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Assim como no primeiro filme, O Renascimento do Parto 2, também dirigido por Eduardo Chauvet, enfoca o olhar em cima de uma crítica ao sistema de saúde brasileiro. Se, em O Renascimento do Parto, era abordada a questão da indústria do parto cesariano no Brasil; nesta continuação, o filme amplia o debate incluindo temas como violência obstétrica e o SUS que dá certo, por meio da experiência do Hospital Maternidade Sofia Feldman, que fica localizado em Belo Horizonte-MG.
A mensagem que o documentário quer passar continua sendo clara: a de que o ideal, para a mulher, é um parto totalmente humanizado, em que suas vontades sejam respeitadas, em que a interferência seja a mínima possível e em que o tempo do bebê seja respeitado. Para isso, diferentemente do visto no primeiro filme, o diretor Eduardo Chauvet utiliza depoimentos mais contundentes e fortes, que chocam em alguns momentos. Ou seja, vale tudo para transmitir, com ênfase, a mensagem final. Nem sempre isso é bom! Mas, algumas vezes, é necessário!
A mensagem que o documentário quer passar continua sendo clara: a de que o ideal, para a mulher, é um parto totalmente humanizado, em que suas vontades sejam respeitadas, em que a interferência seja a mínima possível e em que o tempo do bebê seja respeitado. Para isso, diferentemente do visto no primeiro filme, o diretor Eduardo Chauvet utiliza depoimentos mais contundentes e fortes, que chocam em alguns momentos. Ou seja, vale tudo para transmitir, com ênfase, a mensagem final. Nem sempre isso é bom! Mas, algumas vezes, é necessário!
Ao ouvir falar na palavra “protesto” lembro que, se no primeiro filme já se esboçava timidamente a cartilha básica tirada do “Dicionário da Justiça Social”, como o famigerado “empoderamento da mulher” (e que sempre me faz lembrar da She-ha, a companheira do He-Man), o bingo de expressões sociais agora está completo, com as palavras já batidas que já conhecemos, tiradas do vocabulário de termos vagos para debates pré-montados, como “desconstrução”, “protagonismo”, “historicamente (insira qualquer bobagem)”, “feminismo”, e, o ultimamente mais na moda, “microagressão” (aqui chamada de “violência perfeita”). Aliás, quando o filme tenta explorar quais são os culpados por essa situação calamitosa nas maternidades logo surge a questão do “patriarcado” e… ei, bingo!
cinetenisverde.com.br
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