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Eder Brito
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119 críticas
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2,0
Enviada em 16 de agosto de 2017
Sinceramente é um filme razoável, tem alguns elementos de terror mas nada assustador, jump scares totalmente telegrafados. Clichês e mais clichês, atuações pouco convincentes e uma história que até que tinha tudo pra ser bem amarrada mas fica vaga, não passa muita credibilidade e não se preocupa em explicar com mais detalhes sobre. spoiler: Além de ser impossível vence-lo sem ter que se matar, não há nenhuma "cura" nem um exorcismo. Ou seja, disse bye bye man (ou pensou) automaticamente você está condenado a morte ou a loucura . Não conseguiu me gerar tensão, além de os atores não conseguirem gerar algum carisma a ponto de eu me importar com eles. Em fim...não é um filme que seria perca de tempo ver, porém não há nada demais aqui.
A premissa é interessante, pensamento é uma das coisas mais difíceis de se controlar, boa ideia do filme. Porém, é apenas um terror ok, não arrisca muito, mas não ofende também.
Filme simples, mas muito eficiente sobre casal de namorados e o melhor amigo deles que alugam uma casa na qual uma entidade havia se manifestado. A pronúncia do seu nome traz morte e destruição e dai o tema de nunca pense ou fale o seu nome. O filme é feliz em misturar realidade e fantasia em doses interessantes que provocam acontecimentos.
Para começar essas sinopses que estão publicadas estão erradas (a não ser que seja de propósito, já que não podemos lembrar do nome do monstro do filme). Depois, você certamente vai querer esquecer que viu este filme como o próprio enredo pede porque é desprezível. Incrível que tantos atores que já fizeram bons filmes, como por exemplo Carrie Anne Moss (trilogia Matrix) estejam trabalhando neste filme Talvez esse seja o único motivo que tenha feito um sucesso fraco nas bilheterias com 26 milhões de dólares. Mesmo que alguém curta algum dos atores como o especialista em monstros Doug Jones (A forma da Água), eu não recomendo.
Uma história bem bacana, adaptada aqui no Brasil como "a loira do banheiro". Só poderia ter um vilão mais assustador... mas de resto, bom filme e bom enredo.
Stacy Title , diretora já indicada ao Oscar em Live Action, tornou-se uma expert na concepção cinematográfica de grandes estórias de terror. Prova disto é esta obra interessante, cativante e tremendamente aterrorizante. Desde o início, o filme prenderá sua atenção e respiração. Uma estória bem contada, profunda e caótica. Não perca! Três estudantes universitários decidem sair para acampar no tranquilo estado do Wisconsin, nos Estados Unidos. Mas os planos de terem alguns dias e diversão e descanso são interrompidos quando suas vidas se cruzam com o temido "The Bye Bye Man", uma criatura mística e sobrenatural que acaba perseguindo-os. Agora eles vão ter que lutar para sobreviver, contra este que é a raiz de todos os atos maus do homem.
O filme possui um história simples, mas bastante eficiente e convincente. O clima de mistério faz com que continuemos assistir a obra na intenção de descobrir e vê como isso vai se desenrolar. É importante dizer que não é um filme que inventa a roda, é apenas mais um dos filmes de terror com a mesma estrutura (misteriosa) de sempre. No mais o filme procura inovar nos sustos (são bons), nos efeitos, na quebra de expectativa na cena final e na lenda envolvendo o vilão. O que deixa o filme ruim são os clichês exagerados como: o protagonista cético demais, a policial que não investiga nada direito, alguém do passado que surge do nada para tentar cobrir pontas soltas, namorada loira frágil etc. Isso tudo acaba tirando a originalidade do filme. No mais é um filme mediano.
"Nunca diga o seu nome" é um filme que, apesar dos vários clichés, não deixa de ser um bom terror. Apesar dos atores serem apenas regulares, não são canastrões (péssimas atuações), porque o roteiro é inteligente, assim como a produção como um todo. A conclusão é que quem gosta do terror no estilo, casa amaldiçoada e suas variáveis, vale a pena.
Tudo começa em uma festa que Elliot, John e Sasha decidem dar na casa onde estão morando, é quando a sobrinha de Elliot, Alice, encontra uma moeda antiga no quarto ele e mostra para seu tio, Elliot vai guardar essa moeda no criado mudo que tem ao lado da sua cama e lê um nome riscado no fundo da gaveta: The Bye Bye Man, ao ler em voz alta o nome, o demônio entra na vida dos três jovens.
Quem também se envolve na história é a amiga do trio, Kim, que é sensitiva e percebe que há algo de errado na casa quando realiza uma espécie de limpeza de energia no local. Todos eles são aterrorizados e perseguidos pelo Bye Bye Man. Quando Elliot vai estudar sobre o demônio, para descobri um modo de impedi-lo, descobre que ele já perseguiu outro grupo de amigos há muitos anos atrás, todos morreram.
Não se pode negar que o filme tem uma certa tensão em muitos momentos e nos deixa aflitos junto com os personagens, sua narrativa é bem desenvolvida consegue nos envolver na história. O grande problema do filme são os efeitos visuais.
Provavelmente devido à um baixo orçamento para desenvolver o longa, os efeitos beiram a tosquice, The Bye Bye Man, um figura que era para ser aterrorizante, pouco assusta, acho que ideal seria mantê-lo "nas sombras", outros efeitos que surgem durante o filme também são bizarros.
O filme não é ruim, mas infelizmente essa questão dos efeitos visuais baixam, e muito, sua qualidade, mas para quem quer assistir um terror para levar alguns leves sustos e passar o tempo, o longa cumpre bem esse papel, o filme está disponível na Netflix.
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