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    Divinas
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    3,9
    49 notas
    Você assistiu Divinas ?

    9 Críticas do usuário

    5
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    cinetenisverde
    cinetenisverde

    Seguir usuário 23.214 seguidores Ler as 1.122 críticas

    3,0
    Enviada em 17 de janeiro de 2017
    Eis mais um drama francês sobre a pobreza dos imigrantes e dos desprezados pelo sistema. Porém, este é o pano de fundo de uma história de uma amizade tocante entre duas amigas que compartilham tudo isso, e também uma pitada de romance porque… porque sim. Mas o rapaz é segurança de mercado e dançarino, o que já coloca um pouco de arte e a questão de gêneros na fórmula mágica esquerdista. Esse pessoal não perde tempo contando apenas um drama de cada vez.
    Sidnei C.
    Sidnei C.

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    4,0
    Enviada em 23 de dezembro de 2016
    De vez em quando acontecem algumas boas surpresas para um cinéfilo garimpador de filmes. A única coisa que sabia sobre este Divinas era o fato de ter ganho o prêmio de melhor filme de diretor estreante (o Caméra d´Or) no último Festival de Cannes. Mas agora o filme ganhou nova repercussão quando recebeu uma inesperada indicação ao Globo de Ouro na categoria de Melhor Filme Estrangeiro de 2016.

    Embora o filme não tenha uma história extremamente original – a da amizade em meio a diversidades – é surpreendente a segurança e maturidade da diretora Benyamina em seu primeiro filme. E é sua qualidade como cinema que destaca Divinas como um filme quase obrigatório. É claro que ela teve a grande ajuda das 2 protagonistas, nos papeis de Dounia e Maimouna, jovens carentes de uma comunidade de imigrantes na França. Difícil dizer quais das 2 desconhecidas atrizes é melhor. Déborah Lukumuena, no papel de Maimouna, tem uma verve cômica cativante. Já a atriz Oulaya Amamra, por explorar a linha mais dramática, acaba se ressaltando, principalmente pela evolução da personagem no decorrer do filme. Todos os coadjuvantes também estão muito bem, com destaque para Majdouline Idrissi, no papel de mãe de Dounia, que possui uma cena de grande impacto dramático.

    Divinas não deixa de lembrar um pouco nosso Cidade de Deus, no sentido de mostrar que pessoas vindas de um mesmo meio agressivo e sem oportunidades, podem trilhar caminhos diferentes. Djigui, ao invés da fotografia, encontrou na dança uma saída para uma vida melhor. Mas Dounia, também cheia de energia e vontade de viver, acaba trilhando o caminho aparentemente fácil do dinheiro vindo das drogas, quando busca Rebecca, uma traficante de sua comunidade. Suas escolhas erradas irão trazer consequências trágicas. Até mesmo a impossibilidade do seu amor por Djigui, que lhe acena brevemente com a oportunidade de uma vida melhor e digna.

    Divinas nos faz lembrar que um bom filme pode se apoiar exclusivamente nas ferramentas básicas do cinema: roteiro, atores, direção, montagem e trilha sonora. Há um excelente uso da música, que inclui desde rap até ópera. A diretora constrói cenas extremamente simples, mas não por isso menos impactantes. Por exemplo, aquela em que Dounia e Maimouna “dirigem” uma Ferrari, e a cena que mostra um contraponto entre a apresentação de Djigui e a briga de Dounia com Reda, de quem ela foi roubar um dinheiro a mando de Rebecca. Mais uma vez neste momento o filme mostra que quer ir além de contar a história de uma amizade, chamando a atenção sobre a complexidade da vida e da condição humana. Pode haver violência, desamor e dificuldades, mas também pode haver beleza, amor e esperança.
    Mário Sérgio P.Vitor
    Mário Sérgio P.Vitor

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    3,5
    Enviada em 25 de janeiro de 2017
    "Divines" é um premiado drama franco-catariano de 2016, que retrata a vida dos imigrantes nas periferias de Paris. Como disseram, lembra um pouco "Preciosa", porém naquele a protagonista, vítima de tudo e todos, não tinha escolhas. Em "Divines", a muçulmana pobre e sonhadora possui alguma chance e é dona de suas escolhas. É um filme triste, porém de beleza singular. Obras que fogem ao esquema do simples entretenimento talvez, de algum modo, nos tornem mais tolerantes.
    Luiz Antônio N.
    Luiz Antônio N.

    Seguir usuário 23.061 seguidores Ler as 1.298 críticas

    4,0
    Enviada em 28 de novembro de 2016
    Divines - filme francês bem intenso no começo não dava nada por ele mas com o decorrer do filme a história foi ficando cada vez mais forte e me surpreendeu muito
    Gabriella Tomasi
    Gabriella Tomasi

    Seguir usuário 93 seguidores Ler as 106 críticas

    5,0
    Enviada em 9 de janeiro de 2017
    (...) é uma crítica dura às instituições e a um sistema político que, mesmo levantando a bandeira da Liberdade, Igualdade e Fraternidade, viram as costas para seres humanos, negligenciando, por conseguinte, os próprios valores que prega. Não é de se surpreender, portanto, quando percebemos os mesmos elementos explorados serem não somente se tratam de um objeto de ficção, mas algo que é terrivelmente atual e real.
    Luis C.
    Luis C.

    Seguir usuário 10 seguidores Ler as 2 críticas

    1,0
    Enviada em 28 de fevereiro de 2021
    Se quiser perder seu tempo com um filminho ruim demais e confuso o tempo todo esse é o filme Impressiona como um filme desse possa ter indicação para premio.
    Fabrizio Roger Vigni
    Fabrizio Roger Vigni

    Seguir usuário 4 seguidores Ler as 61 críticas

    3,5
    Enviada em 19 de maio de 2020
    Drama franco-qatariano, produção do Netflix que recebeu o prêmio "Câmera de ouro" em Cannes em 2016.
    Dounia, uma jovem que mora no gueto, decide tentar vencer na vida, seguindo os padrões do lugar onde mora: ou seja, ela pretende se tornar uma traficante reconhecida e poderosa. Para isso, ela conta com a ajuda de Maimouna, sua melhor amiga, filha de um pastor islâmico. No entanto, ela não sabe onde está se metendo.
    Andiroba da Amazônia
    Andiroba da Amazônia

    Seguir usuário 3 seguidores Ler as 42 críticas

    1,0
    Enviada em 19 de agosto de 2020
    Com atuações afetadas o elenco mostra a realidade um tanto deturpada da periferia de Paris, numa confusão sem roteiro e que mostra RAP, dança, droga e pobreza, por meio da vida rotineira de duas adolescentes que se encontram entre a costumeira decisão de conseguir dinheiro fácil com drogas e prostituição ou a vida difícil sem atalho do estudo e da sala de aula. Não dá para entender se as duas tem um caso homossexual, mas insinua-se que sim. Péssimas locações e posicionamento de câmeras com excesso de filmagens em luzes noturnas e sequências que não permitem entender bem o que está acontecendo. A diretora Houda mostra logo de cara que não tem ideia de como contar a história e que o filme vai se perder. É o que acontece nesse filme francês que lembra os piores dramas brasileiros com a similaridade de prometer muito e entregar quase nada a quem assiste. Direção de ajudante de estagiária para um roteiro elaborado pelo próprio estagiário.
    Nayara L.
    Nayara L.

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    5,0
    Enviada em 10 de dezembro de 2016
    Pode ser um tanto quanto difícil de assistir, pois realmente faz justiça à realidade retratada. O choque ocorre a todo momento e de maneira intencionada. A incapacidade das instituições em atender às periferias. O conflito constante entre as condições reais da protagonista e os anseios nela criados pela sociedade de consumo, conflito tão ingênua e lindamente expresso pela cena da ferrari imaginária. A arte como alternativa. O despertar da arte interrompido pela necessidade de se sentir alguém dentro da lógica materialista. Questões tão presentes na atual configuração da maioria dos grandes centros urbanos superinflados e incapazes de atender minimamente suas periferias. É um filme que choca, que chega a agredir em alguns momentos, mas que ainda assim não perde a sutileza. Vale muito a pena assistir!
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