Filme bem fraco com um roteiro bem abaixo da qualidade em que os atores envolvidos merecem. Ficou parecendo que faltou dinheiro para elaborar melhor o filme.
Legal! Elenco poderoso, mas um pouco cansando, Hopikins e Pacino se une ao potencial ator Josh Duhamel em cenas de suspense que poderia ter sido mas bem elaborada, roteiro forçado, mas o cenário é show.
Péssimo filme. Trama medíocre digna de filmes do supercine da Globo. Apenas um amontoado de clichês sem nenhum sentido. Uma pena ver Al Pacino e Anthony Hopkins num filme tão desajeitado e indigno de ambos. Passe longe dessa lástima
Fazem um filme choco, confuso e que se enrola demais para se desenvolver. Aí no final expõem algumas cenas para explicar toda a trama, sendo que o espectador já sabe o que aconteceu. Bem fraco!
Josh Duhamel muito bom Anthony Hopkins como sempre e Alice eve em suspense que prende o tempo todo em uma boa história bem desenvolvida agente nunca se sabe que tá em má conduta
Só de ter Anthony Hopkins e Al Pacino já é de valer a pena assistir, então, soma se no elenco o bom e carismático ator Josh Duhamel (de TRANSFORMERS), a estonteante atriz Alice Eve (de ALÉM DA ESCURIDÃO - STAR TREK), a sexy Malin Akerman (de WATCHMEN: O FILME), o "famoso ninja" Byung-Hun Lee (de G.I. JOE: A ORIGEM DA COBRA) e a simpática e exótica Julia Stiles (de 10 COISAS QUE EU ODEIO EM VOCÊ). Com bons atores, vem em seguida ter uma boa história e a trama escolhida agrada o espectador, prende sua atenção com o suposto suspense criado no ramo das multinacionais. Já com o enredo, o diretor segue para um bom trabalho e, faz o que pode, pois mesmo tendo tudo isso, se o roteiro não for bom, esquece. Desiludido, é como me sinto com esta película que tinha tuuuuuudo para ser o filme do ano e se tornou mais um ruim do gênero.....O que salva são as atuações, mas em certo momento, também são prejudicadas. Hopkins usa seu dom para entregar a imponência de seu personagem, Pacino atuando sempre bem como advogado sócio majoritário do escritório, Duhamel faz muito bem o papel do advogado ambicioso, Eve está diferente como uma mulher desacreditada, Akerman abusa de sua sensualidade (mama mia, que mulher, ao público masculino ela não decepciona.....) só Lee e Stiles que estão medianos e um tanto quanto desperdiçados, mas tudo não funciona devido a droga do script, que errou nas reviravoltas, pecou em achar que quem assiste é ignorante de não perceber os furos (só eu contei 10!). Todo o enredo sobre como a ambição pode lascar geral, as subtramas de fidelidade e casamento após certo trauma vão para o lixo com a direção de Shintaro Shimosawa que vai ficando confusa e perdida durante o longa estragando todo o trabalho dos artistas, sendo que nem o ator do ano, DiCaprio ou Brad Pitt salvariam este filme de sua derrota nos tribunais cinematográficos...
Misconduct (Má Conduta) Ben (Josh Duhamel) é um jovem advogado ambicioso que descobre um escândalo gigantesco envolvendo uma grande agencia de advocacia de sua cidade, liderada por Denning (Anthony Hopikins), pensando em dinheiro e sucesso ele corre na agencia rival de Denning e relata todas as acusações e provas para Abrams (Al Pacino), que resolve seguir adiante com o processo e lhe da carta branca para agir, lhe prometendo muito dinheiro e uma vaga na agencia caso consiga derrubar seu rival, Ben é casado com Charlotte (Alice Eve) e seu casamento caiu na rotina e eles quase não tem tempo um pro outro, nesse meio tempo surge uma ex namorada Emily (Malin Akerman) que acende um desejo avassalador, mas ele resiste bem pois ama muito sua esposa, só que aí começa seus problemas, Emily que deu as provas de bandeja, quer algo em troca, e como todo filme de advogados envolve manipulações, intrigas e crimes esse não foge muito da lógica, o filme tem potencial poderia ser melhor se o roteiro fosse mais elaborado e menos preguiçoso, o forte aqui é o elenco, Anthony Hopikins mostra que mesmo com uma idade avançada, sobra talento, como também Al Pacino, Josh Duhamel é um ator muito eficiente pra mim, acho que deveria focar em papeis assim pois lhe caí bem, ele faz uma cena com a Malin Akerman que é de tirar o folego e Alice Eve mostra que as mulheres quietinhas e que não explodem na hora do ciumes são as piores. Recomendo apesar de que poderia ser um filme muito forte pra esse ano se não fosse as falhas e o roteiro preguiçoso.
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