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Ricardo L.
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3.227 críticas
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4,5
Enviada em 26 de dezembro de 2017
Um filme forte e motivador! Temos aqui um filme que mostra a realidade do desrespeito ao trabalhador, isso em todo o mundo, não temos esse problema somente no Brasil e sim em toda parte, aqui se passa na Inglaterra, pais de 1° mundo á qual maltrata o trabalhador até sua morte em vários casos. Daniel é um contribuinte que está na transição para receber seus benefícios por tempo de serviço e ainda teve um grave problema de saúde acelerando ainda mais seu problema com o poder público. temos uma luta constante dele pela vida e pra ajudar a quem precisa, como uma mulher em desespero para sustentar sua família, mas no ultimo ato temos o provável ocorrendo de fato, trazendo para todos uma critica potente a esse sistema que polui todo o mundo.
Filme que critica o sistema de seguridade social do governo pela perspectiva de um carpinteiro com problemas de coração e proibido de trabalhar pela sua cardiologista, mas que diante da sua solicitação de seguro social, uma profissional da saúde administrativa não o recomenda para o seguro, pois ele não atinge a pontuação necessária em um formulário que questiona várias possibilidades motoras e intelectuais, mas a partir dai ele irá se solidarizar com uma mãe de 2 crianças que passa também por dificuldades. Sua luta diante dos famosos CACs automáticos e demorados, mais formulários e solicitações, mais burocracia, dão o tom do filme.
Neste filme vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cinema de Cannes, em 2016, dirigido por Ken Loach, temos o retrato de uma trama com um pano de fundo social bem interessante. Após passar por um problema cardíaco, Daniel Blake (Dave Johns) se vê às voltas com a burocracia do Estado para lhe conceder o auxílio doença. Nesse meio tempo, ele conhece uma mãe solteira (Hayley Squires) que está passando pelos mesmos problemas que ele.
Ao nos mostrar a jornada de Daniel, o filme nos coloca diante de um homem bem intencionado, com um caráter altruísta, e a vontade de fazer o que é certo, mas que esbarra com a má vontade das instituições.
A crítica ao Estado é feita de uma maneira muito sutil, em uma perspectiva altamente realista. A história se passa na cidade de Newcastle, mas pessoas que ficam à mercê do sistema, como o próprio Daniel, podem ser vistas no mundo todo.
Muito bom. O filme começa excelente, expondo o drama de um senhor recém infartado, preso nos bizarros corredores de uma burocracia kafkiana - não pode trabalhar, nem receber seu auxílio do governo. Flertando com a fome, o frio, a agressão e a loucura, o protagonista agoniza sempre numa fleuma britânica. Do meio pro final, o diretor Ken Loach resvala no melodrama e perde um pouco a mão de sua obra, uma espécie de "relato selvagem" novelesco.
O bom das crises financeiras é que aos poucos o mundo percebe como o sistema estatal, baseado no uso da força, é um sistema falido por definição. Ele não precisa de mais dinheiro, ele não precisa de mais controle. Ele precisa acabar. É através de trabalhos como esse em que é possível constatar que, mesmo que morrer de fome seja algo extremamente raro nos dias de hoje (pelo menos no mundo civilizado), ter sua dignidade esmagada é o preço que se paga por esse mundo. Valeu a pena?
De um encantamento aterrador. Um filme simples, despretensioso e que consegue cativar do começo ao fim! A luta de um cidadão comum pelo mínimo necessário para a sua subsistência, uma batalha silenciosa pela dignidade.
Ken Loach sempre fez "filmes britânicos" com temática universal. Não é diferente em "Eu, Daniel Blake", uma emocionante crítica à burocracia e ao neoliberalismo que tudo privatiza e trata sob a ótica do corte de gastos, inclusive a saúde das pessoas. Um filme necessário no Brasil de hoje, guardadas as devidas proporções. Talvez por isso, ao final da sessão em que eu estava presente, alguém tenha puxado o grito #foratemer, seguido de aplausos, contrariando uma ou duas senhoras que afirmaram: "Tudo vocês problematizam!", tendo como resposta, inclusive, "leva o Temer pra casa, leva?".
Forte e singelo, na medida. Depois que terminei o filme fiquei pensativa e tive um sentimento de revolta e injustiça. É profundo e muito sincero, não tem como não se emocionar. Faz um tempo que já assisti e recomendo a todos!
The film presents the story of a man who suffers a heart attack and has to resort to the benefits granted by the England government for not being able to return to work. However, the many bureaucracies added to their digital ignorance are obstacles to their apparent “right”. It’s plot is related to the right of the minorities what makes it modern, current and of great relevance. On the other hand, it also shows the cynicism of the Stat in its obligations. If we compare the Brazilian reality the film was highlighted in times of pension reform (2017). The human side of the characters is something very striking in the film that touches everyone regardless of political issues. Is a film to reflect on, but mainly to instigate to change the imposed rules, that threaten with human dignity and especially the struggle for respect for citizenship. A feeling of struggle and resistance, in the quest to enforce what would already be a right. A brilliant and encouraging film in times of loss of rights and State omission. I recommend it to everyone not only for the story, but mainly for their bare reality.
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