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Ponto de vista e gosto não se discute, apenas se argumenta, contra ou a favor.
Impressiona-me a agressividade manifestada nos comentários simplesmente por não se alinhar ao mesmo tipo de pensamento do autor a quem se responde. E crítica não significa oposição ou “falar mal”, e sim uma interpretação baseada no conhecimento, na bagagem de argumentos que cada um tem para falar do tema em pauta, seja para elogiar, seja para desfavorecer. Haverá sempre quem goste muito do A e quem prefere mais o Z.
Tenho observado essa agressividade em todas as páginas de discussão na internet, quer seja em críticas de filmes, quer seja dentro de um embate político e por ai vai. Talvez o anonimato, a covardia, a distância virtual entre os debatedores e a segurança aparente libera o lado obscuro de cada um e a catarse psíquica se manifesta na forma mais pura.
Enfim, voltando ao filme MOONLIGHT, manifesto apenas que não gostei, achei um exagero ter cacife para o OSCAR e parece estar virando moda discutir e expor assuntos “tabus”, ou seja, quanto mais se mostra a idiossincrasia alheia, mais tolerância se finge ter, e mais “status” se consegue.
Meu argumento é que o roteiro foi sofrível, pois nos deixou a sensação de cortes que poderiam melhor delinear o amadurecimento do rapaz, cenas até incômodas, que poderiam apenas induzir o imaginário do espectador mais introspectivo, falta de maior engajamento, ou melhor, faltou instigar maior envolvimento entre o personagem principal e o público. Comportamento tímido ou um olhar triste não são suficientes para criar empatia (eu disse empatia, e não dó). Talvez a história possa ter sido mal contada!
Fiz minha crítica dentro do meu ponto de vista e baseando em meus gostos, portanto, haverá quem concorde e quem discorde, normal, mas o dispensável aqui são as agressões gratuitas, devendo prevalecer o respeito!
Impressiona-me a agressividade manifestada nos comentários simplesmente por não se alinhar ao mesmo tipo de pensamento do autor a quem se responde. E crítica não significa oposição ou “falar mal”, e sim uma interpretação baseada no conhecimento, na bagagem de argumentos que cada um tem para falar do tema em pauta, seja para elogiar, seja para desfavorecer. Haverá sempre quem goste muito do A e quem prefere mais o Z.
Tenho observado essa agressividade em todas as páginas de discussão na internet, quer seja em críticas de filmes, quer seja dentro de um embate político e por ai vai. Talvez o anonimato, a covardia, a distância virtual entre os debatedores e a segurança aparente libera o lado obscuro de cada um e a catarse psíquica se manifesta na forma mais pura.
Enfim, voltando ao filme MOONLIGHT, manifesto apenas que não gostei, achei um exagero ter cacife para o OSCAR e parece estar virando moda discutir e expor assuntos “tabus”, ou seja, quanto mais se mostra a idiossincrasia alheia, mais tolerância se finge ter, e mais “status” se consegue.
Meu argumento é que o roteiro foi sofrível, pois nos deixou a sensação de cortes que poderiam melhor delinear o amadurecimento do rapaz, cenas até incômodas, que poderiam apenas induzir o imaginário do espectador mais introspectivo, falta de maior engajamento, ou melhor, faltou instigar maior envolvimento entre o personagem principal e o público. Comportamento tímido ou um olhar triste não são suficientes para criar empatia (eu disse empatia, e não dó). Talvez a história possa ter sido mal contada!
Fiz minha crítica dentro do meu ponto de vista e baseando em meus gostos, portanto, haverá quem concorde e quem discorde, normal, mas o dispensável aqui são as agressões gratuitas, devendo prevalecer o respeito!
Uma decepção. É apenas mais um daqueles filmes que falam como negros e gays sofrem. Não que seja ruim filmes desse tipo, mas a decepção está mais em isso ganhar o oscar.
Filme lento e monótono. História até interessante, mas ritmo lento do filme não a valoriza tanto, em meu ponto de vista. As atuações, contudo, são boas.
Filme mentiroso. Quando você lê a sinopse, tem vontade de ver o filme; quando você vê o filme, tem vontade de nunca ter lido a sinopse. O enredo poderia ser explorado de outra forma, mas fica daquele jeito chato do início ao fim, sem ação e com várias cenas que você pode levantar, ir à cozinha, comer algo, voltar e mesmo assim não vai ter perdido nada. Uma história gay das piores.
O filme aborda agenda globalista, por isso tantos prêmios e propagandas.
O filme tinha tudo pra dar certo, mas é um porre ficar quase 2h assistindo esse "mimimi" q tentam empurrar pra gente nos dias de hj.
O filme tinha tudo pra dar certo, mas é um porre ficar quase 2h assistindo esse "mimimi" q tentam empurrar pra gente nos dias de hj.
É um Drama que de certa forma é sim reflexivo, defende um pouco a ideia que usam pra dizer que suas origens atinge diretamente na sua vida, no seu caráter e etc. Tem coisas boas que se pode tirar aqui, porém um filme que pra Oscar sinceramente consigo apontar no minimo uns 5 filmes que foram melhores na minha visão de espectador do que este. Não é nenhum filme que faça ficar refletindo por horas depois, em fim não é nem questão de racismo mas eu acho que talvez o fato do ano passado não ter presença de negros e forem criticados por isso, dessa vez acabaram colocando sem ser definitivamente por méritos em sí acabando sendo injusto com alguns que fizeram trabalho superior inclusive. Voltando ao filme, é um filme lento que mostra as 3 fases de sua vida, suas dificuldades ao passar por preconceitos, além de ter problemas em casa etc. Mas e o final em sí? deixa aberto..não teve um fechamento...realmente bem longe de merecer um Oscar na minha opinião.
Até que é bom filme, mas Até o último homem era mais filme do que este para levar o Oscar 2017.
Disponível no Netflix.
Disponível no Netflix.
Filme muito triste mas muito profundo... excelentes atuações, mas enredo demasiadamente entrecortado pro meu gosto. Bela fotografia. #recomendo No Netflix
São poucos os filmes que podem ser maiores que suas épocas, maiores que os clichês narrativos, e até mesmo maiores que o próprio cinema. E creio que Moonlight é um desses raríssimos e gratificantes casos.
Essa é uma história sem maniqueísmo que levam o espectador à dicotimias ilusórias. Temos apenas a simples vida de um jovem negro assombrado pelo fardo de ser quem ele é e não saber ao certo o que isso significa. Ao longo de sua jornada as pessoas que ele conhecem vão traçando seu caminho numa estrada de crime, violência, preconceito e amor. Nenhum desses temas deve ser entendido como sendo essencialmente ruim ou virtuoso, valoroso ou pejorativo. São apenas traços de igual importância que, em sintonia, dão vida à Chiron.
Usando a homofobia e o racismo como motores, o filme reflete a eterna busca do ser humano por se encontrar. Descobrir quem se é. Ter coragem de viver a própria vida. Afinal, existem pessoas que passam a vida todo sem se conhecer, sem viver.
Essa é uma história sem maniqueísmo que levam o espectador à dicotimias ilusórias. Temos apenas a simples vida de um jovem negro assombrado pelo fardo de ser quem ele é e não saber ao certo o que isso significa. Ao longo de sua jornada as pessoas que ele conhecem vão traçando seu caminho numa estrada de crime, violência, preconceito e amor. Nenhum desses temas deve ser entendido como sendo essencialmente ruim ou virtuoso, valoroso ou pejorativo. São apenas traços de igual importância que, em sintonia, dão vida à Chiron.
Usando a homofobia e o racismo como motores, o filme reflete a eterna busca do ser humano por se encontrar. Descobrir quem se é. Ter coragem de viver a própria vida. Afinal, existem pessoas que passam a vida todo sem se conhecer, sem viver.
Perdi 2 horas, não acredito que ganhou de melhor Filme, Um limite entre nós foi muito melhor.
Filme parado, acho que erraram mesmo na entrega do Oscar...LA LA LAND foi muito melhor
Filme parado, acho que erraram mesmo na entrega do Oscar...LA LA LAND foi muito melhor
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