Média
2,3
publicações
-
Omelete
-
CineClick
-
Cinema em Cena
-
Cineweb
-
Papo de Cinema
-
Preview
-
Télérama
-
Variety
-
Cinepop
-
Rubens Ewald
-
The Guardian
-
The Hollywood Reporter
-
Cineplayers
-
Almanaque Virtual
-
Folha de São Paulo
-
O Globo
-
Veja
Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa
Omelete
É esse tipo de solução criativa que aproxima este do longa de 1999. Ao retornar aos medos básicos - do escuro, do desconhecido - e atualizá-los com cuidado, Wingard e Barrett conseguem um raro reinício equiparável ao original. Pena que o subgênero já esteja tão cansado...
CineClick
"Bruxa De Blair" consegue a façanha de manter o fator surpresa mesmo diante do esgotamento dos artifícios que fizeram do filme de 1999 um sucesso. Wingard consegue adaptar a trama aos dias atuais [...] sem perder a sua essência.
Cinema em Cena
Contando com o benefício de imediatamente colocar o espectador na pele dos heróis ao empregar continuamente a câmera subjetiva [...], "Bruxa de Blair" é sabotado, em contrapartida, pelo velho problema do subgênero found-footage: o fato de sabermos exatamente como tudo irá acabar.
Cineweb
O novo projeto lembra o anterior não apenas na mitologia usada originalmente, mas pela acertada opção do que se pode chamar de acumulação, em que o cineasta joga cada vez mais carga de tensão no espectador, que passa a sentir o desconforto e a angústia dos personagens até o clímax.
Papo de Cinema
Mas se o novo "Bruxa de Blair" não consegue reproduzir o efeito aterrador do primeiro, ao menos Wingard trabalha bem a mitologia criada no final do século passado, fazendo um filme de clima pesadíssimo e com algumas cenas verdadeiramente assustadoras.
Preview
"Bruxa de Blair" é tão eficiente quanto o original no quesito “provocar medo” e é mais revelador do visual da bruxa. [...] mas não vai revolucionar o gênero, como fez o primeiro.
Télérama
Moderno, o filme emprega novas tecnologias (como a câmera-drone) e revela a obsessão atual do cinema de horror estadunidense: mesmo no fundo do bosque, o "monstro" é sempre a casa mal-assombrada.
Variety
Em uma análise final, apesar de toda a capacidade técnico e de todos os ótimos momentos de susto e de terror, "Bruxa de Blair" é um filme engessado desde o início...
Cinepop
"Bruxa de Blair" ainda tem a audácia de recriar momentos idênticos ao do filme de 1999, o desfecho é basicamente o mesmo. A diferença é que com explicações toda a graça se esvai. Assista por sua conta e risco, e somente se for um verdadeiro aficionado por tal mitologia.
Rubens Ewald
[...] é basicamente um blefe, curto, insatisfatório, peca principalmente por ter um final precipitado e aberto (por isso, irritante). Uma prova de que hoje em dia importa menos o filme, do que a maneira que ele é promovido.
The Guardian
Se "A Bruxa de Blair" representou um novo amanhecer para os filmes de terror, este novo filme, "Bruxa de Blair", é o sonoro guincho de morte de um subgênero que já foi empolgante, mas que agora desaparece na escuridão.
The Hollywood Reporter
[...] ao se manter ao conceito do "Bruxa de Blair" original, o resultado final é que este remake é apenas uma recontagem vazia, ao invés de ser uma reinvenção completa...
Cineplayers
Levando a jornada a um desfecho absolutamente previsível, perdido no seu quê explícito e que sugere uma teoria que, se confirmada, derrubaria de vez a lógica interna da saga, é difícil falar sobre "A Bruxa de Blair" sem ser tão óbvio quanto o próprio filme.
Almanaque Virtual
[...] a tentativa de resgatar a franquia desce pelo ralo logo nos primeiros minutos de “Bruxa de Blair”, quando a plateia percebe que está sendo exposta a uma produção carente de conteúdo e qualidade suficientes para sustenta-la enquanto obra cinematográfica.
Folha de São Paulo
Resumindo o enredo, até que não parece ser tão ruim. Mas filme de terror sem sustos acaba insuportável. As situações de perigo são previsíveis e ainda piores com a atuação sofrível do jovem elenco.
O Globo
Esse remake travestido de sequência é mais um produto em busca de dinheiro em que a fórmula continua a mesma, com o adendo do uso da tecnologia e de efeitos mais condizentes com o público atual.
Veja
Uma perguntinha incontornável ronda a nova continuação do sucesso de bilheteria de 1999, chamada simplesmente de Bruxa de Blair: por que reprisar um formato de horror já tão desgastado? [...] Caça-níqueis, a sequência apela para a gritaria e, exceto no clímax trôpego, rejeita o charme tosco do original.