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Um visitante
3,0
Enviada em 13 de março de 2017
ok, um filme que aborta diversas questões polêmicas. tudo isso, procurando evidenciar a construção e certa e evolução de um personagem. até aí tudo bem, mas termina nisso. narrado de forma levemente sucinta e poética, não há nada além de um roteiro equilibrado e boas atuações. Ainda assim, acho super avaliado demais para os elogios rasgados em demasia.
Um filme bom, entretanto no meu ponto de vista deixa a sensação no fim que faltou algo mais. Explora-se gradativamente a solidão que o personagem principal é acometido deste o início, sendo este um aspecto fundamental no qual a história se sustenta. Francamente, MOONLIGHT: SOB A LUZ DO OLHAR é um filme que deve ser assistido sim, principalmente por trazer consigo aspectos que fazem o telespectador refletir, sobretudo em torno das mais variadas adversidades que Chiron passa em sua vida, desde a infância até a fase adulta, mas como disse, assistido sim, não ser aquele filme que deve ser classificado como obra prima, afinal o longa deixa muito a desejar. Vale ressaltar que caso leve a estatueta de melhor filme será uma grande surpresa, afinal depois da vitória de Guerra ao Terror em 2010 quando desbancou o favorito Avatar não duvido mais de nada.
Um grande filme, um drama familiar e na vida de Chiron, personagem principal. O tema principal é sexualidade, dessa vez na vida de um negro, filho de mãe solteira, prostituta e viciada, num ambiente onde a droga é um meio de vida. A história se prende na vida de Chiron, desde a infância, passando pela adolescência e chegando ao adulto. Os atores infantil e adolescente, embora sem muito brilho, não comprometeram o filme. A direção compensou com muita qualidade e principalmente com os atores adultos, Mahershala Ali e Trevante Rhodes (Chiron), excelentes. A questão da sexualidade é tratada de forma bem sutil, como deve acontecer em todas as pessoas. Primeiro a desinformação e insegurança da criança, quando tem dúvida se é ou não viado. Depois a descoberta de sentimentos escondidos em uma personalidade introvertida, fechada e inibida e finalmente a fase onde se abre para uma realidade. Todas essas fases são filmadas de forma discreta e sem estereótipos ou apelações. No final fica um filme poético e agradável, embora o tema seja um pouco complexo. Vale a pena.
Escrito e dirigido por Barry Jenkins o filme retrata a vida nos anos 80 em meio a pobreza, drogas e violência. Moonlight conta a vida de Chiron em três fases, infância, adolescência e adulta. Na infância o pequeno Chiron vivido por Alex Hibbert é uma criança acuada que vive em Miami com sua mãe Paula interpretada por Naomie Harris. Chiron tinha que conviver com o bullying na infância e com a mãe drogada e desde cedo seus amigos os chamavam de bicha, sendo que ele mesmo não sabia o significado. Na adolescência Chiron agora é vivido por Ashton Sanders. A vida para ele esta cada vez mais difícil e agora os problemas aumentavam cada vez mais. Na fase adulta quem assume é Trevante Rhodes (era sua estréia no cinema). Chiron agora já é líder do tráfico e anda em carrão e cheio de ouro, o que não muda é sua busca pelo autoconhecimento, em suas três fases sempre foi assim. Moonlight é um filme muito forte e muito bem contado. A questão da raça e preferencia sexual que é retradada é algo difícil de ser trazido para o cinema. Eu fico com sensação de ter assistido outro filme diferente do que eu realmente esperava. O filme é muito bem filmado com destaques para as cenas que focam no olho do personagem, é muito forte. Tem uma ótima direção, uma bela fotografia (digna de oscar), mais eu sinceramente esperava mais do filme e principalmente do final. Moonlight: Sob a Luz do Luar esta indicado a 8 categorias do Oscar, incluindo a de melhor filme. Naomie Harris esta perfeita em sua interpretação, ela consegue atuar com muita força e transformar sua personagem em agonia, dor e tristeza. muito bem indicada a melhor atriz Coadjuvante. Não intendi a indicação de Mahershala Ali, seu personagem mal aparece no filme. Moonlight é um filme direto, forte e que divide opiniões.
Bom filme e nada mais! Esperava muito desse filme, mas por parte me decepcionei, pois o roteiro é bom, mas tem falhas sérias de desenvolvimento, muito meloso, chegando a ser chato, a parte afetiva e descobrimento da sexualidade de gays tem foco muito exagerado, uma forma forçada da direção de mostrar o Homossexualismo, tendo em vista que tem que mostrar isso com naturalidade, assim fazendo com que torne comum as escolhas de cada um! Destaque do filme com certeza é Ali como ator coadjuvante, onde terá seu 1° óscar, pois sua atuação mesmo sendo pequena no filme, se torna grandiosa pelo seus três jeito e diálogos compenetrantes, sua elegância na atuação é marcante,tendo a primeira parte do filme o melhor do entretenimento.
O que faz um filme notório? É seu estilo? Ou a história que quer contar? Ou seriam os dois? Moonlight, do diretor/roteirista Barry Jenkins, tem uma bela história com personagens de alguma forma genéricos, em uma época genérica, mas com alguns pequenos traços… genéricos também. E isso é narrado através de uma estilo forte, que bate no enquadramento, bate na trilha sonora, bate na fotografia, mas em nenhum deles parece conseguir extrair significado dessa história. Perdido com diálogos óbvios e atores mecanizados, o que temos é um filme muito bonito, desses que quem gosta de “filme de arte” deve gostar, mas que não diz muita coisa ou se posiciona sobre nada.
Moonlight definitivamente não é para todos. É o oposto de um filme que o público em geral paga para assistir. É um filme diferente desenvolvido em três partes cada um com seu toque de emoção e desenvolvimento do personagem. É um roteiro muito bom! Com um elenco muito bom, total destaque para Naomi Harrie que rouba a cena. Vale destacar o excelente jogo de camêras durante o filme, uma bonita cinematografia. Entretanto Moonlight não me cativou em nenhum momento, não me trouxe emoções alguma e me peguei várias vezes com muito tédio durante o filme. Cenas muito longas e extensas em minha opinião foram usadas de forma errada e simplesmente não me agradaram. No fim das contas eu não sei exato o que eu sinto por esse filme. Não amei, já vi melhores, mas é bom, tecnicamente muito bom! Vale o ingresso.
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