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Emanuel
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5,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2022
Tenho me impressionado pela qualidade da presença feminina nas artes. Sofia Coppola em ‘’Maria Antonietta’’ é um exemplo marcante da sensibilidade no audiovisual. Julie Taymor sempre causa impressão, enche nossos olhos com detalhes em seus figurinos, locações e suas opções de enquadramento e produção de seus longas. É uma das grandes diretoras da atualidade, fazendo fama ao dirigir Selma Hayek no belíssimo ‘’Frida’’ onde conta a trajetória existencial de Frida Khalo.
Nós do Brasil precisamos lembrar também da nossa principal diretora em atividade. Estou me referindo a Ana Muylaert. Assisti somente na última semana, o longa ‘’Mãe, só há uma’’, sua produção de 2016.
A montagem da diretora é impecável. Nenhuma cena está ali de proposito, ela não enche linguiça: Tudo que está no longa tem um proposito para encaminhar a história que está contando.
Uma história focada a partir de um ponto de vista muito singular, trazendo à tona discussões complicadas, mesmo que a diretora tenha carregado a mão no drama, consegue ainda uma boa dose de leveza. Onde ela buscou esta inspiração!?
Um fato interessante é o como ela insere os temas. ‘’Mãe só tem uma’’ poderia cair na zona comum em ser um filme destacando o homossexualismo juvenil. Mas não, cabe colocar a discussão do filme em cima de uma frase: ’’mãe é quem cuida’’.
Não é uma discussão da família ideal, mas do núcleo familiar. E neste ponto, a diretora aposta nos gestos para contar sua história, e finaliza seu longa da melhor forma: a partir de uma mínima aceitação afetiva das condições impostas a vida. O recorte escolhido pela diretora foi muito bem trabalhado no longa.
Tenho me impressionado pela qualidade da presença feminina nas artes. Sofia Coppola, em “Maria Antonietta”, é um exemplo marcante da sensibilidade no audiovisual. Julie Taymor sempre causa impressão, enche nossos olhos com detalhes em seus figurinos, locações e suas opções de enquadramento e produção de seus longas. É uma das grandes diretoras da atualidade, fazendo fama ao dirigir “Selma Hayek” no belíssimo “Frida”, onde conta a trajetória existencial da artista Frida Khalo.
Nós, brasileiros, precisamos lembrar também da nossa principal diretora em atividade. Estou me referindo a Ana Muylaert. Assisti somente na última semana, o longa “Mãe só há uma”, sua produção de 2016.
A montagem da diretora é impecável. Nenhuma cena está ali de propósito, ela não enche linguiça: tudo que está no longa tem um propósito para encaminhar a história que está contando.
Uma história focada a partir de um ponto de vista muito singular, trazendo à tona discussões complicadas, mesmo que a diretora tenha carregado a mão no drama, consegue ainda uma boa dose de leveza.
Onde ela buscou esta inspiração!? Um fato interessante é a maneira em que insere os temas. “Mãe só há uma” poderia cair na zona comum, destacando apenas o homossexualismo juvenil. Mas não, cabe colocar a discussão do filme em cima de uma frase: “mãe é quem cuida”.
Não é uma discussão da família ideal, mas do núcleo familiar. E neste ponto, a diretora aposta nos gestos para contar sua história, e finaliza seu longa da melhor forma: a partir de uma mínima aceitação afetiva das condições impostas à vida. O recorte escolhido pela diretora foi muito bem trabalhado.
Tenho me impressionado pela qualidade da presença feminina nas artes. Sofia Coppola em ‘’Maria Antonietta’’ é um exemplo marcante da sensibilidade no audiovisual. Julie Taymor sempre causa impressão, enche nossos olhos com detalhes em seus figurinos, locações e suas opções de enquadramento e produção de seus longas. É uma das grandes diretoras da atualidade, fazendo fama ao dirigir Selma Hayek no belíssimo ‘’Frida’’ onde conta a trajetória existencial de Frida Khalo.
Nós do Brasil precisamos lembrar também da nossa principal diretora em atividade. Estou me referindo a Ana Muylaert. Assisti somente na última semana, o longa ‘’Mãe, só há uma’’, sua produção de 2016.
A montagem da diretora é impecável. Nenhuma cena está ali de proposito, ela não enche linguiça: Tudo que está no longa tem um proposito para encaminhar a história que está contando.
Uma história focada a partir de um ponto de vista muito singular, trazendo à tona discussões complicadas, mesmo que a diretora tenha carregado a mão no drama, consegue ainda uma boa dose de leveza.
Onde ela buscou esta inspiração!?
Um fato interessante é o como ela insere os temas. ‘’Mãe só tem uma’’ poderia cair na zona comum em ser um filme destacando o homossexualismo juvenil. Mas não, cabe colocar a discussão do filme em cima de uma frase: ’’mãe é quem cuida’’.
Não é uma discussão da família ideal, mas do núcleo familiar. E neste ponto, a diretora aposta nos gestos para contar sua história, e finaliza seu longa da melhor forma: a partir de uma mínima aceitação afetiva das condições impostas a vida. O recorte escolhido pela diretora foi muito bem trabalhado no longa.
A capacidade do cinema nacional fazer filmes b**tá é impressionante. Perdi 1h e 22 da minha vida vendo algo totalmente sem cabeça, sem início, sem fim e sem motivos. A obsessão pelo desvio de gênero na "cultura artística" brasileira é surpreendente. Uma primícia maravilhoso e com inúmeros arcos como o roubo de bebês e seu posterior resgate, fica restrito ao rapaz ser "fluido" e ser um gay que transa com meninas. Quanta bobagem.. péssimo. Não percam seu tempo.
O filme tem um bom enredo, mas deixa a desejar na escolha dos atores. Apesar da diretora ter belos filmes em seu curriculum, esse é um dos filmes mais fracos, apesar da história interessante.
Admiro o trabalho da diretora Anna Muylaert. Acho DURVAL DISCOS impactante, verdadeira obra-prima e gostei muito de QUE HORAS ELA VOLTA?. Já tinha lido críticas quando vi este MÃE SÓ HÁ UMA e, embora não fossem desabonadoras, tampouco animavam. Mas, tentei ver o filme de modo neutro. Gostei demais da abordagem da questão 'gênero', por ser tratada de modo tão natural. O elenco é um caso à parte nos filmes de Anna. Ela consegue extrair uma entrega bonita de se ver. Matheus Nachtergaele em participação pequena, mas marcante, é um presente, sempre. A atriz que representa a mãe biológica de Pierre/Felipe é de sensibilidade profunda e o ator adolescente é incrível (soube depois que é sobrinho de Alexandre Nero). Não que eu esperasse uma solução mastigada para o final, mas o filme termina abruptamente e isso incomodou-me bastante. Fiquei com aquela sensação de ler apenas o prólogo de uma história que renderia muito mais. No conjunto, é um filme corajoso, admirável, mas enxuto demais. Quando o assunto é de extrema atualidade, a mais satisfatória discussão foge da brevidade. Infelizmente o filme parece uma obra inacabada. De qualquer modo, Anna Muylaert nunca é irrelevante. Excelente diretora que, espero, nos mostre mais de sua sua grandeza daqui por diante.
"Mãe só há uma" é um filme que tem algo a falar, mas não consegue, e acaba se perdendo conforme sua trama desenvolve. Um bom elenco e direção que, infelizmente, cai em um roteiro bem elaborado, mas que não cumpre corretamente o que deseja passar ao espectador.
Por se tratar de fatos reais o enredo poderia nos trazer mais diálogos sobre o drama. Um incômodo são os constantes closes nas cenas iniciais, de toda forma, nota-se um filme bem dirigido com boa atuação do ator principal que faz o filho Pirrre.
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