Como história de um filme, tem seus defeitos, como obra de arte é genial, único. A ideia do filme é exaltar Van Gogh não mostrando a sua história em si, mas vendo essa história pelos olhos de outra pessoa, que também está conhecendo a história, tal como o telespectador. Abrindo inclusive espaço para teorias sobre a morte. Uma coisa diferente do que muitas biografias(para o bem e para o mal) é o fato de que foca muito mais no lado humano de Van Gogh do que no lado genial. Exalta sim a grandeza, mas aborda muito mais o sofrimento pelo qual ele passava e os demônios com os quais ele lutava.
Antes de mais nada, o filme nasceu de um projeto na qual cerca de 125 pintores realizariam todo o trabalho da animação do filme, porém com detalhe que as pinturas foram semelhantes ao próprio Van Gogh, como se ele mesmo tivesse pintado. O fime chegou a ser indicado a melhor animação no oscar de 2018, mas infelizmente não levou. A trama se inicia em 1891, 1 ano após a morte de Van Gogh e Roulin enontra uma carta enviada por ele para o seu irmão Theo, na qual jamais chegou em seu destino. Após conversar com o seu pai, um carteiro que tinha como pai um amigo do próprio Van Gogh, o deve de entregar tal carta. A grande jornada do filme começa quando o jovem carteiro acaba duvidando sobre as circustância da morte do pintor, e com isso acaba fazendo uma espécie de investigação no pequeno vilarejo que o pintor passou suas últimas semanas. O roteiro nesse aspecto, é super criativo, pois foge das cinebiografias batidas, pois não se propõem em mostrar a vida melancólica de Van Gogh, e sim mostrar (usando flashbacks) reminiscência de como era o verdadeiro pintor na visão das diferentes pessoas do vilarejo. Isso é um dos pontos altos do filme, pois permitiu desmistificar a ideia de que o pintor era um louco e sim uma pessoa com a alma muito sensível e atormentando ao longo de sua vida, desde a relação conturbada com sua mãe, a falta de um diagnóstico de esquizofrenia, talvez depressão ou bipolar, algo tão comum na atualidade.
O que foi feito neste Loving Vincent é um trabalho curioso, quase fascinante e que merece uma visita pelo menos. Eles pegam a história em torno da morte do pintor moderno Vincent Van Gogh e montam um thriller no estilo Agatha Christie, meio teatral e meio noir, mas com toques artísticos e dramáticos porque se trata da história de um artista renomado. A grande propaganda deste filme é que todos os seus quadros foram “pintados à mão”, no mesmo estilo do pintor, o que torna o filme um trabalho adaptado da obra do artista. É um trabalho de fundo verde e de 100 pintores. Algo único, com certeza. Mas uma obra de arte?
Animação mais linda que alguém pode ver(os traços estão bem detalhista e imagina um filme pintado a mão), no desenho aprendemos mais sobre Van Gogh q vai mais do q o pintor que corto a própria orelha. #VaiPraEstante
Com amor, Van gogh (Dorota Kobiela, Hugh Welchman, 2017). Um roteiro vigoroso, trabalhado numa linguagem cansativa. Imaginar os cenários e personagens que deram ares ao modernismo ganhando vida e até mesmo servindo como pontos centrais da narrativa em torno da morte de Van Gogh é algo que por si já instiga a vontade de assistir à película. Mais de 100 artistas tiveram a missão hérculea de criar uma obra que em boa parte do tempo é extremamente fiel aos traços do pintor holandês. Em termos estéticos, o trabalho é perfeito. Mas o universo de dúvidas e especulações que giram em torno da trama, demanda atuações impactantes, em que os movimentos e reações podem ser interpretados de forma mais profunda. A escolha por uma animação "expressionista" misturada a um ritmo extremamente lento de narração não foi lá muito eficaz em "deformar" a realidade e assim fazer emergir a "expressão subjetiva" de Vincent e toda sua rede de relações. Em alguns momentos o filme causa até mesmo sonolência. Que bom seria se as animações expressionistas pudessem fazer um percurso com marcações mais nítidas entre a realidade subjetiva e a realidade objetiva. Imagino uma das cenas mais marcantes do filme, retratando o quadro "O Café à noite na Place Lamartine", em no primeiro frame o quadro tal qual é reproduzido, na sequência o ambiente ganha vida ainda com traços fiéis às pinceladas originais, mas, no momento do conflito, os personagens já tivessem suas atuações com maior nitidez... certamente seria um recurso que daria mais fôlego ao enredo. De qualquer modo, o filme surpreende no enredamento das situações, cenários e personagens centrais nos momentos finais da vida de Vincent Van Gogh.
O primeiro filme feito totalmente com pintura a óleo, retratado com 65 mil quadros a história do famoso artista Van Gogh. O filme se passa em 1891, um ano após a morte do pintor, Armand Roulin é incentivado por seu pai a entregar uma carta ao irmão do pintor e nessa missão, ele vai conhecendo várias pessoas que tiveram contato com Vincent, daí começa uma investigação sobre a vida do pintor à procura de relatos sobre sua morte, se de fato ele se suicidou ou não. O longa é cercado de histórias que se encaixam, que ao final não se esclarece ao certo, mas nos cativa. A experiência de assistir um filme com pintura é fenômenal, única e inovadora, nunca vi nada igual " Com Amor, Van Gogh " nos presenteia em tudo, foram mais de 100 artistas para pintar todo o filme. Com toda certeza é um forte concorrente ao Oscar deste ano. Sem dúvidas. Masterpiece!
Que Filme Perfeito uma obra Prima, comecei meio com receio pq o filme em forma de Pintura não é o meu costume, mas o filme ficou incrívelmente Perfeito. Van Gogh foi uma pessoa que sofreu muito, só teve o reconhecimento depois de sua morte
Como artista plastico e tendo como a minha arte pintura em tela, achei o filme fascinante, sensaciona um espetaculo de cores e pinturas. Os artistas escolhido são de diversas nacionalidade e excepcionais. Isso mostra como Vincent Van Gogh continua causando admiração e respeito pelo seu enorme talento e sua técnica exclusiva para a época. Parabéns aos autores: aos pintores, aos animadores, aos excelente roteiristas, aos produção e a direção.
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