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Pattie H.
1 crítica
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0,5
Enviada em 26 de outubro de 2017
Uma decepção. É apenas mais um daqueles filmes que falam como negros e gays sofrem. Não que seja ruim filmes desse tipo, mas a decepção está mais em isso ganhar o oscar.
Filme lento e monótono. História até interessante, mas ritmo lento do filme não a valoriza tanto, em meu ponto de vista. As atuações, contudo, são boas.
Filme mentiroso. Quando você lê a sinopse, tem vontade de ver o filme; quando você vê o filme, tem vontade de nunca ter lido a sinopse. O enredo poderia ser explorado de outra forma, mas fica daquele jeito chato do início ao fim, sem ação e com várias cenas que você pode levantar, ir à cozinha, comer algo, voltar e mesmo assim não vai ter perdido nada. Uma história gay das piores.
É um Drama que de certa forma é sim reflexivo, defende um pouco a ideia que usam pra dizer que suas origens atinge diretamente na sua vida, no seu caráter e etc. Tem coisas boas que se pode tirar aqui, porém um filme que pra Oscar sinceramente consigo apontar no minimo uns 5 filmes que foram melhores na minha visão de espectador do que este. Não é nenhum filme que faça ficar refletindo por horas depois, em fim não é nem questão de racismo mas eu acho que talvez o fato do ano passado não ter presença de negros e forem criticados por isso, dessa vez acabaram colocando sem ser definitivamente por méritos em sí acabando sendo injusto com alguns que fizeram trabalho superior inclusive. Voltando ao filme, é um filme lento que mostra as 3 fases de sua vida, suas dificuldades ao passar por preconceitos, além de ter problemas em casa etc. Mas e o final em sí? deixa aberto..não teve um fechamento...realmente bem longe de merecer um Oscar na minha opinião.
Filme muito triste mas muito profundo... excelentes atuações, mas enredo demasiadamente entrecortado pro meu gosto. Bela fotografia. #recomendo No Netflix
São poucos os filmes que podem ser maiores que suas épocas, maiores que os clichês narrativos, e até mesmo maiores que o próprio cinema. E creio que Moonlight é um desses raríssimos e gratificantes casos. Essa é uma história sem maniqueísmo que levam o espectador à dicotimias ilusórias. Temos apenas a simples vida de um jovem negro assombrado pelo fardo de ser quem ele é e não saber ao certo o que isso significa. Ao longo de sua jornada as pessoas que ele conhecem vão traçando seu caminho numa estrada de crime, violência, preconceito e amor. Nenhum desses temas deve ser entendido como sendo essencialmente ruim ou virtuoso, valoroso ou pejorativo. São apenas traços de igual importância que, em sintonia, dão vida à Chiron. Usando a homofobia e o racismo como motores, o filme reflete a eterna busca do ser humano por se encontrar. Descobrir quem se é. Ter coragem de viver a própria vida. Afinal, existem pessoas que passam a vida todo sem se conhecer, sem viver.
Filme horrível, não perca o seu tempo... não consegui assistir ate o fim, adiantei e vi o final que foi pior que o inicio e o meio, resumindo uma porcaria sem pe nem cabeça, nada contra a relação homossexual do filme, mas o filme não envolve em nenhum momento, é repetitivo e sem graça numa história mal abordada sobre o bulling.
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