Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Goretty Sousa
3 seguidores
10 críticas
Seguir usuário
3,5
Enviada em 25 de setembro de 2017
Filme difícil de entender. Cansativo e até na metade dá vontade de ir embora. um tédio só. Depois que assisti, fui pesquisar o sentido da história, que parece ser sem pé nem cabeça. É... depois de algumas pesquisas e voltando ao filme, daí as coisas fazem sentido e o filme passa a ser mais interessante. Imaginem uma história bíblica com a criação do mundo, Adão e Eva, Abel e Caim, a vinda do Messias, o sacrifício do filho de Deus, planeta Terra (mãe natureza), fanatismo religioso... analisando a história do filme e fazendo um link a este pensamento bíblico, até faz sentido. Para quem gosta de pensar e interpretar histórias com sentidos nada aparentes, é um bom filme, mas quase morri de tédio.
Mãe! é um filme bem difícil, que incomoda, e na parte final chega a ser repugnante. Mas se entendermos que o filme é uma analogia à Bíblia, ao paraíso perdido de Adão e Eva, e que a Mãe ao final do filme é uma representação da Virgem Maria, o filme passa a ter sentido e interesse. É uma crítica feroz à estupidez humana.
É um filme que fiquei o tempo todo "WTF! O que tá acontecendo aqui???" Por mais que seja longo e extremamente confuso é um filme que me prendeu a atenção pelas metáforas e o clímax bem chocante.
Porém eu entendo quem negativar o filme é um pouco cansativo
Em 2017, eu considerei o melhor filme do ano, porém, em 2019, percebi que era projeto profundamente autoindulgente, pretensioso e misógino. A direção de Darren Aronosky entregou um trabalho oco com metáforas óbvias que são jogadas na cara do espectador toda hora, e nos chama de pessoas idiotas e irracionais. É um filme com muita exposição barata e sem história, e isso me deixa puto. O longa tem os seus méritos, por exemplo, as atuações. Jennifer Lawrence, praticamente, carrega o filme nas costas e na minha opinião, ela merecia uma indicação ao oscar de melhor atriz, pois é uma personagem que não fala nada, mas o seu olhar diz tudo. A Michelle Pheiffer está muito bem. A edição e a mixagem de som são incríveis.
Mãe! é um projeto que envelheceu muito mal e com certeza é um dos filme mais pretensiosos do mundo, mas as interpretações salvam o longa de ser um desastre autoindulgente. Nota: 5,0
Assisti ao filme ontem e gostaria de dar minha contribuição. Não sou crítica de cinema, e é a primeira vez que exponho um pensamento referente a interpretação de forma publica, mas creio que possa ajudar a compreender um pouco a partir do meu conhecimento e história de vida. O filme é interessante, incomoda e tem o poder de abstrair nossa mente como poucos filmes que vi até hoje. As pessoas que acharam o filme confuso na verdade não entenderam as referências do autor. Algumas coisas ainda não consegui compreender, mas na minha interpretação o que o autor quis retratar é basicamente a construção da imagem do Deus judaico-cristão. Lendo um pouco a biografia do autor, percebi que ele foi educado em uma escola judaica e conhece muitas referências bíblicas, tanto que elas permeiam o filme do início ao fim. No final, a mensagem que o filme quis passar é a imagem de um Deus que cria todas as coisas para desfrutar e explorar até o fim, a fim de se auto-promover e ter reconhecimento. Do início ao fim o autor do filme cutuca as crenças judaico-cristãs e em tom ácido, expõe a forma como pensa e vê a religião (no qual é a construção da maior parte da população). Não é a forma com que eu vejo e creio, por isso o filme não me agradou, mas preciso reconhecer que o autor é um gênio e realmente seu trabalho é singular.
mãe! (Assim, com inicial minúscula e exclamação mesmo) é um filme estranho, caótico e desconfortável que certamente não tornarei a ver por um bom tempo. Ah, eu gostei do filme. Mas calma aí, ''cara do Cisne Negro'', eu sobrevivi. Por que eu percebi, assim como a maior parte do público, que você tinha um monte de ideias megalomaníacas para esse filme, mas não soube muito bem o que fazer com elas. Além da maioria das cenas ''simbólicas e aterrorizantes'' que você dirigiu só conseguirem mesmo ser ridículas e over the top...Talvez, não, com certeza a intenção tenha sido mesmo incomodar, e eu respeito muito isso. Respeito a liberdade criativa, respeito a coragem, e, acima de tudo, respeito a ousadia. Não sei o que eu vou pensar desse filme daqui a 4 anos ou o que você, M.r Aronofsky, vai pensar do mesmo neste período de tempo. Mas certamente todos nós vamos pensar muito. E isso é algo para ser valorizado.
Será? Como ? Pode isso ? Assim vem interrogações de um filme sem pé e nem cabeça, que cria hipóteses e simbolismo e embrulham a cabeça de qualquer um. Temos de destaque aqui as grandes atuações, sendo todos merecedores de serem indicados ao óscar 2018, Laurence, Bardem, Michelle e Harris, estão perfeitos em cenas e diálogos loucos e se saem super bem, você enlouquece juntamente com a diva Laurence. Roteiro é ruim, fotografia sem destaque, a pegada de ação funciona, mas nada de mais. Um filme que gera polêmica, não por acaso, mas de proposito pelo bom diretor Daren Aronofsky.
Filme polêmico, fiquei dividido com relação ao modo como ele é feito. Quem for assistir as "cegas" sem saber nada da história assim como eu, fiquem sabendo que é bem pesado.
O diretor Darren Aronofsky nos conduz a uma viagem complexa sobre a criação , retratando Deus, a religião em si com sua visão em um amontoado de informações rápidas e muitas vezes massante . É um filme que deveria ter sido produzido como série, destrinchando etapa por etapa fazendo com que o telespectador não ficasse confuso, pois até mesmo a mente mais poderosa requer um tempo para analisar as experiências. Apesar de não seguir a lógica de Darren, concordo que ele foi muito corajoso em tentar explicar algo tão difícil de se compreender quanto aos registros que possuímos sobre o tema usando alegorias. Minhas sensações foram de surpresa, agonia e estarrecimento, resultando em uma clara decepção quanto ao final. É uma obra que será tanto odiada quanto amada, dependendo do seu ponto de vista, mas que sem dúvida merece ser conferida. Não ousaria vê-la novamente, mas nem por isto a condeno. Jennifer Lawrence, Javier Bardem, Ed Harris e Michelle Pfeiffer estão ótimos dando teor positivo à película, mas também suas interpretações fortes nos fazem perder o foco da estória algumas vezes, pois ficamos analisando além do que conferimos. Veja. Tire suas próprias conclusões.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade