocionaram foram Dan Stulbach (Tom Hanks brasileiro) e o ator que faz seu filho no final. Mas o Tom Hanks só desenvolve a partir da metade do filme, desde o começo parecia ainda meio perdido e deslocado do peso que seu personagem tinha teoricamente que carregar.
Existe um ponto crucial do filme onde é conciliado uma excelente trilha sonora composta apenas no piano lembrando muito as que mais ouço com a derradeira cena onde são apresentados as frustrações de Júlio César (Dan Stulbach) que pode lhe fazer escorrer uma lágrima, um lapso de boa direção e que fez a nota saltar porque conseguem transmitir a mensagem que finalmente tanto ansiávamos, e daí em diante uma sequência primorosa, onde o mito é derrubado e levanta-se novamente trazendo à tona de onde surgiu o “Vendedor de Sonhos”.
Minha nota é 3/5.
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O roteiro é muito mal escrito, o filme é mal dirigido e é muito previsível e auto-explicativo, o único ator que se esforça é o César Troncoso, mas infelizmente o roteiro e a direção não o ajudam, já os outros atores nem se esforçam para entregar algo bom. Há um personagem que não deveria estar no filme, ele serve só para aparecer, levar um tiro e praticamente sumir da história. Tirando o esforço de César Troncoso, o outro único ponto positivo é a fotografia, que não é nada de mais, mas é "ok".
eu acho um tanto complicado/desafiador fazer um filme baseado em um livro de auto ajuda e que ao mesmo tempo se dispõe a ser uma ficção/obra de arte, tocar em assuntos complexos como suicídio, doença mental, capitalismo...o diretor é corajoso...mereceu um desconto...mas, enfim, em tempos de isolamento em 2020,...melhor que o noticiário da TV.
O filme é muito falado, as interpretações não tem quase que importância nenhuma no filme, apenas o que é dito torna-se importante, assim como o livro, é um filme clichê. A fotografia e direção de arte compensam, mas não vai além disso.
É um bom filme, entretanto, sempre parece que falta alguma coisa. Certas cenas parecem ser forçadas demais e acaba que sem naturalidade, se perde o efeito dramático e reflexivo que todo o enredo do filme tenta entrega e que muitas vezes, não consegue.
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