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Kamila A.
7.940 seguidores
816 críticas
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3,5
Enviada em 14 de março de 2017
A cena mais importante de Moonlight: Sob a Luz do Luar, filme dirigido e escrito por Barry Jenkins, é justamente aquela que explica o título do longa, na qual Juan (Mahershala Ali, numa performance vencedora do Oscar 2017 de Melhor Ator Coadjuvante) explica para Little (Alex R. Hibbert) o momento em que ele decidiu a pessoa que ele iria ser. Little ainda não conseguirá entender a mensagem de Juan, devido à sua pouca idade, mas o que ele quis dizer é que nunca devemos nos deixar levar pelo olhar que os outros possuem sobre nós, e sim nós que devemos decidir a maneira pela qual os outros devem nos enxergar.
Essa cena diz muito também sobre a trama de Moonlight: Sob a Luz do Luar. Por meio dela, acompanhamos a jornada de crescimento de Little/Chiron (Ashton Sanders)/Black (Trevante Rhodes) nas três fases mais importantes – digamos assim – da sua vida: a infância, a adolescência e a vida adulta. É interessante perceber que as três fases da existência de Chiron possuem elementos bastante comuns, com os quais ele terá que lidar recorrentemente, como a falta de um ambiente familiar sólido; a mãe (Naomie Harris, em atuação indicada ao Oscar 2017 de Melhor Atriz Coadjuvante) viciada em drogas; a tentação do mundo da criminalidade; o bullying na vida escolar e a repressão da sua sexualidade e de sentimentos básicos como a raiva, a dor, a tristeza.
Todo esse background será fundamental para o homem no qual Chiron se transformou e que se apresenta a nós no terceiro capítulo de Moonlight: Sob a Luz do Luar. Ao emular a grande figura masculina que teve em sua vida (Juan) e ao modificar seu físico por completo, Black pode ter resolvido boa parte de seus problemas; entretanto, para ele se tornar alguém de verdade, ele tem muitas coisas no seu lado íntimo para trabalhar. Por isso mesmo, o final aberto do filme nos deixa com a sensação de que, talvez, Black esteja pronto para enfrentar os seus medos mais íntimos, se enxergando de verdade, como a pessoa que ele verdadeiramente é.
Vencedor do Oscar 2017 de Melhor Filme, Moonlight: Sob a Luz do Luar é um filme que representa muito bem a sua personagem principal, com a opção de uma narrativa repleta de silêncios e de lacunas que deverão ser preenchidas por nós (plateia). Por falar no roteiro, este é o elemento mais irregular do filme, especialmente pela maneira como não desenvolve a contento as personagens (com exceção de Chiron) e nos deixa por fora de muitos acontecimentos que seriam importantes para o desenrolar desta história. Fica a sensação de que este é um filme que promete mais do que cumpre.
Um filme bom, entretanto no meu ponto de vista deixa a sensação no fim que faltou algo mais. Explora-se gradativamente a solidão que o personagem principal é acometido deste o início, sendo este um aspecto fundamental no qual a história se sustenta. Francamente, MOONLIGHT: SOB A LUZ DO OLHAR é um filme que deve ser assistido sim, principalmente por trazer consigo aspectos que fazem o telespectador refletir, sobretudo em torno das mais variadas adversidades que Chiron passa em sua vida, desde a infância até a fase adulta, mas como disse, assistido sim, não ser aquele filme que deve ser classificado como obra prima, afinal o longa deixa muito a desejar. Vale ressaltar que caso leve a estatueta de melhor filme será uma grande surpresa, afinal depois da vitória de Guerra ao Terror em 2010 quando desbancou o favorito Avatar não duvido mais de nada.
O que faz um filme notório? É seu estilo? Ou a história que quer contar? Ou seriam os dois? Moonlight, do diretor/roteirista Barry Jenkins, tem uma bela história com personagens de alguma forma genéricos, em uma época genérica, mas com alguns pequenos traços… genéricos também. E isso é narrado através de uma estilo forte, que bate no enquadramento, bate na trilha sonora, bate na fotografia, mas em nenhum deles parece conseguir extrair significado dessa história. Perdido com diálogos óbvios e atores mecanizados, o que temos é um filme muito bonito, desses que quem gosta de “filme de arte” deve gostar, mas que não diz muita coisa ou se posiciona sobre nada.
Escrito e dirigido por Barry Jenkins o filme retrata a vida nos anos 80 em meio a pobreza, drogas e violência. Moonlight conta a vida de Chiron em três fases, infância, adolescência e adulta. Na infância o pequeno Chiron vivido por Alex Hibbert é uma criança acuada que vive em Miami com sua mãe Paula interpretada por Naomie Harris. Chiron tinha que conviver com o bullying na infância e com a mãe drogada e desde cedo seus amigos os chamavam de bicha, sendo que ele mesmo não sabia o significado. Na adolescência Chiron agora é vivido por Ashton Sanders. A vida para ele esta cada vez mais difícil e agora os problemas aumentavam cada vez mais. Na fase adulta quem assume é Trevante Rhodes (era sua estréia no cinema). Chiron agora já é líder do tráfico e anda em carrão e cheio de ouro, o que não muda é sua busca pelo autoconhecimento, em suas três fases sempre foi assim. Moonlight é um filme muito forte e muito bem contado. A questão da raça e preferencia sexual que é retradada é algo difícil de ser trazido para o cinema. Eu fico com sensação de ter assistido outro filme diferente do que eu realmente esperava. O filme é muito bem filmado com destaques para as cenas que focam no olho do personagem, é muito forte. Tem uma ótima direção, uma bela fotografia (digna de oscar), mais eu sinceramente esperava mais do filme e principalmente do final. Moonlight: Sob a Luz do Luar esta indicado a 8 categorias do Oscar, incluindo a de melhor filme. Naomie Harris esta perfeita em sua interpretação, ela consegue atuar com muita força e transformar sua personagem em agonia, dor e tristeza. muito bem indicada a melhor atriz Coadjuvante. Não intendi a indicação de Mahershala Ali, seu personagem mal aparece no filme. Moonlight é um filme direto, forte e que divide opiniões.
Um grande filme, um drama familiar e na vida de Chiron, personagem principal. O tema principal é sexualidade, dessa vez na vida de um negro, filho de mãe solteira, prostituta e viciada, num ambiente onde a droga é um meio de vida. A história se prende na vida de Chiron, desde a infância, passando pela adolescência e chegando ao adulto. Os atores infantil e adolescente, embora sem muito brilho, não comprometeram o filme. A direção compensou com muita qualidade e principalmente com os atores adultos, Mahershala Ali e Trevante Rhodes (Chiron), excelentes. A questão da sexualidade é tratada de forma bem sutil, como deve acontecer em todas as pessoas. Primeiro a desinformação e insegurança da criança, quando tem dúvida se é ou não viado. Depois a descoberta de sentimentos escondidos em uma personalidade introvertida, fechada e inibida e finalmente a fase onde se abre para uma realidade. Todas essas fases são filmadas de forma discreta e sem estereótipos ou apelações. No final fica um filme poético e agradável, embora o tema seja um pouco complexo. Vale a pena.
Moonlight definitivamente não é para todos. É o oposto de um filme que o público em geral paga para assistir. É um filme diferente desenvolvido em três partes cada um com seu toque de emoção e desenvolvimento do personagem. É um roteiro muito bom! Com um elenco muito bom, total destaque para Naomi Harrie que rouba a cena. Vale destacar o excelente jogo de camêras durante o filme, uma bonita cinematografia. Entretanto Moonlight não me cativou em nenhum momento, não me trouxe emoções alguma e me peguei várias vezes com muito tédio durante o filme. Cenas muito longas e extensas em minha opinião foram usadas de forma errada e simplesmente não me agradaram. No fim das contas eu não sei exato o que eu sinto por esse filme. Não amei, já vi melhores, mas é bom, tecnicamente muito bom! Vale o ingresso.
Ganhador de Oscar e por isso tenho que assistir. O filme foi muito bem produzido. Ponto para a produção. Ao iniciar o filme e no decorrer dele, o telespectador fica impactado com as três fases de vida do garoto. Como se pode ver pelo cartaz, três faces de uma vida. Alguns fatos da vida te acompanham para sempre, isso que forma a sua personalidade. E sempre tem que lembrar que há outras pessoas à sua volta e que podem ter as consequências desses atos, sejam inofensivos ou não. Ao abordar a temática de bullying, preconceito, homossexualismo e drogas, o filme é interessante, porém para mim pecou na sequência, pois ao final se tornou muito truncado.
Bom filme e nada mais! Esperava muito desse filme, mas por parte me decepcionei, pois o roteiro é bom, mas tem falhas sérias de desenvolvimento, muito meloso, chegando a ser chato, a parte afetiva e descobrimento da sexualidade de gays tem foco muito exagerado, uma forma forçada da direção de mostrar o Homossexualismo, tendo em vista que tem que mostrar isso com naturalidade, assim fazendo com que torne comum as escolhas de cada um! Destaque do filme com certeza é Ali como ator coadjuvante, onde terá seu 1° óscar, pois sua atuação mesmo sendo pequena no filme, se torna grandiosa pelo seus três jeito e diálogos compenetrantes, sua elegância na atuação é marcante,tendo a primeira parte do filme o melhor do entretenimento.
Um tema difícil, ao abordar o preconceito, o bulliying, o tráfico de drogas,uma mãe ausente e dependente química, a homossexualidade. Tudo isso permeia o caminho do autoconhecimento do personagem Chiron ("Preto"), O pobre garoto sempre perseguido e encontrou carinho com o chefe do tráfico, Juan, a mulher deste, Teresa, e o amigo Kevin. De pouca fala, o personagem guarda muitos ressentimentos, que extravasa somente ao final. Para mim, a escolha de Moonlight como melhor filme não se justifica, mas é preciso salientar as ótimas interpretações e a bela trailha sonora.
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