Bruxa de Blair
Média
1,7
417 notas

76 Críticas do usuário

5
5 críticas
4
5 críticas
3
12 críticas
2
12 críticas
1
19 críticas
0
23 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 973 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 6 de outubro de 2016
Pensei que seria melhor. Não é um remake, mas uma continuação bem forçada, onde faltam elementos chave para dar vida a essa bruxa que marcou toda uma geração. Era melhor não ter feito, pois deixa a desejar na essência do original. Quase uma cópia frustrada. Tem mais fobia que sustos.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 28 de março de 2017
Por esses motivos que eu falo, quando um filme fez algum sucesso no passado ou ficou guardado na mente das pessoas por ter sido um bom filme de terror, não façam um remake ou algo do tipo que venha acabar com o nome de um filme. Assim foi com A Bruxa de Blair, lançado em 1999 o filme foi muito bem aceito e se tornou um grande filme de terror na época, trazendo o modo de mostrar um terror suspense e agonia direto da câmera dos personagens. Em 2000 o filme ganhou uma continuação com A Bruxa de Blair 2 - O Livro das Sombras, esse já não foi tão bom quanto o primeiro, mais ainda assim era considerado adequado. Depois de muitos anos simplesmente decidem acabar de uma vez com o nome do filme (Bruxa de Blair). O filme se passa quando um grupo de estudantes decidem acampar na floresta em busca da irmã de Heather desaparecida a míseros 16 anos. O que eu vou falar do filme? Não tem o que comentar, o filme é péssimo, horrível mesmo. Perdi 1:30h da minha vida acompanhando uma história que não te leva a nada, totalmente perdida e mal explicada. O filme é lento, é arrastado, não acontece nada durante o filme todo, não estou exagerando quando digo nada. Com cenas tipo nada a ver com nada, sem nenhuma explicação. Até tem umas cenas e outras de suspense com um jeito forçado de mostrar terror, que pra mim não passa de amadorismo. O filme se passa praticamente todo o tempo sendo mostrado de dentro da câmera do personagem em destaque, um modo que me agradou muito e até me surpreendeu bastante em REC (um ótimo filme por sinal). Por essas e outras que eu fico pensando o que vai acontecer com filmes do passado como Olhos Famintos e Jogos Mortais, depois de muitos anos sendo trazidos novamente as telas do cinema. É lamentável mais eu não recomendo o filme em hipótese alguma. Se você estiver sem fazer nada, vá ler um livro ao invés de pensar em assistir Bruxa de Blair, porque esse filme tem que melhorar muito pra ficar ruim.
F. V. Fraga
F. V. Fraga

108 seguidores 64 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de setembro de 2016
[Parágrafo] Quando foi lançado no final da década de 90, o “found footage” (falso documentário aparentemente feito com imagens encontradas e geralmente de uma simples filmadora) de terror ‘A Bruxa de Blair (The Blair Witch Project)’ de 1999, foi uma grande surpresa para o cinema da época, principalmente por seu espantoso sucesso comercial, apesar de seu baixíssimo orçamento. Com um custo de apenas 50 mil dólares, o filme arrecadou nas bilheterias mundias, cerca de US$ 249 milhões. Durante quase 20 anos foi o filme de baixo orçamento mais lucrativo da história, sendo superado somente por ‘Atividade Paranormal’ em 2007, curiosamente outro “pseudodocumentário” de terror.

[Parágrafo] O longa-metragem foi um fenômeno entre o público, principalmente por causa da forma como foi filmado, onde cada um dos atores recebeu uma câmera com a qual tiveram que acampar durante 8 dias em uma floresta, sem saber exatamente qual era o enredo e levando sustos verdadeiros da equipe de produção, de tempos em tempos. O resultado nos apresentava em tela personagens verdadeiramente desorientados, que somado a uma narrativa que explorava o sobrenatural, ainda que apenas sugestionado, transmitia uma atmosfera de realidade muito convincente.

[Parágrafo] O sucesso de 'A Bruxa de Blair', também, pode ser explicado pela forma criativa como foi feita sua divulgação. Sem recursos financeiros para ações de marketing muito caras, os produtores se aproveitaram da popularização da internet para alcançar seu público. Entraram em contato com vários sites, para que os mesmos ajudassem a propagar a lenda da Bruxa de Blair e o boato de que o filme era uma história real, montada através de fitas de câmeras, encontradas em um local sinistro, e que os "protagonistas" ainda estavam misteriosamente desaparecidos. A “mentira” convenceu alguns internautas e logo se espalhou em outros sites e blogs pela internet, em uma época que não se consumia tanta informação, quanto hoje, sobre a pré-produção de filmes.

[Parágrafo] A continuação neste ano de 2016, 'Bruxa de Blair', chega aos cinemas visando utilizar a fama do título já conhecido, ainda que não tenha mais a pretenção de convencer ninguém da veracidade dos fatos fictícios, até por que isso seria impossível em uma era pós-internet 2.0. Mesmo assim a Lionsgate manteve a produção do filme em segredo, divulgando-o inicialmente com o título ‘The Woods’ e só revelando o verdadeiro nome durante a primeira exibição do trailer na San Diego Comic-Com empolgando o público que pôde conferir. Como qualquer sequência, a necessidade de o filme ser "continuado/refeito" provavelmente será questionada. Visto que o primeiro longa da franquia 'The Blair Whitch Project' tem 17 anos de idade, será que ele já precisava de uma "atualização"? Quanto tempo um longa-metragem tem que ter, para precisar de uma versão lançada para uma nova geração?

[Parágrafo] Alguns filmes envelhecem rápido, outros nem tanto. 'A Bruxa de Blair' é um caso singular nesta discussão, pois ele funciona bem ainda hoje, continua tendo o poder de causar medo em quem o ver, especialmente se for em uma sessão de madrugada, principalmente para um espectador que o assistir sem muito prévio conhecimento de como ele foi produzido. Sua estética "caseira-amadora" idealizada para o VHS, mídia mais utilizada para os "home video" da época, garantirá que quanto mais ele envelheça, mais estranho, esquisito e minimamente assustador ele fique para gerações futuras.
Entretanto, grande parte do público atual, que está sempre atrás de uma novidade e acostumado com as novas tecnologias digitais de gravação de vídeos, geralmente não tem interesse em um filme com mais de 15 anos. Para que os espectadores mais jovens se identifiquem e se interessem, é necessário que eles "se enxerguem" em tela. Como desde o lançamento do primeiro filme os equipamentos de produção de vídeo evoluíram muito, utilizar essa mudança é um dos aspectos positivos deste novo 'Bruxa de Blair'.

[Parágrafo] Utilizando pequenas câmeras fixadas na parte externa do lóbulo do ouvido, que dão a mesma perspectiva em primeira pessoa do longa de 1999, além de um drone que oferece imagens panorâmicas, assim como tablets e radiocomunicadores modernos, a tecnologia se faz presente de forma muito criativa e atual. Há, também, a presença da tecnologia dos anos 90 através de uma câmera, típica da época, portada por um dos personagens, que referencia uma forma antigamente popular, mas já quase ultrapassada de filmar. Isso é justificado pela perspectiva de a narrativa ser uma continuação da história original e faz ligação direta com o primeiro longa-metragem.

[Parágrafo] Ainda que não traga nada de mais inovador do que o filme original, para os gêneros de suspense e terror, 'Blair Witch' funciona bem como entretenimento. O enredo é envolvente e os sustos são eficazes, assim como o efeito de causar aflição e claustrofobia em quem o assiste. A câmera presa nas orelhas dos atores, que tremem até mais do que no primeiro filme da série e fica muito próxima do rosto deles durante os diálogos, busca desorientar os espectadores e tenta causar a sensação de náusea que o original conseguia, chegando até a fazer com que as pessoas mais sensíveis vomitassem. Provavelmente essa nova versão não vai conseguir com que isso ocorra, nos dias de hoje, pois o público já está acostumado a assistir muitos longas-metragens rodados com câmeras tremidas, mas pode proporcionar uma experiência aflitiva no cinema.

[Parágrafo] A presença de Adam Wingard na direção, conhecido por dirigir alguns capítulos da antologia de terror ‘V/H/S' 1 e 2 de 2012 e 2013, atribui a qualidade de quem tem experiência e sabe trabalhar com recursos financeiros limitados para tentar causar medo. Wingard repete a parceria com o roteirista Simon Barrett, iniciada em produções anteriores como no ‘slasher film ‘Você é o Próximo’ de 2012. Mesmo que eles se utilizem demais de recursos já bastante "batidos", com "jump scares" em excesso, com barulhos muito altos para assustar o espectador, provavelmente vai agradar o público-alvo. O novo 'Bruxa de Blair' não vai ser marcante e importante para a história de cinema como foi o primeiro. No entanto, não é tão desleixado e mal produzido como 'A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras', continuação esquecível de 2000. Ele dá um pouco mais de folego ao já desgastado gênero “found footage” ou “mockumentary” (falso documentário) de terror e pode render uma boa experiência de cinema para quem aprecia esse tipo de produção e até proporcionar um sentimento de nostalgia em quem viu o primeiro na época em que foi lançado.
Diácono Marcio C.
Diácono Marcio C.

20 seguidores 54 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de setembro de 2016
o filme antigo numa versão moderna Um pouco mais elaborado do que o outro Mas continua dando medo pelos motivos que não sabemos Muito cliche
Davison P.
Davison P.

167 seguidores 132 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2017
James (James Allen McCune) reúne um grupo de amigos para irem em Black Hills uma floresta em Maryland, depois de ter recebido um material de Youtubers, alguns vídeos de um grupo de jovens desaparecidos e algo sinistro na filmagem lembrou sua irmã que está desaparecida há muitos anos, organizam o material de filmagem e acampamento e partem para a casa do casal de Youtubers, para lhes informarem a localização correta de onde as fitas e câmeras foram encontrados, depois dá primeira noite acampados muitas coisas estranhas começam acontecer e o grupo desiste de continuar na floresta sinistra, mas um erro no GPS os fazem andar o dia inteiro e chegarem no mesmo local onde acamparam na noite anterior. Galera confesso que sempre tive pavor no filme original de 1999, pois era muito jovem e assisti sozinho a noite e não consegui dormir e tive uma noite pavorosa, esta versão de 2016 confesso que em jogadas de cenas e suspense é bem melhor, o filme se passa na maior parte do tempo numa escuridão total, pois mesmo sendo de manhã o sol não nasce e deixando um cenário assombroso, os gritos e cenas de terror são muito assustadoras, recomendo, apesar de ser aquele final que todos sabemos e nada de explicações para os fenômenos sobrenaturais.
Marcone O.
Marcone O.

11 seguidores 12 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 28 de setembro de 2016
Fraquissimo filme escuro uma gritaria, confuso sem sentido... Não compensa ver no cinema pior filme do gênero este ano
Vitor P
Vitor P

497 seguidores 236 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de julho de 2017
A Bruxa de Blair é o tipo de filme que seria impossível ter uma continuação de respeito. Mas tiveram a brilhante ideia de fazer uma, e de fato não foi um trabalho mal feito, mas não teve o mesmo efeito do seu antecessor.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 6 de outubro de 2016
Bruxa de Blair - o filme mais uma vez é ridículo, não sei porque ainda perco tempo com isso, parece que eles deram um copiar e colar em muitas cenas, simplesmente inútil.
Nelson J
Nelson J

51.034 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 16 de setembro de 2016
Mais do mesmo, incluindo drone. O filme tem de atraente a exposição dos medos primitivos do escuro, tempestade, ruídos, perseguições, vultos, mas nada acrescenta ao que já era conhecido. Um dos aventureiros simula os símbolos e é descoberto, depois todos andam em círculos voltando ao mesmo local do acampamento e uma das garotas corta o pé e fica debilitada, enfim é isso, nada de especial ou novo.
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.791 seguidores 809 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 17 de dezembro de 2018
Praticamente aqui é a sequência do filme de 1999 que foi um sucesso gigantesco,mas aqui se trata de uma produção de maior orçamento e que pode ser besteira,mas é melhor que o original.A trama acompanha um grupo de jovens que buscam respostas para os acontecimentos com a irmã de dos integrantes que desapareceu na infância,chegando lá eles terão grande problemas para escapar de lá.O diretor Adam Wingard já tinha dito que este era diferente do primeiro principalmente porquê eles estão sendo perseguidos e talvez isso tenha até funcionado,temos câmeras de maior qualidade que ajudam um pouco a visualização do que acontece,mas continua com o clichê da câmera exageradamente trêmula que chega a te irritar ,outro fato que é bom mais exagerado são os Jumps Cares que não haviam no primeiro filme,já nesse eles estão de sobra,as vezes até demais e apelativos mais em outros momentos rendem bons sustos.O roteiro segue a mesma estrutura do inicial e não traz nada de novo.Bruxa de Blair segue a mesma estrutura do primeiro e te deixa com a sensação de que já viu isso,mas por outro lado pode ser uma boa pedida para quem gosta de sustos.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa