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Caio "Vasco"
8 seguidores
156 críticas
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3,5
Enviada em 23 de agosto de 2026
Muito bom filme mas alguns furos de roteiro.
Sicario não havia conseguido sua vingança matando o lider do cartel mexicano que mandou assassinar sua familia no primeiro filme ? Naquela cena final tensa na mesa de jantar com a familia do lider mexicano. Aqui de novo ele está indo atrás do lider do cartel que matou sua familia, isso me incomodou demais, eu posso estar enganado mas nos dois filmes existem dialogos comprovando que tanto no primeiro filme ele matou e se vingou do lider mexicano e também no segundo ele quer se vingar do lider mexicano.
Segundo ponto, no primeiro filme ele não hesitou em assassinar nem os filhos do lider mexicano, aqui ele muda completamente de personalidade e faz o contrário pega a filha do lider mexicano que ele quer vingança e decide cuidar dela isso é uma quebra drástica de personagem onde agora nosso anti heroi tem senso de justiça, esse senso de justiça cabia ao personagem da Emily Blunt no primeiro filme e fez muita falta no segundo, é ela que tem o ar de justo e justiça, não cabe nem ao Sicário nem ao personagem do Josh Brolin (esse também teve seu senso de justiça desobedecendo ordens e salvando a menina no final, coisa que no primeiro ele nunca faria).
Essas críticas diminuiram severamente a nota desse segundo filme em relação ao primeiro, mas o filme ainda tem incríveis cenas de batalha, tensão, violencia nas áreas beirando a fronteira americana com mexico, filme bacana porém o primeiro é bem melhor por ser coerente com seus personagens do inicio ao fim.
é um filme divertido, o roteiro dele é bem fraco e tem uma falta de trilha sonora gigante, porem não é uma obra que você passa raiva assistindo, mas mesmo assim não é um filme tecnicamente bom
Bom filme, com elenco de primeira e com ótimas atuações. Diria que é um filme sem dó, violento, em que temos uma pequena demonstração da violência vivida no México. Roteiro embora de fácil entendimento, porém acaba se perdendo um pouco nos vários elementos. Cenário espetacular. Filme que te prende do início ao fim e com um final muito bom.
A direção de Stefano Sollima tenta dar ritmo frenético a uma trama já desgastada, mas falha. A fórmula de ação com cartéis é repetitiva e sem profundidade, utilizando o clichê de "proteger a criança" de forma forçada. As tramas paralelas são desconectadas, e a moralidade simplista do roteiro enfraquece o filme. A falta de inovação se reflete também na direção de fotografia, de Wolski, e até na trilha sonora de Hildur Guonadóttir, que é monótona. O que salva realmente são as ótimas atuações de Benicio Del Toro e Josh Brolin. Sicario é para quem curte sequências de ação frenética, ainda que o desenvolvimento do roteiro deixe a desejar para aqueles que buscam profundidade e inovação.
Enredo (6 de 10): Desta vez, o enredo é mais simples e direto possível. Algumas coisas são deixadas em aberto e sem explicação. Nenhum elemento chave é explorado completamente.
Emoção (6 de 10): Quase nada é realmente de tirar o fôlego.
Entretenimento (8 de 10): É um bom entretenimento se você assistiu ao primeiro Sicario, mas desta vez, muito mais lento.
Soudntrack (5 de 10): Média.
Efeitos especiais (7 de 10): Os efeitos especiais são bons, já que nada é realmente mostrado.
Nota final: 6,4 (6).
Resumo: Quase uma sequência digna, mas não à altura de seu antecessor. Sicario: Day of the Soldado falha em não explorar aspectos-chave como os cartéis ou qualquer outra coisa. É muito parecido com um filme sobre uma missão aleatória. Assista apenas se você assistiu Sicario, mas lembre-se, este não é como o primeiro filme.
Achei bem melhor que o primeiro , com um roteiro menos confuso e cenas de ação que te prende , muito bem feitas ! apesar de um tanto inverossímeis. Del Toro magnífico!! assim como no 1º filme.., a cena da "morte", é muito agoniante! impactante e bem feita! fotografia também é um destaque , boa trilha sonora, o filme nos mostra as entrelinhas da marginalidade da fronteira mexico/ EUA.
É um filme que não sabe exatamente pra que lado vai, e nem mesmo consegue se apropriar dessa falta de direcionamento para articular algo notável.
Se utiliza muito de uma estrutura similar à do filme anterior, de inserir primeiramente os personagens dentro de um âmbito ordinário, para que a narrativa os desloque progressivamente ao conflito mais central do filme. O principal problema é que aqui esse recurso falha na articulação do suspense, ou até mesmo de alguma empatia maior para com os personagens.
Acaba resultando em algo mais protocolar, principalmente devido à montagem que mantém tudo demasiadamente distante da sensibilidade do espectador, aliada à uma trilha sonora genérica de filmes de ação/suspense da década que parece ter sido inserida como um mero filler de pós-produção.
A única coisa que salva é essa exploração mais brutal do personagem do del Toro no ato final. Seu aspecto após ressurgir na trama se assemelha a algum personagem psicopata dos filmes de Rob Zombie.
Tinha grandes expectativas depois do excelente primeiro filme. E não é que foram satisfeitas? Del Toro e Brolin com atuações viscerais, em um roteiro que conseguiu aprofundar a complexidade de seus personagens. Acostumados a matar, acabam afinal mostrando que lhes resta ainda um pouco de humanidade. Trilha sonora impecável, sequências aéreas de tirar o fôlego e muita violência que, longe de ser gratuita, convida o espectador a refletir se realmente os fins não justificam os meios.
Sicário mostra a degradação que as drogas trazem para dentro das casas das famílias e sua transformação visual. Nome do filme já é uma contra versão porque sicário significa pistoleiro para nós brasileiro e na trama é mostrada uma conspiração a tentado a bomba por Jihadista, deixado de lado de fora da trama. Verdadeira conspiração vem do Cartel de Drogas Mexicano que contrata mercenário americano para passar por Jihadista. Filme é ótimo de ser assistido por envolto de guerra de cartéis de droga e conspiração envolvendo o governo americano. Trilha sonora conduz um desfecho do filme que ao mesmo tempo é desumano e maquiavélico.
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