Doce Vingança 3: A Vingança é Minha: Críticas - Página 2
Doce Vingança 3: A Vingança é Minha
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Hugo Leandro S
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5,0
Enviada em 20 de janeiro de 2019
Nesse filme podemos perceber um enfoque de como a Angel desenvolveu seu surto ou psicopatia ou transtorno bipolar não sei ao certo não sou do ramo da psicologia, mas no filme todo percebe-se que a Ângela estava em tratamento para sua condicional e o gatilho para que ela fizesse a justiça com as próprias mãos foi a morte da Sua amiga. O filme não é ruim não, só o enfoque tratado que a meu ver foi mais para o lado da psicologia.
Gostei muito dos 2 primeiros filmes, mas esse 3 achei bem fraco. A protagonista estava ótima no primeiro filme, mas nesse terceiro ela deixou a desejar.
Eu acho que os roteiristas do filme quis passar uma mensagem de que essas pessoas que são vitimas de estupro não tem ninguém para as defender, (digo da lei de uns certos países, como por exemplo, o Brasil). Tanto que a personagem combate com o detetive que os próprios não dão a minima para esse tipo de abuso. E é por esses e outros motivos que a personagem, que já sofreu do mesmo problema que as mulheres e garota do grupo de apoio toma as dores de todas e resolve fazer justiça com as próprias mãos. Para as pessoas que criticaram dizendo que o filme é ruim, acho que vocês não conseguiram compreender a mensagem que o roteirista quis passar para os telespectadores. Lembrando que não estou aqui para ofender ninguém, para descordar da minha opinião basta ser educado e deixar sua opinião. ;)
Muito ruim não assistiria novamente e nem recomendaria,O enredo é parado e os atores péssimos inclusive a protagonista do primeiro filme que foi ótima no 1 está bem ruim nesta sequência.
Não é ruim, mas forma como o assunto é abordado simplesmente faz com que o filme perca em seu potencial, simplesmente em muitos momentos sabemos o que ira acontecer. Não é um filme ruim.
Ao meu ver, ele é um filme muito bom, e não está abaixo, em termos de qualidade, dos outros filmes da série. É claro que a proposta, aqui, é outra. Se no primeiro filme, a personagem foi abusada, tida como quase morta e depois retorna para se vingar (no mesmo local); aqui, ela faz parte de um grupo de autoajuda e tenta lidar com o ocorrido em sua vida (conforme a sinopse do filme). A atriz faz o papel bem, acredito que ela conseguiu dar profundidade e credibilidade ao contexto da personagem. No entanto, ela fica com um certo excesso spoiler: no "vigilantismo" - talvez seja fruto de um adoecimento mental forte. Não no início (afinal, todos torcemos por ela, de alguma forma), mas no final. spoiler: Não se sabe se ela termina com uma esquizofrenia, se é só a imaginação dela, ou o que é; o espectador termina o filme sem muitas respostas . Ele é o filme da série cujas cenas de morte spoiler: são as menos exploradas e talvez um pouco mais brandas (se é que é possível considerar "brando" - enfiar um cano de metal no ânus até o talo de um senhor de idade é bastante cruel já) . Mas nem por isso é um filme mais desinteressante - muito pelo contrário. Gostei bastante e assistiria de novo.
O primeiro foi muito bom, o segundo foi regular. Já o terceiro, bom.. não chega a ser ruim, mas temos que encarar que não foi o melhor dos três. A história apresenta uma espécie de continuação do primeiro filme, já que o segundo nós apresentada uma história diferente. O melhor de tudo em Doce vingança 3 (2015) é o retorno Sarah Butler, a atriz que interpretou – muito bem – a personagem principal do primeiro filme e que não voltou para reprisar a personagem no segundo. O filme não entrega um material igualmente bom como os seus antecessores, mas também não decepciona tanto quando poderia. O roteiro é regular e as mortes não chegam aos pés dos outros dois filmes, mas mesmo assim o filme consegui ser bom. Recomendo.
Vale uma visão geral para a Trilogia. Na primeira, uma escritora se isola em uma casa em zona rural, para escrever tranquilamente, mas será observada e estuprada pelo xerife e colegas do posto de gasolina, a pretexto de que ela tem bebida alcoólica e fumou um baseado. Na segunda, uma jovem candidata a modelo, vai até um fotógrafo, mas se recusa a fazer fotos mais ousadas e um assistente invade seu apartamento a estupra e mata o zelador. A partir dai ela será levada para a Bulgária em um caixote e abusada até ser enterrada viva. Na terceira, uma jovem que sofreu estupro, faz terapia e participa de um grupo de apoio, onde um pai sofre pela filha estuprada que se suicidou, outra jovem é abusada pelo pai e outra é morta pelo namorado. Em todos os casos, fica clara a potencial impunidade e na segunda, uma mulher apoia os estupradores. A dor da impotência e dor de quem é abusada é o foco central, mostrando que ela não tem culpa. A franquia investe no olho por olho e a abusada mata feroz e lentamente os estupradores.
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