Média
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O filme faz uma crítica a cidade do Rio de Janeiro de forma nua e crua. Apesar das cenas fortes com drogas e os filhinhos de papai frequentando a favela, o filme toca nossos sentimentos ao ver cenas de pessoas tão vazias. O destaque fica para a personagem Amsterdã, interpretado Bruna Linzmeyer que dá um show diante das câmeras.
Lixo. Perda de tempo. Pessimas interpretações que parecem sair da escola de teatro. Enfim, não vale chongas.
Futilidade, palavrões, drogas e "bolagato" em inglês (para se entender o português). Apenas isso que se tem o novo filme do diretor Neville D'Almeida (conhecido por sua marginalidade, devido à opção em mostrar a violência com sua verborragia, já dirigiu filmes como A DAMA DO LOTAÇÃO de 1978). D'Almeida, após 18 anos longe das telonas, volta adaptando uma obra teatral de Mário Bortolotto (que interpreta o segurança conhecido como "Ninguém") que possui o mesmo nome. A trama mostra o que um bando de jovens ricos, sem mais nada o que fazer além de se drogar e dar festas, pensa que todos os "inferiores" devem lhes servir. Para o contraste, o enredo se passa em uma comunidade do Rio de Janeiro, pois tais "riquinhos" gostam de se sentirem superiores ao festejar na laje. A história não seria ruim se não fosse tão artificial e forçada. E eu não duvido que exista várias festas e pessoas que nem estas representadas, mas me pareceu tudo muito falso e sem consequências (este pode ser proposital, aliás, quem paga, pode sair ileso). Temos no elenco três grandes promessas como atores, são eles: a linda, competente e sexy Bruna Linzmeyer (que me parece não ter sorte nos cinemas, pois dos três que fez, assisti este e O AMULETO de 2015 que é ruim); Chay Suede (o eterno e jovem Comendador da novela IMPÉRIO de 2014/2015 e estreando sua vida cinematográfica); Johnny Massaro (já atuou em DIVÃ de 2009) que rouba a cena, sendo acima da média de seus companheiros na arte (ou não) de interpretar um mauricinho que a única vantagem é ser endinheirado. Gostei da Fotografia. Para os machos de plantão, a atriz desconhecida por mim até então, Nathália Limaverde (que já fez SOMOS TÃO JOVENS de 2013), mostra que tem peito para esbanjar seu charme e beleza. Este filme é ambicioso em narrar esta realidade, mas é fraco em sua finalização. Por enquanto, a frente fria que traz a chuva só me dá mesmo um resfriado qualquer...
Sem sombra de dúvidas o pior filme nacional de todos os tempos.
Sem drama, sem roteiro, sem nexo, horrível, dói de assistir.
Sem drama, sem roteiro, sem nexo, horrível, dói de assistir.
Possui uma crítica social interessante, mas não muda o fato de ser um filme ruim com roteiro fraco, alguns momentos com cenas de sexo forçadas.
Crítica social interessante, simplesmente quem não curte a realidade e vive num mundo de Alice não gosta, a Bruna no papel da Amsterdã tá muito top, mundo real bebê, não gosta vai ver desenho da frozen, da Barbie...
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