Moonlight: Sob a Luz do Luar
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3,9
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113 Críticas do usuário

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Lucas A
Lucas A

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5,0
Enviada em 12 de dezembro de 2018
O silêncio percorre imensamente em muitas cenas deste longa. Por muitas vezes não havendo diálogo algum, mas só pela troca de olhares é necessário sentir o que cada personagem apresenta.
Moonlight - Sob a luz do luar, narra em três atos a vida do protagonista Shiron (Ashiton Sanders). Neste drama, o diretor (Barry Jenkins) expõe de forma clara e precisa a infância, a juventude e a fase adulta de um garoto negro. Relatando o sofrimento e as descobertas comuns de uma vida completamente sofrida e exaustiva.

Em seu primeiro ato, o "pequeno" Shiron, como ele mesmo menciona, não se mostra igual as outras crianças. Logo nas primeiras cenas, podemos presencia-lo fugindo de seus colegas de classe. Nesta fuga, o garoto se abriga em um ambiente fechado e isolado, quando por coincidência conhece Juan (Mahershala Ali). Chefe do tráfico no pequeno bairro pobre de Miami, o homem representa a figura afetiva no qual o garoto se espelha.
Indefeso e inseguro, o personagem central deste longa não possui um bom relacionamento com sua mãe (Naomie Harris). Devido a problemas com drogas e prostituição, não é possível enxergar uma certa preocupação em relação ao seu filho.

O roteiro deste drama, que por sua vez também é escrito pelo próprio Barry Jenkins, se aprofunda em pequenas camadas. Discutindo e abordando da maneira mais sincera assuntos como o da homossexualidade. No filme, o personagem Shiron lida diversas vezes com o abuso presentes na própria escola, sendo chamado por muitas vezes de "bicha". Apesar do jovem não reagir aos insultos, assim como, as agressividades, o próprio diretor deixa evidente o sofrimento e as angústias impregnadas no protagonista.

A cinematografia que embala toda a trajetória de Shiron é belissima, enquadra perfeitamente as situações de desespero e melancolia. Acompanhada da trilha sonora, o espectador se comove em cada circunstância vividas pelo rapaz .

A passagem de tempo entre os três períodos, representa a mudança de hábito nos costumes de Shiron. Ele se adequa há uma possível solução a meio de sobreviver na sociedade. Entretanto, o problema central não é solucionado. Barry Jenkins visa a transformação do personagem, mas nos mostra a realidade de muitos homossexuais de uma forma dura, mas ao mesmo tempo tocante.
Moonlight nos leva a temas externamente reais e que são omitidos por grande parte da população. Apresenta conflitos internos que geram uma certa relevância ao último ato. Com isso, se difere e se destaca entre os melhores filmes da atualidade.O silêncio percorre imensamente em muitas cenas deste longa. Por muitas vezes não havendo diálogo algum, mas só pela troca de olhares é necessário sentir o que cada personagem apresenta.
Moonlight - Sob a luz do luar, narra em três atos a vida do protagonista Shiron (Ashiton Sanders). Neste drama, o diretor (Barry Jenkins) expõe de forma clara e precisa a infância, a juventude e a fase adulta de um garoto negro. Relatando o sofrimento e as descobertas comuns de uma vida completamente sofrida e exaustiva.

Em seu primeiro ato, o "pequeno" Shiron, como ele mesmo menciona, não se mostra igual as outras crianças. Logo nas primeiras cenas, podemos presencia-lo fugindo de seus colegas de classe. Nesta fuga, o garoto se abriga em um ambiente fechado e isolado, quando por coincidência conhece Juan (Mahershala Ali). Chefe do tráfico no pequeno bairro pobre de Miami, o homem representa a figura afetiva no qual o garoto se espelha.
Indefeso e inseguro, o personagem central deste longa não possui um bom relacionamento com sua mãe (Naomie Harris). Devido a problemas com drogas e prostituição, não é possível enxergar uma certa preocupação em relação ao seu filho.

O roteiro deste drama, que por sua vez também é escrito pelo próprio Barry Jenkins, se aprofunda em pequenas camadas. Discutindo e abordando da maneira mais sincera assuntos como o da homossexualidade. No filme, o personagem Shiron lida diversas vezes com o abuso presentes na própria escola, sendo chamado por muitas vezes de "bicha". Apesar do jovem não reagir aos insultos, assim como, as agressividades, o próprio diretor deixa evidente o sofrimento e as angústias impregnadas no protagonista.

A cinematografia que embala toda a trajetória de Shiron é belissima, enquadra perfeitamente as situações de desespero e melancolia. Acompanhada da trilha sonora, o espectador se comove em cada circunstância vividas pelo rapaz .

A passagem de tempo entre os três períodos, representa a mudança de hábito nos costumes de Shiron. Ele se adequa há uma possível solução a meio de sobreviver na sociedade. Entretanto, o problema central não é solucionado. Barry Jenkins visa a transformação do personagem, mas nos mostra a realidade de muitos homossexuais de uma forma dura, mas ao mesmo tempo tocante.
Moonlight nos leva a temas externamente reais e que são omitidos por grande parte da população. Apresenta conflitos internos que geram uma certa relevância ao último ato. Com isso, se difere e se destaca entre os melhores filmes da atualidade.
Salvador Garcia
Salvador Garcia

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de abril de 2023
Este filme foi feito no ano 2016. Acontece em Florida dos Estados Unidos. O diretor é Barry Jenkins. O flime ganhou um Oscar e eu acho que deve ganhar mais prêmios. O film segue a vida de uma criança negra que vive em Florida que enfrenta muitas coisas más. O nome dele muda porque ele cresce com diferentes identidades e ele se chama "Little" e logo "Chiron" seu nome verdadeiro, e finalmente "Black". Cada temporada de sua vida muda cada vez que cresce. Vai de criança a adolescente a adulto. Sua mão faz drogas, não tem pai, e não tem muitos amigos, mas a pessoa que vende drogas a sua mãe cuida dele.

Little começa com ser seguido por outras crianças que querem bater ele mas ele se esconde. Ele conhece Juan, um homem que vende drogas que cuida dele com sua esposa chamada Teresa mas ele é muito tímido. Sua mãe não gosta que ele foi com Juan mas ela não cuida dele porque ela sempre faz drogas. Little só tem um amigo chamado Kevin.

No segundo ato, Chiron, ele é adolescente que ainda tem uma mão que não cuida dele. Juan morre em algum tempo mas Chiron ainda vai a sua casa quando ele quere escapar sua casa. Seu amigo, Kevin, começa a ser um personagem imporante porque eles fazem amor em segredo. Chiron finalmente deixa de ser uma pessoa tímida porque um valentão o faz ter raiva. A polícia os detem. Chiron vai para a cadeia.

No último ato, Black vende drogas e vive sozinho em Georgia. Ele vai a falar com sua mãe que finalmente deixa drogas e disculpa-se com ele mas ele não aceita muito mas chora. Ele vai para falar com Kevin, que no último ato bate Chiron. Eles falam por muito tempo sobre suas vida. Kevin tem um filho mas vive sozinho. Ao final, Black fala que ninguem ha tocado ele como Kevin. Eles terminam abraçando na cama.

O que mais amei do filme foi que fala muito sobre o que acontece na vida de alguém negro. O filme não tem final feliz, mas fala sobre a realidade. Eu amei a dita "As crianças negros são azules na luz do luar". É um filme triste o que o faz melhor porque é certo. Eu também gosto da trilha sonora porque é perfeito.

O que não gostei foi que ao final, a mãe de Black disculpa o que ela fiz na vida e ele aceita pouqinho mas eu acho o que ela fiz não tem perdão. É a única crítica negativa que eu tenho.

Eu recomendo o filme porque ensina uma vida real, é um filme sobre amor, sobre as drogas, e sobre como família pode deter uma pessoa. Eu amo o filme por mais razões mas as pessoas podem assistir para entender. spoiler:
Larissa M.
Larissa M.

1 seguidor 12 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de dezembro de 2017
Ótimo filme, mas pela indicação ao Oscar achei que fosse melhor. Enfim, não acho que perdi tempo e o começo do filme me prendeu bastante, mas achei que o roteiro se perdeu na terceira parte da vida de Chiron.
Trilha sonora massa e eu só vi atores que eu gosto muito. Mais merecido que La La Land, realmente.
Bernardo F.
Bernardo F.

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 4 de março de 2020
Filme parado, lento. Não prende o espectador. Nada acontece. Aquele filme que você fica na dúvida se para de ver no meio ou se vale a pena continuar. Não dá para entender o Oscar e essas 4 estrelas do adoro cinema. Deve ser tipo o filme mostra homossexualismo, homem com homem então o filme é bom. Decepcionado com o Oscar. Não basta falar de algo polêmico ou ser contra algum tipo de preconceito. O filme precisa ser bom.
Marcelo Martins
Marcelo Martins

3 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 2 de agosto de 2021
Filme monótono. Um dos raros filmes que tive que assistir em partes, pois dormi na primeira tentativa. Não tem nada de novo. O roteiro fraco é desmascarado pela lentidão e monotonia das cenas e se arrasta até não poder mais, dando fim à trama.
Beth J.
Beth J.

8 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de julho de 2017
Filme muito triste mas muito profundo... excelentes atuações, mas enredo demasiadamente entrecortado pro meu gosto. Bela fotografia. #recomendo No Netflix
Arno10
Arno10

6 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de março de 2017
Um filme barra pesada. É bom e faz mais do que distrair, abre os olhos para duros temas que devem ser questionados: preconceito e inclusão. Não é o meu preferido dos que foram apresentados ao Oscar,
Adriano N.
Adriano N.

2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de dezembro de 2017
Tinha tudo pra ter um grande roteiro pois a historia em si é bem bacana e possui um amplo leque que poderia ser melhor explorado pelo roteirista , nem as boas atuações dos atores salvam o filme que ate agora não entendi o porque de terem ganhado o Oscar; fraco, lento e sem emoção nenhuma, esperava muito mais.
Fellype Barros
Fellype Barros

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 23 de junho de 2020
Perdi meu tempo assistindo esse filme. Saltos temporais enormes varias lacunas em aberto não mostra nada com profundidade , ruim como qualquer filme que ganhar o oscar de melhor filme , todos são horrveis.
Glauco B.
Glauco B.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 20 de março de 2017
Uma bosta! Monótono e sem textualizacao. Abordando de forma tosca a homosexualidade sem falar que poderia ter sido mostrado de forma mais respeitosa a relação país e filhos
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